Raíssa e o ménage bem quente com um casal de amigos

Ela chegou toda gostosa à casa de Regina e Alberto, mas ainda não podia imaginar que acabaria se entregando toda às mãos, bocas e ao sexo daqueles amigos tão especiais.


Regina já estava ficando aflita pela amiga Raíssa. Apesar de bonita e dona de um corpão (alta, coxas grossas, seios fartos, bumbum carnudo e longos cabelos castanhos emoldurando olhos verdes e lábios bem desenhados), ela há muito tempo não pegava ninguém. Já eram tantos meses sem homem (e anos sem relacionamentos), que Raíssa já apresentava sinais de desespero. “Estou subindo pelas paredes”, desabafava para as melhores amigas.


Em uma sexta-feira, durante o café-da-manhã, Regina lançou a isca para o marido, Alberto. Há alguns dias ela vinha amadurecendo a ideia, que a excitava bastante. Só faltava a coragem de colocá-la em prática. “O que você acha da Raíssa?”, perguntou, fingindo não dar muita importância à própria pergunta. “Eu?”, respondeu Alberto, curioso e preocupado ao mesmo tempo. “Bom... Eu acho ela legal, bonita.”


Como vocês já perceberam, a ideia de Regina era promover um ménage entre ela própria, o marido e Raíssa. Ruiva, de cabelos ondulados, pele clarinha com sardas, seios médios e firmes e bundinha bem distribuída, Regina era uma verdadeira pimentinha na cama. O maridão, Alberto – moreno, de corpo atlético, barba por fazer e muita pegada -, não tinha do que se queixar da companheira. Secretamente, nutria também um desejo por Raíssa, que tantas vezes ia visitá-los e ficava apenas com pequenos biquínis curtindo a piscina. Claro que Regina percebia essa atração do marido, mas não chegava a ter ciúmes. Na verdade, ela preferia se divertir imaginando todos juntos, já que também ficava “animada” com o corpão da amiga.


A ruivinha então explicou seu plano para Alberto. Raíssa viria jantar no dia seguinte, sábado, todos iriam ficar alegrinhos com vinho e outros drinks (aperol, gin tônica, etc.) e então Raíssa seria seduzida pelos dois.


O maridão ouviu tudo boquiaberto, demonstrando uma certa insegurança e timidez, mas não deu muito trabalho para ser convencido. Na verdade, mal Regina acabara de falar e ele já estava excitado, a puxando para o sofá e a beijando, mordiscando, abrindo suas pernas, afastando a calcinha para o ladinho e a penetrando com voracidade. Gozaram juntos em um tempo recorde, tamanha a excitação.


O sábado à noite se anunciou bem quente, o que colaborava para o clima sensual. Regina vestiu uma minissaia jeans com blusinha e Alberto optou por bermuda e camisa polo. Quando a campainha tocou e Raíssa adentrou a sala, o casal ficou ainda mais animado: ainda mais bela do que de costume, ela usava um microvestido preto e justo, com salto-alto, o que evidenciava suas coxas grossas e bronzeadas, e também o volume da bunda e dos seios fartos.


Antes, durante e após o jantar, a bebida foi farta. Não tardou muito para todos estarem alegrinhos, ensaiando passos de dança e deixando os corpos se encostarem à vontade. Internamente, Raíssa achava Alberto um homem atraente e se divertia com seus olhares, embora jamais fosse capaz de trair a confiança da amiga. Porém, já “altinha” com a bebida, não se importava com os olhares constantes do moreno e seus corpos se esbarrando pela sala. Aliás, ele parecia mais “saliente” aquela noite. “Será que a Regina não vai ficar brava?”.



Mulher bonita e sexy loira deitada com olhar provocante

A certa altura da noite, Regina foi abraçar o marido com uma taça de vinho nas mãos e derrubou todo o líquido em sua camisa polo (se houvesse alguém sóbrio, logo perceberia que foi tudo de propósito, mas não era o caso). “Ai, que desastrada! Vem amor, deixa eu tirar sua camisa. Isso!”. Alberto ficou apenas de bermuda, exibindo o peitoral atlético para as duas moças. Sorrindo, Regina começou a passear com as unhas no corpo do marido, fazendo movimentos circulares no peito e ensaiando uma descida pela barriga, umbigo... “Ele é gostosinho, não é Raíssa?”, ela perguntou para a amiga, que observava em silêncio. “Vem, põe a mão e sente...”


Meio tímida e cheia de cerimônia, Raíssa também pousou as mãos no peito de Alberto, que a encarava. Era evidente que estava rolando um clima, e Regina aumentava o fogo ao começar a mordiscar as orelhas e o pescoço de Alberto ao mesmo tempo em que puxava Raíssa mais para perto dos dois e a abraçava apertado.


Os três então caminharam juntos para o confortável sofá encostado à parede. Raíssa se sentou no meio, entre Regina e Alberto, que começaram a acariciá-la nos braços, nas pernas. “Aiiii.... Melhor eu ir embora, se não vou fazer besteira”, gemeu a amiga, se traindo pelo movimento das pernas, que se abriam sem qualquer resistência.


Foi Regina quem procurou a boca da amiga e lascou um beijo quente e molhado, com gosto de sexo. Alberto beijava o pescoço de Raíssa, enquanto massageava os seios por cima do vestido. A visitante seguia gemendo. “Hummm... Melhor a gente parar... Aiii, não, gente, vamos parar com isso. Uiii!!!”

Esse último gritinho foi resultado da mão de Regina, que subia pelas suas coxas até chegar à calcinha. O contato daquela mão feminina e ágil com sua vagina derrubou toda a resistência de Raíssa, que se deixou ser masturbada pela amiga enquanto era beijada por Alberto. A esta altura, o moreno já havia baixado a parte de cima de seu vestidinho preto, e alternava movimentos circulares com a boca e a língua ao redor de seus mamilos entumecidos. Ao alcançar a auréola dos seios, Alberto os chupou e mordiscou, arrancando suspiros profundos de Raíssa.


Regina havia afastado a pequena calcinha preta da amiga e, excitada ao perceber a boceta tão molhada, acariciava o clitóris com habilidade. Ela então se ajoelhou em frente a Raíssa e passou a beijar suas coxas, sua virilha, até alcançar a xana com a língua. Cheia de desejo, a ruivinha caiu de boca nos lábios fartos e no clitóris latejante. “Ai, que delícia! Que tesão”, aprovava Raíssa.


Alberto também se ajoelhou e foi fazer companhia à mulher, a beijando e delirando de tesão ao sentir o gosto daquela nova xoxota. Agora os dois chupavam Raíssa e se beijavam, enquanto massageavam aquele corpão, aqueles seios fartos. O maridão então tirou a blusa da esposa, soltou seu sutiã e caprichou em seus seios médios e rosados. Depois, mordiscou a nuca da ruivinha (que seguia chupando a amiga) e foi descendo com a boca pelas costas arrepiadas. Então, levantou a minissaia jeans e lhe deu um tapinha na bunda, arrancando a pequena calcinha azul-escuro.


Alberto tirou a bermuda e a cueca para então ajeitar seu pau longo e grosso, com uma cabeça brilhante, na boceta ruiva e rosada da esposa. Na primeira rebolada de desejo por parte de Regina, ele enfiou firme, mas sem pressa, remexendo o quadril ao sentir que estava por inteiro dentro da mulher. Só então a segurou pela cintura, puxou os cabelos vermelhos e começou a meter bem forte.


Regina gemia com a boca na xana de Raíssa, que se contorcia de tesão e observava os movimentos de Alberto com o olhar cheio de desejo. Ao reparar nisso, o moreno não resistiu. Gentilmente, saiu de dentro de Regina e se levantou, exibindo o pau duro para Raíssa, que claramente ficou com água na boca. O maridão então voltou a se sentar no sofá, enquanto Regina autorizava a amiga a chupá-lo. “Chupa ele gostoso...”


Raíssa ajeitou os longos cabelos atrás da orelha e se agachou, agarrando a pica de Alberto firme em sua mão direita e a colocando inteira na boca, cheia de saliva. Então, começou a chupar freneticamente, gemendo, alternando com passeadas de língua ao redor da cabeça. Regina se juntou à festa, e agora Alberto era o homem mais felizardo do mundo: tinha a seus pés duas belas mulheres o chupando e se beijando entre si.


A ruiva se levantou por alguns segundos e foi até uma gaveta, de onde tirou preservativos. Com a ajuda atenciosa de Raíssa, vestiu a pica de Alberto e fez a amiga se ajeitar no colo dele. O mulherão ajeitou a boceta no membro duro e se sentou, gemendo cada vez mais alto. Há muito tempo Raíssa não sentia isso, o que só fazia aumentar o tesão de todos. Alberto a agarrava pela bunda carnuda e chupava seus seios, enquanto Regina os acariciava, observando a cena com tesão.


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Foi Raíssa, quase gozando, quem voltou a procurar a boca da amiga e saiu de cima de Alberto para se jogar em cima da ruiva, que deitou no sofá de barriga para cima. Raíssa chupou os seios alvos enquanto masturbava Regina, enfiando dois dedos em sua xana. Descendo com a boca, finalmente chegou aos lábios rosados e ao clitóris, nos quais se deliciou. As duas gemiam e trocavam olhares.

Alberto, ainda de camisinha, observava tudo acariciando o próprio pau, até perceber que já era hora de voltar à ação. Ele se ajeitou atrás de Raíssa, admirando o bundão carnudo, e não resistiu a dar uma boa lambida e chupada no cuzinho, que piscava, e na boceta empinadinha. “Aiiii... Hummm!”, aprovou o mulherão. Alberto a segurou firme pela cintura e estocou forte, puxando os longos cabelos.

Não demorou muito e Raíssa se entregou ao orgasmo, que chegou em várias ondas, cada vez mais intensas. A vagina e as carícias de Regina e a pegada de Alberto a levavam às alturas. “Aiiiimmmmmmm!!!!!”


Ao ver a amiga se entregar e gemer tão alto enquanto não deixava de chupá-la, Regina também gozou, apertando Raíssa entre suas coxas e segurando firme em seus cabelos. “Tô gozando! Não para! Que delícia.... Aiiiiii!”.


As duas se esparramaram uma sobre a outra, no sofá, misturando todos os fluidos de seus corpos suados e excitados. Logo olharam para Alberto, ainda com o pau duro, e caíram na risada. Então, o cercaram de carinhos: o masturbaram, beijaram e, claro, o chuparam com gosto. Alberto gozou na boca e no colo de ambas, as banhando com sua porra abundante e quente.


Dormiram lá mesmo, nus, no sofá, enquanto combinavam a próxima visitinha de Raíssa...

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