Ela Perdeu a Aposta e Pagou Com Gosto

Atualizado: 4 de out. de 2018

Ela topou o desafio do amigo e teve de cumprir o prometido. Sorte dos dois...


Cátia e Rogério eram amigos inseparáveis na faculdade. Ela, morena de cabelo liso e volumoso, pele bronzeada, bumbum grande, firme e seios fartos. De sorriso fácil e olhos castanhos sempre brilhantes, fazia amizades e conquistava corações com a mesma facilidade. Ele, de visual atlético, descolado, com o cabelo curtinho e a barba por fazer, também estava sempre rodeado por amigos e moças interessadas. Os dois viviam sempre juntos, trocavam confidências, mas nunca haviam se pegado. Uns diziam que era porque eles não queriam estragar a amizade. Outros, que era porque sempre que um ficava solteiro, o outro começava um rolo ou namoro. As duas hipóteses eram verdadeiras.


Uma das diversões preferidas de Cátia e Rogério era fazerem apostas. Quem tiraria a maior nota, qual candidato venceria as eleições, quem iria beijar quem na festa... Tudo era motivo de aposta para os dois. O objeto da aposta também variava bastante: já havia sido dinheiro, cerveja, garrafa de vinho, buscar o outro em casa ao longo de uma semana, etc.


Certa vez, quando ambos estavam finalmente solteiros há tempos, Rogério lembrou Cátia de que no próximo domingo os times de futebol para os quais cada um torcia iriam se enfrentar. “Você está me contando isso porque quer fazer uma aposta?”, adivinhou Cátia, perguntando em seguida o que os dois iriam apostar. Rogério respirou fundo, encheu os copos dos dois de cerveja, olhou ao redor para ver se não havia ninguém por perto e respondeu: “Se o meu time ganhar, você me mostra ‘ela’. Se meu time perder, eu te mostro ‘ele’”.


Cátia soltou uma grande risada. “Nunca! Agora você foi longe demais! Viajou!”. O garotão insistiu, lembrando que já haviam apostado de tudo, que eram grandes amigos, que iriam dar risada e, o principal, que ele não iria contar nada para ninguém. “Você é louco”, rebateu a morena, já deixando claro que ao menos estava considerando o assunto. A verdade é que eles tinham desejo um no outro, e Cátia admitia a si mesma que já andava subindo pelas paredes após ficar tanto tempo sem transar. “Esta aposta é excitante, convenhamos”, ela pensou, olhando para o copo, antes de dar a resposta. “Combinado. Mas não pode tirar foto e é só olhar e parar quando eu mandar!”. Rogério concordou.


No domingo, cada um assistiu ao jogo com um grupo diferente de amigos. Nervosos em dobro sem poder contar para ninguém, acompanhavam cada lance com um misto de ansiedade e excitação. O time de Rogério abriu o placar logo no início, mas o de Cátia empatou ainda no primeiro tempo. Aquele empate modorrento estava deixando os dois mal-humorados, até que, já nos acréscimos, o time de Rogério fez o gol da vitória. “Ganhei! Se prepara, amanhã passo na sua casa”, berrou o rapaz no telefone celular. “Ai, porque fui entrar nessa?”, rebateu Cátia, com o coração a mil por hora.


No dia seguinte, a morena pulou da cama cedo e tomou um demorado banho, durante o qual percebeu que estava excitada com a situação. Gostava da ideia de ver os olhos de Rogério sobre seu sexo, a desejando. Sentindo os seios eriçados e a boceta úmida, depilou os grandes lábios e aparou os pelinhos logo acima, em formato de um pequeno triângulo invertido. Vestiu uma camisa justa, preta, sem sutiã, e uma minissaia jeans, sem calcinha. Minutos depois, o interfone tocou e o porteiro anunciou que Rogério estava subindo.


O sortudo apareceu sorrindo, mas um tanto quanto encabulado. Estava de camiseta e calça jeans. Ao cumprimenta-lo, Cátia se arrepiou ao sentir o perfume que ele usava de vez em quando e do qual ela tanto gostava. “Senta ali no sofá”, ela disse.


Mulher com as mãos na cintura pose sensual desafiadora

Quando Rogério se sentou, a morena se posicionou em frente a ele, de pé. Depois, afastou ligeiramente as pernas e provocou.


“Então você quer ver?”. Ele acenou positivamente com a cabeça, visivelmente excitado. “Quero. Ganhei a aposta e mereço o prêmio completo...”



Mal ele terminou de falar, Cátia começou a erguer lentamente a minissaia, centímetro por centímetro, até revelar a Rogério sua xoxota morena e suculenta. Estava encharcada. “Gostou?”. Rogério parecia hipnotizado. “Muito. Sempre quis ver, sabia?”. Por impulso, ele pediu: “Brinca com ela para mim? Como você faz?”. Trêmula, Cátia levou os dedos da mão direita até a xaninha e acariciou o clitóris de leve, com movimentos para cima e para baixo, e depois, circulares. “Você já está no lucro. Era só para vê-la, e agora você já está me assistindo fazer isso...”


Rogério já tinha a resposta na ponta da língua. “Já que com a gente é tudo diferente, mesmo tendo vencido a aposta eu vou te mostrar ele.” Dizendo isso, desabotoou a calça jeans, abriu o zíper e baixou a cueca azul, revelando a Cátia um pau muito duro e grosso, avantajado e com a cabeça rosada, brilhando. A morena, sem parar de brincar com a própria bocetinha em frente a Rogério, ficou com a boca entreaberta e cheia de saliva. “Senta aqui, senta”, pediu Rogério, prontamente obedecido. Cátia abriu mais as pernas e sentou de frente para Rogério, em seu colo. Quando a xoxota roçou no pau duro e quente, a morena soltou um gemido longo e abraçou Rogério. Finalmente os dois se beijaram, de um jeito bem excitante, cheios de tesão.


O rapaz desabotoou a blusa da amiga e delirou ao dar de cara com os seios volumosos e firmes, com os bicos eriçados. Passou a ponta da língua ao redor deles, fechando o movimento circular até encontrar os bicos durinhos. Então deu mordiscadas, leves estocadas com a língua, colocou a boca toda, enchendo ambos com sua saliva e passeando as mãos. Enquanto isso, Cátia rebolava e delirava com o clitóris deslizando pelo pau de Rogério, já todo lambuzado com seu líquido. Era hora de meter, decidiu o rapaz, ajeitando o membro na entrada da bocetinha e projetando o quadril para cima. Cátia gemeu alto ao sentir cada centímetro penetrar seu sexo, até que o saco do moreno encostasse em sua bunda.


Rogério era bom no que fazia. Com as mãos firmes na bunda da morena, às vezes dando palmadinhas, metia forte e rápido, mordiscando o pescoço, chupando os seios e falando cafajestagens no ouvido. “Gostosa! Tesuda! Quer pau, quer?”. Cátia também se soltava para o amigo. “Quero! Faz forte, mete bastante! Aiiiiii......!”.


Agora era hora de comer a morena de quatro e curtir o visual daquela bunda gostosa, pensou Rogério, enquanto retirava o pau com calma e direcionava o corpo obediente de Cátia. Ela empinou bem o quadril, deixando a bunda bem aberta e a boceta totalmente oferecida. O rapaz ficou doido com a cena e caiu de boca. “Aiiii... Doido! Ai, que gostoso”, aprovava a morena, sentindo a língua esperta passear pelo seu grelo e entrar de leve em sua xana. Rogério então mudou o alvo e levou a língua até o cuzinho apertado, totalmente oferecido a ele. Cátia rebolava e endoidou ao sentir os dedos de Rogério fazendo movimentos circulares em seu ânus. “Que gostoso! Nunca me comeram aí, você quer um dia?”.


“Claro que quero”, respondeu Rogério, agora dando uma surrinha de pau na bunda da amiga...

Ele então ajeitou o cacete e meteu de um jeito firme, mas lento e decidido, na boceta molhada, até o fundo. Começou a rebolar, segurando firme nos seios de Cátia, que parecia desfalecer. Agora segurando firme a cintura da morena com uma mão e puxando o cabelo com outra, passou a meter forte e rápido, fazendo com que o barulho dos corpos se chocando enchesse os dois de tesão. “Aiiiiiii! Estou gozandooooo!”, gritou Cátia, rebolando. Rogério não se segurou mais e, com um gritou rouco e másculo, retirou o pau e gozou, fazendo jorrar sua porra quente pelas costas e bunda da morena.


Após alguns minutos, os dois tomaram um delicioso banho e seguiram juntos para a faculdade. “O que vamos apostar da próxima vez?”, perguntou Cátia, com malícia, enquanto o elevador descia para o térreo. “Pode deixar que eu já sei”, respondeu Rogério, todo satisfeito, apalpando a bunda carnuda da morena, que sorriu, excitada.


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