Finalmente experimentei aquele coroa, e não me arrependi

Ela sentia os olhares daquele ‘gentleman’ sobre seu corpo, mas sabia que precisaria tomar a iniciativa. Então, se livrou da calcinha sob a minissaia...


Ele se chamava Paulo. Era um homem rico e bem mais maduro do que eu, na casa dos 45 a 50 anos. Às vezes, como uma forma de ganhar um dinheiro extra nos tempos de faculdade, eu ia até o escritório dele e o ajudava a organizar alguns documentos, os transferindo para o formato digital. Apesar de Paulo ser muito educado e discreto, até mesmo meio tímido, eu sentia seu olhar de interesse quando nossos olhos se cruzavam. Aliás, eu também ficava com a sensação de que ele admirava meu corpo, discretamente, quando eu me virava de costas.


Me chamo Cláudia, tenho cabelos cor de mel, bem compridos e volumosos, pele bem branquinha, seios médios e empinadinhos (que eu adoro valorizar com decotes), cintura fina e um bumbum bem volumoso e durinho. Desde cedo aprendi que é disso que os homens gostam, embora eles adorem elogiar meu sorriso de dentes branquinhos e pequeninos, meu nariz arrebitado e meus olhos castanhos.


Sinceramente? Nunca fui santa, e gostava de ser desejada por aquele coroa bonitão e charmoso, com ares quase aristocráticos. Paulo tinha ombros largos, mãos grandes e firmes, sorria com a boca e com os olhos. Seu cabelo, já meio grisalho, estava sempre bem penteado para o lado, lhe dando um ar de “Super-Homem”, já que seu queixo quadrado o deixava parecido com uma versão veterana do herói.


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Se Paulo era casado? Claro que sim! A mulher dele se chamava Leila, e era uma pessoa seca, antipática, esnobe mesmo. Não dava para entender o que um homem tão bonitão e educado via naquela uva-passa metida a besta... Bom, eu não nego que o jeito com o qual Leila me tratava aumentava a minha satisfação em saber que o marido me desejava secretamente.


Chegou uma época na qual eu estava muito carente, já que havia terminado meu último namoro há seis meses e não surgia ninguém interessante. Aliás, carente? Melhor dizer que eu estava subindo pelas paredes, mesmo. Como Paulo era o único homem interessante que eu via, apesar de 25 anos mais velho do que eu, comecei a ter fantasias e desejos com ele.


Eu ficava com a respiração acelerada, os pelos arrepiados e úmida toda vez que ele me olhava daquele jeito e o cheiro gostoso do seu perfume másculo e caríssimo invadia minhas narinas e bagunçava os meus sentidos.


Era um sábado, e Paulo me telefonou perguntando se poderia ir com ele até o escritório para procurar uns arquivos no computador. Eu o encontraria lá em algumas horas. Foi quando decidi fazer uma loucura. Tomei um banho bem quente e demorado, durante o qual me depilei de um jeito bem sexy, deixando apenas uma fileirinha de pelos cor de mel sobre meus lábios e clitóris rosadinhos e proeminentes. Fiquei excitada enquanto me preparava, decidida a ser daquele homem...


Vesti uma camisa justa, deixando um decote que evidenciava meus seios eriçados, uma minissaia e botinhas. A lingerie? Branquinha, de renda, bem cavadinha...


Já no escritório, não demorou para eu começar a sentir o olhar de Paulo sobre minhas coxas e meu decote. Mas coroa era um “gentleman”, e eu sabia que teria de tomar a iniciativa para que ele tivesse uma atitude.


Excitada com todo aquele clima de escritório vazio e só para a gente, fui ao banheiro e tirei a calcinha. Foi uma delícia, muito excitante, mesmo, voltar ao encontro dele sentindo que apenas o fino tecido da saia separava meu sexo daquele homem.


Em frente à grande mesa de madeira escura da qual o coroa comandava sua empresa, havia um sofá de couro. Peguei uma pasta fingindo procurar seus arquivos e até este sofá, ficando de frente para Paulo. Me sentei e abri as pernas, com o coração a mil.



Mulher sexy lábios boca costas lingerie
'Quer me f* gostoso? Então se ajoelha e vem'


Curiosa, tirei os olhos da pasta e olhei para o rosto do coroa. Ele estava vermelho, com a boca entreaberta, olhando fixamente para minha boceta. “Quer?”, perguntei, abrindo ainda mais as pernas. “Quer me foder gostoso? Então se ajoelha e vem.”


Foi uma delícia ver aquele coroa poderoso e educado se ajoelhar e vir até mim com uma cara que parecia a mistura de um cachorro tarado com a de um garoto carente. Quando ele chegou até mim, segurei sua cabeça pelos cabelos grisalhos e volumosos, a encaixei entre minhas coxas, joguei o corpo para trás e ordenei. “Me chupa.”


Felizmente, Paulo era mesmo um homem experiente e hábil. Sua boca quente envolveu meu sexo sem cerimônia, sugando toda minha seiva. Sua língua esperta passeava sobre meu clitóris de um jeito bem ritmado, sem ansiedade. Fui ficando mais e mais excitada, abrindo bem as pernas e gemendo gostoso. Quando ele fez uma sucção deliciosa em meu grelo e enfiou o dedo grosso em mim, quase gozei.


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Foi então que tirei o rosto dele de minha bocetinha e o beijei. Adorei sua boca e sua língua, além de sempre amar sentir meu próprio gosto na boca de um homem. Então fui desabotoando um por um os botões de sua fina camisa social e comecei a beijar seu peito largo e gostoso, sugando seus peitos e o fazendo se arrepiar, gemer.


Ao mesmo tempo, soltei seu cinto e desabotoei sua calça social, enfiando minha mão por baixo de sua elegante cueca boxer. O pênis do coroa estava muito duro, delicioso. Ele era comprido, grosso e pulsava quente em minha mão. Comecei a bater uma punheta, muito excitada ao assistir aquele homem fino se contorcendo e gemendo de tesão. “Quero chupar seu pau, posso?”, perguntei, com cara de safada. Paulo fez que “sim” com a cabeça. “Então fica de pé, vamos!”


Ele imediatamente ficou em pé, enquanto eu continuava sentada no sofá, com as pernas abertas. Seu pênis ficou bem à altura do meu rosto e comecei a passear minha língua desde o saco até a glande, passando por todo o comprimento. Quando ele já estava bem meladinho, o coloquei inteiro em minha boca molhada e quente. “Hummm, que pau gostoso!”, eu elogiava, entre uma chupada e outra. Ele gemia, acariciando meus cabelos e minhas costas.


Quando percebi que ele já estava no ponto de gozar, e eu havia matado minha vontade de fazer oral, fiz Paulo se sentar ao meu lado no sofá e voltei a beijá-lo, acariciando seu pênis apetitoso. Com a outra mão, desabotoei minha blusinha e o mandei tirar meu sutiã. Meus seios são muito sensíveis e estavam já doloridos, loucos para serem acariciados, beijados.


E o coroa sabia o que fazer. Ele caiu de boca nos seios, como se fossem o parque de diversões de seus lábios e de sua língua. Era chicotadinha, chupadinha com mordiscava, chupadona com lambidas molhadas... Finalmente ele não resistiu e colocou a mão na minha bocetinha molhada, acariciando meu clitóris com bastante precisão. Quase gozei com aqueles movimentos tão gostosos.


Finalmente empurrei Paulo para o encosto do sofá e subi em cima dele, ordenando que ele continuasse chupando meus peitos. Ao mesmo tempo, rebolei meu clitóris sobre seu pau latejante e percebi que já não aguentava mais. Precisava ser fodida.


Ajeitei aquele cacete maduro e gostoso em minha vagina e me sentei devagarinho. A cada centímetro que me invadia, eu gemia de tesão e alegria. Era delicioso! Paulo também gemia, e eu sabia que ele estava delirando com minha xoxotinha apertada, quente e muito molhada. Quando ele ficou inteiro dentro de mim e senti seu saco grande beijando meu bumbum, comecei a cavalgá-lo gostoso.


O coroa tentou me abraçar e me beijar, mas não deixei. “Fica com os braços parados, que é que vou foder”, eu disse, ficando na ponta dos pés e começando um sobe e desce bem rápido, quicando naquele membro quente e alternando com reboladas.


Paulo, então, ficou fora de si. Toda aquela fleuma, aquele ar de “gentleman”, foi para o espaço. Ele agarrou firme minha bunda, colocou dois dedos sobre meu ânus e gritou.


“Tesuda, gostosa! Estava louco por essa boca, esse corpo, essa bunda!” E também começou a meter forte, me agarrando pela cintura.


Sem mais se aguentar, ele me afastou e se levantou. Então, num gesto brusco e másculo, girou meu corpo e fez com que eu ficasse de quatro no sofá. Eu arrebitei bem a bunda e me empinei todinha, delirando de vontade. O coroa deu tapas bem safados na minha bunda e me chupou de novo, por trás. Depois, passeou com a língua em meu cuzinho, que já estava piscando muito... “Você é muito boa, vai dar sempre pra mim!”


Então o coroa puxou meus cabelos clarinhos, encaixou o pau em minha xoxota e voltou a meter firme e forte, mas, de início, sem pressa. Ele alternava com reboladas quando entrava inteiro em mim, me levando ao delírio, e ia acelerando aos poucos, até começar a fazer bem rápido. O corpo quente dele em minha bunda produzia um som gostoso, um som de sacanagem, de tesão. Ele me dava tapinhas e puxava forte meu cabelo...


Não demorou para que eu sentisse um orgasmo delicioso me invadir, um dos melhores que eu já tive. Foi demorado, intenso, de fazer gemer, rebolar e até chorar. Enquanto eu me remexia, oferecendo todo meu sexo, minha bundinha para ele, Paulo também não se aguentou e gozou. Ele tirou o pau e esguichou jatos e jatos de porra quentinha e bem branca sobre todo meu corpo. Costas, bunda, seios... Tudo ficou marcado pelo gozo daquele coroa gostoso e apetitoso.


Olhei para cima e o vi arfando, com o cabelo finalmente despenteado, e sorrindo de alegria. Percebi que seria capaz de me apaixonar por um homem tão mais velho.


Desde aquele dia somos amantes. Ele gosta que eu o chupe no escritório, enquanto comanda reuniões pelo telefone. Eu gosto de ser pega em cima daquela mesa, jogando toda papelada no chão e sentindo ele entrar todinho em mim.


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