Sobre vizinhas sexy e seus maridos (Parte 2)

Um dia após nossa deliciosa aventura, Priscila voltou a me chamar. Desta vez, porém, eu teria a companhia do maridão em uma ousada fantasia


As horas seguintes ao delicioso sexo com Priscila foram, para mim, uma mistura de prazer e preocupação. Na mesma medida em que recordar todas as cenas ocorridas naquela cozinha me enchia de tesão, a imagem do marido – o forte e mal encarado Douglas – descobrindo ter sido traído e vindo atrás de mim me deixava paranoico. Só fui pegar no sono tarde da noite, após me convencer de que era praticamente impossível que o maridão descobrisse algo. No dia seguinte, um sábado, acordei e fui à padaria mais próxima tomar um bom café.


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Ao deixar meu apartamento e bater o olho no visor do elevador, gelei. O marcador indicava justamente o oitavo andar, o mesmo de Priscila e Douglas. Pensei em desistir e descer de escada os três andares que me separavam do térreo, mas resolvi ficar. “São vários apartamentos por andar, e, além do mais, pode ser que eu encontre a Priscila sozinha. Não seria nada mau beijá-la novamente”, pensei com meus botões, já animado com a chance de rever minha musa.


Mas nem mesmo um roteirista de cinema pensaria em uma cena tão insólita como a que ocorreu. Quando a porta do elevador se abriu à minha frente, lá estavam a Priscila e seu marido. Ensaiei a maior cara-de-pau possível e entrei, desejando ao casal um despretensioso “bom dia”. Com o rabo do olho, percebi que Douglas, do alto de seu 1,90m, olhava para mim sorrindo. Gelei de novo. Pela primeira vez, ele foi simpático comigo, puxando papo sobre o tempo, futebol etc. Priscila, por sua vez, nos observava sorrindo de orelha a orelha, prendendo os longos cabelos morenos em um rabo-de-cavalo e exibindo sua barriguinha descoberta e suas coxas morenas e volumosas, já que usava um top e shortinhos de ginástica.


Nos despedimos na calçada e seguimos em direções opostas. Eu fiquei tentando imaginar o que provocara tamanha mudança de humor em Douglas.


Algumas horas depois, já de volta ao meu apê, eu estava cochilando no sofá, com a TV sintonizada em um burocrático jogo de futebol, quando o interfone tocou lá na cozinha. Meu coração saltou logo que ouvi a voz sexy de Priscila. “Oi, Alberto, tudo bem? Eu e o Douglas estamos tomando uns drinques e gostaríamos de te convidar. Você pode subir aqui?”. Em uma fração de segundo, diversos pensamentos invadiram minha mente: Douglas me dando uma surra enquanto a esposa assistia a tudo sorrindo; os dois me torturando ou... eu sendo convidado a participar de um ménage!


Claro que foi esta última possibilidade que falou mais alto em minha mente, cheia de desejo por Priscila. Embora estivesse intimidado pela enorme figura de Douglas, o desejo de fazer sexo com ela dominava meus sentidos. Minutos depois, após um bom banho e ficar todo cheiroso com uma calça jeans e camiseta, me vi tocando a campainha do casal. A sorte estava lançada!


Foi Douglas, apenas de sunga, quem abriu a porta, todo simpático. Logo atrás surgiu Priscila, em um minúsculo biquíni vermelho, de lacinhos. Não pude deixar de admirar o belo par de seios da morena, sua cintura fina e quadril farto, cujo destaque era um bumbum duro e carnudo. Como sempre, ela estava belíssima e esbanjando simpatia. “Acabamos de vir da piscina e nem trocamos de roupa. Quem bom que você veio!”, ela disse. Douglas, cheio de músculos, me ofereceu um belo copo de “Aperol Spritz” e me conduziu até a sala, iluminada pelo sol da tarde.


Após cerca de uma hora regada a um bom papo e muitas bebidas, eu já estava me sentindo bem à vontade. Douglas se mostrava cada vez mais simpático e até engraçado. A morena, por sua vez, me atiçava lançando olhares quentes em minha direção, ao mesmo tempo em que fazia cafuné no marido. A cada troca de olhares, sentia meu coração acelerar e aquela sensação deliciosa de perigo e tesão misturados invadir minha mente.


A uma certa altura, Priscila, visivelmente “alegrinha”, pulou para o colo de Douglas, reclamou que estávamos falando demais e lhe deu um demorado beijo na boca. E foi o marido quem levou o papo para o campo do sexo: “Desse jeito eu não vou poder me levantar. Com esta sunga e de barraca armada...”, disse, sorrindo. “Ah, é? Te deixei excitado?”, atiçou Priscila, pousando a mão esquerda na sunga de Douglas. “Olha só, deixei mesmo... Que malandro”, prosseguiu a morena, voltando a beijar o forçudo, mas agora também apalpando seu membro sobre o fino tecido. A ereção de Douglas já era visível, e logo Priscila estava afastando a sunga para que seu membro, bastante avantajado e grosso, saltasse para fora. Ela então o envolveu em sua mão e começou a masturbá-lo, lançando um olhar em minha direção. Eu me sentia hipnotizado pela cena, com o coração a mil.


“Senta aqui do meu lado, Alberto”, Priscila me pediu, com sua voz doce e sexy ao mesmo tempo. Douglas me fez um sinal de aprovação, e logo eu estava me acomodando ao lado da morena.


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Priscila não parou de masturbar o marido, mas virou-se para o meu lado e me presenteou com seu beijo quente, demorado e delicioso. Ela só largou o membro de Douglas para ajudar a me livrar da camiseta, desabotoar minha calça, baixar minha cueca boxer e também vislumbrar meu pênis, a esta altura já bem acordado. Agora ela tinha um membro ereto em cada uma de suas mãos, e brincava com eles ritmicamente, com experiência. Ao mesmo tempo, eu e Douglas começamos juntos a beijá-la, mordicar as suas orelhas e pescoço.



Mulher jovem e bonita sexy de lingerie deitada na cama


Coube ao marido o papel de desamarrar a parte de cima do biquíni, e voltei a me encantar com a beleza dos seios de Priscila: medianos, com marca de bronzeamento e suaves mamilos eriçados de tesão. Douglas e eu mergulhamos naquelas duas quentes elevações perfumadas, e nos esbaldamos as lambendo, chupando e mordiscando. Priscila gemia e se contorcia no sofá, sem soltar nossos pênis.


Douglas se agachou e tirou lentamente a parte de baixo do biquíni vermelho da esposa, e pude agora admirar o sexo de Priscila (na véspera, na cozinha, não tive tanto tempo). Seus lábios salientes e carnudos estavam úmidos ao redor do clitóris, que parecia latejar. Todo este apetitoso conjunto era adornado na parte de cima por um pequeno e bem aparado tufo de pelos castanho-escuro. O musculoso moreno retribuiu a masturbação à mulher, dedilhando com experiência seus lábios e clitóris, enquanto ia escorregando no sofá até o chão. Nesta posição, ele caiu de boca na vagina de Priscila, que gemeu alto e envolveu seu rosto entre as coxas.


Mas logo a morena mudou de posição, mostrando que estava disposta a muitas coisas quentes naquela tarde. Ela ficou de quatro, pediu para Douglas continuar a chupando por trás e passou a lamber meu pênis por inteiro, envolvendo a glande com sua língua esperta. Então, o colocou por inteiro em sua boca quente, fazendo um sexo oral ainda melhor do que aquele que recebi na véspera. Era delicioso a sentir gemendo pelas lambidas do marido com meu pau em sua boca! Douglas estava com o rosto encaixado por trás de Priscila, e agora ele também fazia sexo oral no ânus da morena, que rebolava e soltava gritinhos. “Ai! Uiii! Hummmm... É gostoso aí atrás! Continua, me deixa com vontade!”.


O maridão deu um tapinha na deliciosa bunda da esposa, se deitou no sofá e a puxou para cima de si, cortando o barato do meu sexo oral. Ela então o beijou e, com um rostinho bem malandro, se virou para mim e disse: “Não falei que meu marido ainda ia sentir seu gosto na minha boca?”. Eu não sabia onde enfiar a cara, mas Douglas soltou um misto de risada e gemido e ajeitou a mulher sobre seu pênis grande e latejante.


Priscila sentou rebolando no membro grosso do marido e logo começou a quicar sobre ele. Douglas cravou as mãos na bunda de Priscila e afastou as nádegas, deixando toda a cena bem visível para mim: seu mastro a penetrando, e o ânus “rebolativo” parecendo me convidar para a brincadeira. “Alberto, abre a gaveta da mesinha aí do seu lado. É para você”, disse o marido, provocando gemidos de Priscila. “Aiii! Hummm... É hoje que vou realizar minha fantasia, amor?”.


Dentro da gaveta havia um tubo de lubrificante e um pacote de camisinhas. Imediatamente coloquei o preservativo e besuntei meu pênis com o líquido deslizante. Priscila, a essa altura, seguia cavalgando Douglas, mas se virou para trás e fim de me observar e tomou de minhas mãos o lubrificante, o derramando em suas nádegas. “Esfrega todinho no meu bumbum, esfrega? Deixa ele todo lisinho...”


Claro que obedeci, aproveitando também para lubrificar e acariciar o ânus da morena. “Posso brincar com esse cuzinho lindo?”, sussurrei. A resposta veio por meio de gemidos e de movimentos mais vigorosos de Douglas, claramente excitado.


Após muitas carícias, com direito a passeio do meu pênis ereto por aquela região tão sexy e deliciosa, introduzi gentilmente um dedo no ânus de Priscila, que gemia e rebolava. “Mais!”, ela pediu, dando a deixa para que eu enfiasse o segundo dedo. Ela então deixou o corpo cair sobre o do marido, e os dois gemiam e se contorciam juntos. “Sempre quis fazer dupla penetração, que tesão!”, ela sussurrava. “O pauzão do meu marido comendo minha bocetinha e um pau gostoso e todo certinho como o seu, Alberto, me pegando por trás. Vai, me come gostoso!” Douglas gemia e dava tapas na bunda da mulher. “Safada! Tesuda! Gosta de pica e não resiste...”.


Eu também estava tomado pelo tesão. Me posicionei por trás de Priscila, ajeitei meu membro e comecei a penetrar de forma firme, mas paciente, naquele ânus quente, apertado, e tão apetitoso. “Ahhhhhhh!!! Que dorzinha gostosaaaa!”, gemia a morena, e a cada vez que ela se acostumava e relaxava eu a penetrava mais um pouco.


Logo eu estava inteiro dentro dela, a “ensanduichando” junto com o maridão. Era possível sentir o pênis de Douglas na vagina molhada e quente, e ele certamente sentia o meu penetrando o ânus da esposa. Nossos sacos também se encostavam. Nós três gemíamos e rebolávamos, misturando nosso prazer e nossos fluidos. “Que delíííííciaaaa! É tão bom quanto eu imaginava! Me comam! Me fodam gostoso! Adoro esses paus me comendo a bocetinha e o cuzinho! Comam sua putinha!”, gemia a morena. Douglas começou então a enfiar bem forte e selvagemente, visivelmente tomado pelo prazer. Eu também aumentei o ritmo, delirando.


Priscila começou a gemer mais alto e, de repente, emitiu o gemido alto, agudo, cravando as unhas nos ombros do marido e depois as cravando em minha coxa. “Uiiiiiii! Hummmmm!!! Tô gozando demaaiiiissss!!!” Ela suava, rebolava e agora parecia desfalecer sobre o corpão de Douglas. “Delíciaaaa!”, disse, entre espasmos que faziam todo seu corpo tremer.


Eu não resisti à toda aquela cena e acelerei, fazendo meu pênis quase sair e depois entrar de forma vigorosa, inteiro, no ânus da morena, cada vez mais rápido. Então soltei um urro e gozei, sentindo meu membro bombar uma grande quantidade de líquido branco e quente no preservativo, dentro de Priscila. “Isso, goza gostoso no meu cuzinho, que sensação boa”, sussurrava a morena. Douglas gozou em seguida, e seu esperma inundou a vagina sexy, escorrendo por entre seus corpos.


Fiquei alguns minutos estirados no sofá, enquanto Priscila e Douglas, ainda na mesma posição, trocavam sussurros e carícias. Ela se levantou logo depois, me olhou com aquele jeito incrível e me estendeu a mão. Me levantei, seguido por Douglas, que segurava a outra mão da esposa. Priscila nos conduziu até o banheiro e juntos tomamos um delicioso banho, durante o qual ela ensaboou, acariciou e enxaguou com capricho nossos pênis (a esta altura já ficando eretos novamente).


Após o banho, entramos no quarto do casal. Priscila se sentou na borda da cama, de frente para mim e para Douglas, e começou a nos chupar e masturbar. Ela era boa demais nisso! Alternava os pênis em sua boca, nos olhando com cara de safada e com carinho, e logo estávamos a ponto de bala novamente. Ela então subiu na cama, de quatro, e me puxou. “Me come, Alberto. Me come gostoso e selvagem enquanto o meu maridinho assiste. Ele gosta de assistir...” Olhei para Douglas, que apenas balbuciou, visivelmente louco de tesão. “Come ela para eu ver ela tendo prazer...”.


Me encaixei atrás daquele monumento, segurei firme sua cintura com uma mão, com a outra puxei firme seus cabelos e a penetrei com firmeza, mas ainda sem muita pressa. Eu fui acelerando e rebolando aos poucos. Priscila gemia e também rebolava, enquanto Douglas assistia a tudo acariciando o pênis. “Bate punheta pra mim, bate! Bate forte punheta com esse pauzão!”, ordenou a morena, prontamente atendida pelo maridão. Eu resolvi entrar no jogo. “Que bocetinha gostosa que você tem, Priscila. Como você é tesuda! Gostosa!”.


Douglas não resistiu. Se aproximou do rosto da esposa e gozou, gemendo alto e jorrando sobre ela uma enorme quantidade de líquido branco e quente. “Goza, meu amor, goza... Aiiii! Jorra essa porra em mim enquanto eu sou comida por outro! Vai, Alberto, fica me comendo que ele já gozou, tá vendo?”


Eu passei a penetrá-la com mais vigor, sentindo todo aquele tesão voltar a se apoderar de mim. “Vou gozar também!”, avisei, e a morena gemeu alto, avisando que também estava chegando ao orgasmo. “Que delícia ser fodida assim, tô gozaaandooo!”. Enquanto ela deixava seu corpo trêmulo e arrepiado tombar sobre o colchão, gozei sobre sua bunda e suas costas, beijando seus ombros e mordiscando sua nuca.


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Tomamos outro banho. Douglas e Priscila me explicaram que eram praticantes do swing e de ménage há muitos anos, e que me consideraram o parceiro ideal para suas fantasias. Voltamos a nos divertir juntos mais vezes. Porém, Douglas foi transferido para outra cidade e o casal se despediu de mim para sempre, sem sequer deixar contatos. Até hoje me perco com aquelas deliciosas lembranças, pensando – com um misto de ciúme e inveja – no felizardo que me “substituiu” nesta nova cidade.

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