Aquele sonho erótico a deixou para lá de inspirada

Com os olhos vendados, ela era possuída pelo noivo e por um desconhecido. Ao acordar e se lembrar de tudo, ela se entregou a uma deliciosa masturbação


Acordou com o lençol revirado entre suas pernas e o cabelo invadindo metade do rosto, amassado contra o travesseiro. Virou de barriga para cima, afastou as mechas castanho-claro e abriu os olhos, percebendo pela penumbra que invadia o quarto por entre as frestas da persiana que já era de manhãzinha. Olhou ao redor e não viu Titã, o gato de estimação, que já devia estar fazendo a ronda matinal pelo resto do apartamento. E foi então que se lembrou, percebendo ainda estar excitada.


Havia tido um delicioso sonho erótico, mas os detalhes teimavam em fugir de sua memória. Tinha algo a ver com o noivo, Alberto, e um outro rapaz. À medida em que ia entrando no clima do sonho, foi se sentindo cada vez mais úmida, com os seios eriçados e a boca cheia d’água. Precisava recordar...


Levou a mão para baixo do lençol e sentiu a confortável calcinha cor-de-rosa, de algodão. Enfiou a mão por baixo do elástico e estremeceu ao sentir os grandes lábios depilados e sensíveis; os pequenos lábios molhados e quentes. Chegou ao clitóris e gemeu baixinho com a sensação provocada pelo contato dos dedos ávidos com aquele botão proeminente, que parecia latejar e clamar por fricção.


Enquanto abria as pernas e tateava gentilmente o grelo com a mão direita, a esquerda explorava sua barriga lisa e arfante, até chegar aos seios, médios e empinados. Os mamilos, sempre muito sensíveis quando excitados, estavam duros, quase doloridos. Ela os acariciou e massageou, enquanto se sentia cada vez mais pronta para receber o que tanto desejava: homens gostosos, hábeis e atenciosos, com membros grossos.


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Foi então que imagens do sonho começaram a invadir sua mente, tal qual um computador que finalmente carrega um pacote de fotos. Ela estava nua sobre um colchão, e Alberto havia vendado seus olhos. Sem nada enxergar, ela tinha apenas o tato, a audição, o olfato e o paladar para identificar o que surgia pela frente.


E a primeira coisa a surgir, ela logo identificou pelo tato, foi a barriga dura e musculosa de Alberto. Ao descer a mão, sentiu seu membro quente, duro e grosso, pronto para ser masturbado e chupado. Sua boca ficou tomada por saliva e ela engoliu o pau do noivo com sofreguidão, sugando toda a seiva que começava a brotar pela glande.


À medida que as cenas do sonho surgiam, ficava mais e mais excitada. Agora já estava com as pernas bem abertas, a calcinha toda afastada para o ladinho e a mão explorando com velocidade e pressão seu clitóris. As pontas dos dedos ensaiavam penetrar sua vagina quente e apertada, cada vez mais carente de um bom volume.


Já havia chupado bastante Alberto e se preparava para beijá-lo, quando percebeu ele segurando sua mão e a colocando sobre um outro corpo masculino. Quis gritar e tirar a venda, mas não conseguiu. O desejo era mais forte. Aquele corpo também era forte e quente: coxas grossas, bunda dura e volumosa, barriga firme. Respirou fundo e tateou o pênis, ficando muito espantada com seu tamanho e grossura. Nunca havia sentido um pau com estas proporções. O acariciou, sentindo o coração disparar e a boceta ficar completamente pulsante e molhada. Então, o encaixou aos poucos em sua boca, o sugando e chupando à medida em que tentava colocar o mais fundo possível.


Agora ela já se masturbava freneticamente, confessando a si mesma que desejava aqueles pintos passeando pelo seu corpo e chegando à sua boca. As coxas agora espremiam sua mão, que friccionava o grelo inchado, enquanto a outra mão estava em sua boca: ela chupava três dedos sonhando que fossem um membro.



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'Vamos fazer igual ao sonho?'


O desconhecido agora chupava sua bocetinha, a enlouquecendo com a ponta da língua sobre seu clitóris, em movimentos circulares e verticais. Agora ele dava estocadas com a ponta da língua sobre o grelo, enquanto introduzia o dedo grosso na vagina. Enquanto ela gemia e se contorcia de olhos vendados, Alberto a beijava e oferecia seu pau lambuzado e cheiroso para continuar sendo chupado.


Ela queria demais aqueles homens, e já não resistia. Dois dedinhos entravam e saíam de sua vagina apertada e muito molhada. Até mesmo seu ânus pedia contato, à medida em que os fluidos de seu sexo também o deixavam molhadinho e carente.


Agora o desconhecido, que não dizia palavra, abriu bem suas pernas e encostou o pau em sua buça, fazendo ela gemer ao sentir o contato quente contra seu grelo pulsante. O safado pincelou a pica pela xoxotinha, ajeitou e penetrou. Que delícia aquela grossura toda, quente e dura, a invadindo, centímetro por centímetro. Como ela gemia e se contorcia a cada movimento daquela invasão máscula e cafajeste! O malandro foi aumentando o vaivém e a abrindo todinha, enquanto Alberto a massageava e pedia para que ela continuasse a masturbá-lo enquanto era comida.


A esta altura ela já havia retirado a calcinha e a blusinha de pijama, brincando nua em pelo sobre os lençóis bagunçados. O tesão era tanto que ela se virou de costas, acariciando a xana e a esfregando no colchão, enquanto apertava os seios.


O desconhecido agora a colocou de quatro, na beirada do colchão e a penetrou em pé, por trás, enquanto dava palmadas em sua bunda e puxava seus cabelos. Ela sentia uma dorzinha com todo aquele pau entrando e saindo, cada vez mais rápido, de sua xoxotinha, mas a consequência disso era apenas mais prazer. Prazer que só aumentou quando Alberto ajoelhou-se à sua frente e deu o pau para ser chupado.


Ela gostou demais dessa parte do sonho, e também ficou de quatro na vida real, se masturbando por trás e rebolando a bundinha, bem aberta e empinada. Em um puro reflexo, a outra mão alcançou seu ânus, que há tempos piscava por atenção. Soltou um gemido profundo, de alívio, ao acariciar aquele botãozinho estreito, louco para ser invadido por algo quente, grosso e másculo.


No sonho, Alberto e o macho desconhecido agora a envolviam em seus braços e a beijavam, acariciavam. Ela delirava com o toque dos lábios e das mãos fortes em seu corpo, mas também com aqueles membros pontudos passeando sobre ela. O anônimo se deitara de barriga para cima e a puxara para cima dele, a fazendo se encaixar e se sentar sobre o pauzão. Entrou tudinho, e ela começou a quicar, rebolando. Foi quando sentiu Alberto se encaixando por trás, passeando o pinto duro sobre seu ânus e o deixando prontinho para ser penetrado. Sim, no sonho ela fazia uma dupla penetração e tinha o cuzinho todo saboreado pelo noivo. Os dois começavam a gemer alto e a elogiar, alternando carícias com palmadinhas. Agora ela delirava sentindo o pauzão do desconhecido bombando muito gozo dentro dela, enchendo a camisinha. Já Alberto gozava em sua bundinha, que ficava repleta de líquido quente e branquinho.


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Ao se recordar desta parte do sonho, ela foi à loucura. Colocou os dedinhos em sua vagina e fez um vaivém bem forte, enquanto acariciava o cuzinho. Começou a sentir um intenso orgasmo, e gemeu alto ao sentir o corpo formigar e levitar, depois estremecer. Algumas lágrimas escorriam de seu rosto enquanto ela se contorcia sobre o colchão, gozando sem parar, como se todos os poros de seu corpo houvessem virado zonas erógenas.


Titã, o gato, veio verificar o que estava acontecendo. E ficou feliz ao ver a dona daquele jeitinho mais uma vez. Sempre que isso acontecia ela levantava feliz, tomava banho e o enchia de carinhos e quitutes durante o café.


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