Ménage na república estudantil

Todas as tardes eu passava em frente ao sobrado, onde duas garotas pareciam me esperar. Até que um dia pintou o convite para que eu entrasse...


Todos os dias, ao passear com Toby, meu cachorro, eu reparava naquele simpático sobrado, a umas três quadras de casa. Por trás do pequeno e ensolarado jardim, onde reinava um cheiroso jasmineiro, uma janela do segundo andar ficava mais iluminada por duas belas garotas. Elas estavam sempre conversando em voz alta, dando gargalhadas e até mesmo dançando, o que me enchia de fantasias.


Resolvi me informar na vizinhança, e fiquei sabendo que aquele sobrado havia se convertido em uma república estudantil. Portanto, lá moravam jovens que cursavam a universidade próxima dali. Garotas que, em sua maioria, pela primeira vez experimentavam o gosto da independência e da liberdade.


Como eu passava em frente àquela casa todas as tardes, mais ou menos no mesmo horário, as duas garotas também começaram a reparar em mim. Claro que a companhia de Toby ajudava, pois elas adoravam elogiar a fofura do cachorro. Aos poucos, comecei a trocar acenos e olhares com elas, mas minha timidez me impedia de chegar até o portão e puxar uma conversa mais próxima.


As duas moças eram muito bonitas. Uma delas tinha o cabelo castanho bem claro, quase louro, à altura dos ombros. Seus olhos cor de mel e as covinhas que se formavam quando ela sorria traziam um charme à parte. Quase sempre, naquele verão, ela estava de blusinha regata, evidenciando o par de seios fartos.


A outra era morena, de cabelo liso e muito comprido. Seus olhos negros, o nariz perfeitamente desenhado no belo rosto e o sorriso aberto me cativavam desde a primeira vez que a notei. Em uma das oportunidades, ela estava em pé no portão, de minissaia, e não pude deixar de reparar em seu lindo corpo: seios médios e firmes, coxas bem torneadas, cintura fina e quadril largo.


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A história que vou contar a seguir aconteceu numa tarde de tempo fechado, mas muito abafada. Era evidente que as nuvens que se agrupavam enquanto eu passeava com Toby eram o prenúncio de uma tempestade de verão. Eu já ia passando rapidamente em frente à república das garotas quando avistei as duas debruçadas na janela, com os cabelos voando ao sabor do vento forte. Elas sorriram ao me ver passar, como se estivessem me esperando. A de cabelo claro gritou:


“Ei, cara! Você mesmo, nosso amigo do cachorro fofo!”. Eu senti um frio na barriga e detive meus passos, acenando para as duas beldades. A morena prosseguiu: “Deixa o cachorro lá na sua casa e vem conversar com a gente. Acabou a energia por aqui e estamos entediadas, queremos fazer amizade.”


É evidente que aceitei o convite na hora. Fui a passos largos para casa, deixei Toby e voltei correndo para conhecer as duas gatas, enquanto pingos grossos de chuva começavam a molhar meu cabelo e minha roupa. Elas vieram até o portão sob um guarda-chuva e me levaram para dentro.


Aquela de cabelos clarinhos e covinhas se chamava Daniele. Ela vestia uma miniblusa regata e shorts brancos, deixando evidente seu lindo corpo. Já a morena se chamava Thaís, e usava um curto vestidinho florido. Eu me apresentei timidamente, enquanto recebia uma lata de cerveja: “Sou o Gustavo”, eu disse, enquanto sentia que elas reparavam em mim de um jeito estranho. Sorte que, apesar de tímido, eu sempre me garanti com as garotas. Tenho o corpo atlético, cabelo escuro e liso, olhos castanhos e barba por fazer. Meu papo e minha “pegada” não decepcionam, modéstia à parte!


Em cerca de meia-hora de conversa, já estávamos rindo e trocando confidências. As duas contaram que eram solteiras e tinham preguiça de sair para a balada. Aliás, eram as únicas daquela república que estudavam no período noturno, por isso invariavelmente passavam o dia em casa.


Subimos para o quarto delas, com a justificativa de usar a caixa de som que lá estava. Daniele, a loirinha, era a que mais olhava para mim, e aos poucos nossos corpos se aproximaram mais e mais. Eu estava de camiseta e calça jeans, e não nego que começou a ficar difícil disfarçar minha excitação. Especialmente depois que Thaís ligou o som e começou a dançar ao nosso lado. Ela remexia o quadril de um jeito para lá de sexy, nos olhando com uma cara de safadinha. O ambiente começou a ficar carregado de excitação e nós três fomos ficando à flor da pele.


Foi nesse momento que Daniele passou o braço sobre meus ombros e encontrou minha boca. Nos beijamos de um jeito bem gostoso e molhado, com muitos passeios de língua e mordidinhas no lábio. A abracei forte e explorei sua nuca, costas e quadril com minhas mãos firmes, e senti que ela aprovava. Eu apostava que Thaís iria para outro cômodo e nos deixaria à vontade, mas, para meu espanto, ela fez o oposto.



Duas mulheres um homem biquíni barriga
'Enquanto eu e Daniele nos aproximávamos, Thaís dançava de um jeito bem provocante'


A morena veio se sentar ao lado de Daniele e começou a provocá-la com beijinhos no pescoço e no ombro, enquanto sua mão acariciava minha coxa, subindo até ficar próxima de meu pênis (cada vez mais ereto). A loirinha então se virou para a amiga e a beijou ardentemente. Fiquei para lá de surpreso e excitado, e pulei para a cadeira que ficava postada ao lado da cama.


Em poucos segundos as duas começaram a se despir. Daniele levantou os braços para que a morena tirasse sua blusinha, logo soltando o sutiã branco, de algodão. Os seios da loirinha eram empinados, com mamilos eriçados e rosados. Suspirei. Agora era o shorts que ia embora, e Daniele ficou apenas com a pequena e cavada calcinha branca enquanto Thaís soltava as alças de seu vestidinho, que foi ao chão. Ela estava sem sutiã, e eu soltei outro suspiro de tesão ao vislumbrar seus seios fartos, com mamilos muito durinhos. Ela agora estava apenas com uma microcalcinha preta.


As duas voltaram a se beijar, esfregando seus seios, gemendo e passando as mãos pelas costas e bundas uma da outra, enquanto deslizavam no colchão. E eu? Bem, eu estava enlouquecido assistindo a tudo. Finalmente, Daniele se virou para mim e disse: “Sabemos que você é fofo, discreto e educado. Eu e a Thaís adoramos nos curtir, e temos a fantasia de transar com um homem assistindo. Você topa?” É claro que topei, e com o jeito mais charmoso possível respondi: “Claro, por favor fiquem à vontade. Se precisarem de algo estou por aqui.” As duas gargalharam e retomaram a pegação.


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Logo ficou claro que Thaís, a morena, era quem tomava a dianteira das ações. Ela logo se dedicou aos seios de Daniele, os beijando, mordiscando e chupando enquanto a amiga gemia baixinho. Ao mesmo tempo, ela baixava a calcinha branca da companheira, logo começando a tatear com seus dedos delicados os lábios rosados e úmidos de Daniele, que soltou um gritinho de prazer quando seu clitóris inchado começou a ser tateado. Seu sexo era uma delícia, quase todo lisinho, com poucos pelinhos castanhos no monte de Vênus.


Não demorou para que Thaís, com a bundinha completamente empinada em minha direção, caísse de boca naquele favo de mel, enlouquecendo Daniele com suas habilidades orais. Eu percebia que a morena passeava com a ponta da língua pelos lábios e grelinho de Daniele, alternando com sucções e carícias com as mãos. A loirinha gemia e rebolava, apertando a cabeça da amiga entre suas coxas.


A morena então ficou de joelhos de frente para Daniele e tirou a própria calcinha. Uma estreita faixa de pelinhos escuros enfeitava sua vulva, de pequenos lábios proeminentes e um clitóris muito apetitoso, que parecia latejar. Thaís se sentou de frente para Daniele e abriu as pernas, formando um “xis” com as pernas da parceira.


As duas se aproximaram até que suas pernas se encaixassem e seus sexos se encontrassem, iniciando em seguida uma deliciosa dança para que suas bocetinhas se esfregassem e se chocassem. Gemidos cada vez mais altos tomavam conta do quarto, enquanto elas agora acariciavam os seios e se beijavam.


E eu? Bom, eu estava mordendo meus lábios de tanta excitação, e meu pênis parecia querer estourar a calça. Jamais havia sequer sonhado com a oportunidade de presenciar aquelas lindas cenas entre duas mulheres.


Foi quando as duas olharam para mim. Daniele sorriu e disse, quase em voz de comando. “Tira a roupa também. E vem aqui pra cama.” Tirei a camiseta, as meias, a calça jeans... Apenas de cueca boxer cinza, me encaminhei para a cama, onde as duas me observavam. Foi Thaís quem acariciou o volume sob a minha cueca e sorriu para Daniele. A loirinha fez cara de apetite e baixou minha última peça de roupa.


Meu pênis parecia sorrir de alívio ao se ver livre de barreiras, e seus cerca de 18cm encararam as moças, com sua cabeça rosada, já meio lubrificada. Daniele e Thaís o acariciaram juntas e começaram a se beijar de frente para ele. Quase enlouqueci ao ver as duas enroscando suas línguas a apenas poucos centímetros de meu sexo.


Foi a morena quem primeiro se virou e começou a lambê-lo, passeando a língua sobre a glande. Daniele beijava e acariciava meu saco, até que finalmente passou a dividir meu sexo com a parceira. A loira me colocou inteiro em sua boca, cheia de saliva e apetite, me sugando e gemendo no meu membro, enquanto Thaís assistia, acariciando nossas costas.


As duas então se deitaram e me puxaram para o meio delas. Aos poucos, nossos corpos foram ficando mais e mais juntos, como nossas bocas. As duas se beijavam e me beijavam, eu sentia mãos acariciando meu pênis, mas já não identificava as donas. Eu também as acariciava, passando a mão pelas suas bundas e alcançando por trás seus sexos, muito molhados e quentes. Ao mesmo tempo, mergulhava naqueles dois pares de seios, os chupando e mordiscando.


“Vamos gozar juntos”, pediu Daniele, me masturbando, enquanto ela e Thaís se acariciavam e friccionavam seus sexos em minhas coxas. Nossa saliva e fluidos se misturavam no quarto abafado, enquanto a chuva se transformava em tempestade lá fora.


Embora eu estivesse louco para experimentar o sexo das duas, percebi que elas tinham outros planos e me entreguei ao orgasmo ao vê-las fazer o mesmo. Os gemidos foram ficando mais altos e aflitos, enquanto a velocidade e a intensidade das carícias e dos beijos foram ficando mais urgentes.


A meiga Daniele foi a primeira a soltar um gritinho agudo e demorado, com uma linda careta de tesão, enquanto seu corpo estremecia em espasmos. Thaís gozou em seguida, rebolando encostada em meu corpo e pedindo para que eu chupasse seus seios. Seu gozo foi demorado, repleto de tremores, gritos e arranhões em nossos corpos suados.


Eu comecei a me masturbar em meio àquela deliciosa cena e, com as duas me assistindo e aprovando, gozei muito gostoso. Uma grande quantidade de meu líquido branco e quente inundou minha barriga, meu peito. As duas sorriam e me beijavam, espalhando o gozo em meu corpo arfante.


Refeitas, Daniele e Thaís me pegaram pelas mãos, me conduzindo até o banheiro no corredor. Lá, aproveitamos que a energia havia voltado e tomamos um banho quentinho, que foi ficando cada vez mais demorado.


Nos ensaboamos e trocamos carícias, e logo o desejo voltou com tudo. Meu pênis ficou duro novamente, e percebi que Daniele queria algo mais. Foi ela quem se afastou rapidamente, com uma toalha enrolada, e voltou ao banheiro com algumas camisinhas. Ao receber um olhar de aprovação de Thaís, ela abriu um preservativo e o colocou em meu membro, me beijando com paixão.


Em seguida, a loirinha se virou de costas para mim e apoiou as mãos na parede, empinando o quadril e arrebitando a bundinha e o sexo. Não resisti e me agachei, começando a chupá-la por trás. Ela gemia e rebolava, enquanto Thaís assistia a tudo e acariciava nossos corpos.


Voltei a ficar em pé e pincelei a bocetinha de Daniele com meu pau, dando especial atenção ao seu clitóris inchado. Ela rebolava e gemia, até que encaixei o membro em sua vagina quente, apertada e a penetrei. A loirinha soltou um gemido delicioso e não fez cerimônia, ordenando: “Me come forte, me come bastante! Que pau gostoso!”.


Comecei a dar estocadas com cada vez mais força e apetite, alternando com reboladas. A segurava firme pela cintura com uma mão, e com a outra puxava seus cabelos. Thaís, que até então acariciava minhas costas e minha bunda, aproveitou esse movimento e se agachou à frente da amiga, começando a chupar seus seios e a acariciar seu clitóris.


Aquela cena, aquelas garotas eram tão excitantes que eu já não conseguia me segurar, sentindo novamente o gozo chegando. Passei a penetrar Daniele mais e mais rápido e forte, dando palmadinhas em sua bunda e puxando seus cabelos. Para minha alegria e orgulho, ela se entregou a um orgasmo poderoso, gemendo gostoso, se arrepiando e dobrando os joelhos, ficando nos braços da amiga.


A água seguia escorrendo quentinha pelo chuveiro...


Thaís então retirou minha camisinha e começou a me chupar com muita vontade, ajoelhada à minha frente. A morena colocou outro preservativo em mim, me beijando. Eu não resisti e a segurei firme em meu colo, a erguendo e prensando contra a parede azulejada, enquanto encaixava meu pau em sua vagina e a penetrava com muita fome. Sua bocetinha apertada e quente me levava até o céu... Gememos muito e gostoso, mordiscando nossas orelhas e pescoços, enquanto eu a segurava pela bunda e a fazia quicar em meu membro.

Daniele veio nos abraçar e nos beijar e, nesse momento, as duas amigas se olharam com paixão e tesão. Thaís não resistiu e gozou em meu colo, olhando para os olhos castanhos da parceira e rebolando sobre meu pau e meu corpo molhado.


Após recuperar o fôlego, a morena saiu de meu colo e foi beijar Daniele. Retirei a camisinha e as abracei, ainda com o pau bem ereto. As duas perceberam e me masturbaram juntas. Gozei abraçado às duas, numa inesquecível sensação de parceria.


Infelizmente, aqueles gozos marcaram o fim da tarde maravilhosa. Aflitas com o horário, já que as outras moradoras da república poderiam chegar a qualquer momento, as duas me banharam com carinho e capricho, e logo me deram adeus.


Voltei sorridente para casa, protegido pelo guarda-chuva que as duas haviam me emprestado. Ao abrir a porta, Toby latiu e pulou em minhas pernas, como um velho companheiro que perguntava: “E aí, parceiro, conta tudo que rolou naquela casa!”.


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