Cláudia e o ménage com o amigo e um sujeito misterioso

Mulher discreta, mas independente e fogosa, ela queria escolher entre César e Thiago. Mas acabou ficando com os dois e foi à loucura.


O calor escaldante, a sombra sob o guarda-sol, o barulho das ondas quebrando a poucos metros e a cervejinha gelada formavam o cenário ideal pelo qual Cláudia ansiava desde o começo da semana. De óculos escuros e viseira protegendo o rosto, podia observar à vontade o vaivém de pessoas na praia. Adorava a diversidade de tipos físicos e dedicava vários minutos tentando adivinhar detalhes da vida de cada uma daquelas pessoas.


De biquíni branco, com detalhes em vermelho, Cláudia sabia que chamava a atenção dos homens ao redor. O tecido cavado cobria parcialmente seu farto bumbum durinho, e a parte de cima evidenciava seus seios médios e firmes. A cintura fina e as coxas grossas completavam o conjunto, sem esquecermos dos cabelos lisos e volumosos, com fios alourados. O rosto era bonito e evidenciava inteligência, com olhos castanhos muito vivos e boca de lábios finos, mas bem desenhados.


Aos 30 e poucos anos, ela era muito segura quanto ao sexo. Simplesmente adorava, e não conseguia viver sem transar. Já havia namorado sério algumas vezes, além de ter tido muitos casos e transas casuais. Homens ricos, durangos, mais jovens, mais velhos, malhados, barrigudos... Muito bem-dotados, pequenos... Cláudia já havia experimentado quase de tudo no “departamento masculino”, menos ménage ou swing. Vontade não faltava. Se não estivesse namorando, não tinha pudores em receber as cantadas e convites, aceitando sair com o homem mais interessante que surgisse a fim de saciar seus desejos. Pouco importa se nunca mais o visse. Mas ela fazia tudo sempre com muita discrição, e nem mesmo amigos e amigas mais íntimas ficavam sabendo de muitas de suas aventuras.


Naquele momento, Cláudia estava solteira e já começava a pensar constantemente em sexo. Sabia que logo estaria no “limite”, e que dificilmente iria embora daquela temporada solitária no litoral sem transar. Restava saber qual seria o homem mais bacana a lhe paquerar, e quanto tempo ia demorar para isso acontecer.


Sentada sob o guarda-sol fazendo sua observações, ela ficou feliz ao reconhecer César saindo da água com a prancha de surfe à tiracolo. Amigos desde a adolescência, ela já havia ficado com ele há muitos anos, naquela mesma praia, mas não chegaram a transar. Cláudia o achava bonito e gostoso, com seu corpo atlético, coxas peludas e firmes, bumbum carnudo, lábios grossos e cabelos escuros ondulados emoldurando um rosto forte, sempre com barba por fazer. Logo atrás de César vinha um outro cara, também com prancha de surfe. Este segundo tipo era alto e muito forte, com cabelo bem curto e rosto bonito, mas mal-encarado. Até parecia um segurança particular. Os dois agora começaram a jogar frescobol a alguns passos da cadeira de Cláudia, que agora se bronzeava ao sol. Como era de se esperar, logo a bolinha veio parar nos pés da moça, que a apanhou e entregou sorrindo para César. Os dois se cumprimentaram com beijos e um longo abraço e, após alguns minutos de conversa, o rapaz voltou ao jogo com seu amigo.


Cláudia já estava decidida a jogar sua rede e, muito segura de seus atributos, fechou a revista que folheava e se ajoelhou para ajeitar uma canga sobre a areia, ficando alguns segundos de quatro para os rapazes, que não puderam evitar a secada em sua bunda carnuda. Ela se deitou sorrindo, ciente de que já estava chamando atenção. De fato, não tardou e César se aproximou com o amigo. Traziam algumas cervejas e pediram licença para dividir o guarda-sol com ela. O rapaz forte e misterioso se chamava Thiago e era sócio de César em uma loja de roupas e acessórios para surfe. Apesar do jeito carrancudo, era educado e logo se mostrou totalmente interessado por Cláudia, a quem enxia de perguntas e não perdia a oportunidade de elogiar.


Após algumas horas e muitas cervejas, o trio já estava íntimo e solto. Cláudia se sentia com a libido nas alturas, pois sabia que havia dois belos homens interessados em conquista-la. Enquanto conversavam e riam, os olhares se cruzavam e ela sentia os seios se eriçarem, o friozinho tomar conta da barriga e a respiração ficar mais ofegante. Sentia também os olhares dos dois sobre seu corpo e, de óculos escuros, também aproveitava para vislumbrar rapidamente o abdome cheio de gominhos de Thiago ou as coxas fortes de César. A certa altura, corou, mas não resistiu e olhou rapidamente para as sungas da dupla a fim de verificar os volumes. Estremeceu ao ter a impressão de que o “negócio” de Thiago parecia maior e mais grosso do que o normal. Apesar de sua preferência ser por César, começava a sentir desejo pelo outro cara, mais rude e misterioso.


O sol já começava a se pôr atrás dos morros em um dos lados da praia quando César se levantou e fez o convite. “Vamos até minha casa, aqui pertinho. Continuamos a beber e a conversar enquanto preparo uma comida para a gente.” Cláudia até ameaçou fazer alguma cerimônia, mas algo dentro de si a indicava que precisava se manter perto daquela dupla para ter seus desejos atendidos.



Homem musculoso e forte sem camisa

A agradável casa avarandada de César possuía uma sala ampla, separada da cozinha apenas por um moderno balcão. Quando Cláudia e Thiago se instalaram no sofá, o dono da casa colocou uma “playlist” agradável na caixa de som e trouxe da cozinha um balde e taças, logo abrindo um vinho branco. A nova bebida deixou todos ainda mais altinhos, e, num impulso, Thiago se levantou e tirou Cláudia para dançar. Ela estremeceu ao sentir seu corpo encostar no do marmanjo e não conteve uma onda de excitação ao roçar em sua sunga e sentir o volume de um pau grosso. Ela sentia também o cheiro de protetor solar, a sensação de pouca roupa, a pele salgada... Tudo remetia a sexo e prazer. Tomada pelo desejo e com a boca cheia d´água, Cláudia não resistiu ao perceber a boca de Thiago se aproximar para um beijo quente e longo, já com muitos passeios de língua e pouca inibição. César, que estava na cozinha procurando mais aperitivos, observava toda a cena, calado.


Thiago e Cláudia voltaram ao sofá e continuaram o amasso. Ele agora passeava com sua mão pelo corpo da gostosa: coxas, costas, barriga, pescoço. Cláudia reagia com gemidos baixinhos e mordidas na orelha do fortão. Ela sabia que César estava observando tudo, mas estranhamente não se sentia tímida, e sequer conseguia se imaginar pedindo para Thiago parar com aqueles carinhos ou irem a um lugar mais reservado. Desejava os olhares do amigo. Thiago agora mordiscava seu pescoço e, desceu o rosto até os seios, forçando o biquíni para baixo. Louca de desejo, com os seios firmes e eriçados agora nus, Cláudia olhou para César, que continuava a assistir à pegação. Thiago passeava com a língua pelos seios da gostosa até chegar aos mamilos, que eram mordiscados e chupados intensamente.


A mão esquerda do fortão agora já estava na parte interna das coxas de Cláudia, e não tardou a começar a acariciar sua boceta molhada sob o biquíni. Ele foi descendo com a boca por sua barriga e se ajoelhou entre suas pernas. Então, afastou o biquíni para o lado e vislumbrou uma xaninha lisa, com poucos e bem aparados pelinhos castanhos logo acima de lábios carnudos e apetitosos. O clitóris, durinho, parecia latejar pedindo sua língua. Cláudia não conteve o gemido ao sentir a boca de Thiago envolver sua boceta e aplicar uma deliciosa sucção em seu grelo, enquanto a língua dava chicotadinhas. Ela delirava de prazer e desejo e voltou a olhar para César, que agora vinha se sentar ao seu lado no sofá e procurava sua boca para um beijo. Cláudia estava louca de vontade de ser possuída pelos dois machos, coisa que nunca havia acontecido em sua vida. Ela retribuiu o beijo de César e adorou passear com as mãos no peito gostoso e quente do amigo enquanto era chupada por Thiago.


Feliz da vida com a receptividade de Cláudia, César caiu de boca em seus seios, fazendo movimentos circulares com a língua nos mamilos. A gostosa se contorcia e quase desfalecia de prazer ao sentir uma boca quente e esperta em sua bocetinha e outra caprichando tanto em seus seios. Por puro instinto, ela pousou a mão sobre a sunga de César e sentiu o pau duro, louco para se livrar do obstáculo da sunga. Cláudia começou a acaricia-lo e baixou o tecido, adorando ver um pênis duro e grosso, de pele morena e cabeça rosada, latejando de desejo por ela. Cláudia brincou com ele em suas mãos e beijou a cabeça, logo passeando com a língua ao redor e o colocando por inteiro na boquinha. Thiago observava a cena e a masturbava, introduzindo o dedo indicador em sua boceta enquanto voltava a chupar o clitóris.


“Aimmmmm! Que gostoso, que bom! Não parem não que eu vou gozar assim!”. De fato, logo ela sentiu uma intensa onda envolver seu corpo, que parecia levitar e ficar envolto por faíscas. Com um grito, liberou um poderoso orgasmo, segurando firme o pênis de César com uma mão, e a cabeça de Thiago com a outra.


Quase desfalecida no sofá, a gostosa sabia que a noite não poderia terminar ali, e se surpreendeu ao ver o tesão retornando tão rápido. César e Thiago agora estavam sentados, cada um de um lado, a acariciando os seios, barriga, coxas, vagina... O primeiro a agir foi novamente Thiago, que num movimento rápido se livrou da sunga, exibindo a Cláudia um pau duro e grosso, claro e rosado, maior que o normal. Devia ter quase 20cm. A gostosa não resistiu e logo começou a acariciar o membro com admiração, ajeitando o cabelo atrás da orelha e caindo de boca, iniciando um vaivém cheio de saliva e apetite. Thiago gemia, enquanto César acariciava as costas e a bunda de Cláudia. “Também quero mais!”, ele pediu. Cláudia sorriu e logo se virou para chupar o outro pau. “Hummmm!”. “Está gostando de ter dois paus só pra você?”, perguntou Thiago. “Estou adorando ter eles e vocês só pra mim”, respondeu Cláudia, mamando alternadamente, um pouco um, e depois outro.


Thiago então pegou uma camisinha na gaveta da mesinha ao lado e colocou no pauzão, enquanto indicava, com as mãos na cintura de Cláudia, que a queria de quatro no sofá. Ela atendeu imediatamente e arrebitou bastante a bunda carnuda, mostrando ter experiência em dar nesta posição. Cheio de tesão ao ver a gostosa arrebitada para ele, ao mesmo tempo em que não parava de chupar o pau de César, Thiago a masturbou de quatro, sentindo a xoxota encharcada em sua mão. Então, deu uma surrinha com o pau duro na bunda e no cuzinho, fazendo a gostosa rebolar. “Isso! Rebola pro pau, sua gostosa!” Ele ajeitou o mastro na bocetinha e meteu com firmeza, até o fim. Cláudia gemeu forte ao sentir cada centímetro daquele membro grosso a penetrar e, com o pau de César na mão, olhou para trás a fim de encarar Thiago com cara de safada. “Isso, mete tudo, com força!” Ela gemia de tesão chupando e sentindo a pica a comendo forte por trás. “Aiiiiii! Adoro!”.


Thiago a segurava pela cintura e dava tapinhas na bunda, num vaivém delicioso. Cláudia gemia ao ter a xoxotinha apertada sendo toda possuída por um pau enorme, e ao sentir o saco grande do marmanjo bater em seu clitóris. César já não resistia mais ao desejo de também comer a amiga, fato com qual sonhava há muitos anos. Pegou uma camisinha na mesa em frente e a colocou, com ajuda de Cláudia.

Enquanto Thiago fazia cara feia por ter de parar, César, ainda sentado, puxou a gostosa, a fazendo se sentar em seu colo, de frente para ele. César passeou com o pau em seu clitóris, e a provocou. “Vai ser comida por outro pau agora. Gosta da sensação?” Ela respondeu gemendo, encaixando o pau e deixando o corpo cair com força no colo de César, fazendo o membro penetrá-la por inteiro. Ela então começando a rebolar na pica enquanto César chupava e mordiscava seus seios. “Adoro assim, isso, gostoso! Me chupa e me come!”. Thiago não aceitava mais ficar de fora e logo se levantou, encaixando o corpo nas costas de Cláudia e fazendo seu pau avantajado roçar a bunda e o cuzinho da gostosa. “Isso, fica bem aí! Roça esse pau delicioso em mim! Enquanto o César me come gostoso”, ela aprovou.


Com o pau de César em sua xana, os seios sendo chupados e mordiscados, e Thiago a envolvendo por trás, com aquele pênis tão grande encaixando em sua bunda, Cláudia se sentia livre de todos os tabus. “Um dia vou querer comer esse cuzinho”, provocava Thiago, passeando com o pau entre as nádegas carnudas. Cláudia rebolava e adorava a fantasia de uma dupla penetração. Não demorou para ela se entregar a outro intenso orgasmo. “Aimmmmmmm!!!!! Ahmmmmmm! Aiiii!”, gritava, cravando as unhas de uma mão no ombro de César e, da outra, na bunda de Thiago.


Ela então se soltou de volta no sofá e, ofegante, assistiu aos dois caras tirarem as camisinhas e começarem a se masturbar para ela, que tratou de ajudar, segurando cada um dos paus com uma mão e iniciando um rápido vaivém. A boca voltou a ficar cheia de saliva, e a bocetinha, apesar de dolorida, já estava molhada novamente com aquela cena. Thiago foi o primeiro a não resistir, e com um gemido alto e bem masculino jorrou uma enorme quantidade de porra branca e quente sobre os seios e a barriga de Cláudia. César gozou logo depois, também urrando de prazer e despejando outra grande quantidade de seu líquido viscoso no corpo da gostosa, que se contorcia de desejo e voltava a sentir um leve orgasmo friccionando as coxas úmidas.


Todos desabaram no sofá, uns sobre os outros, sem se importarem com os fluidos de seus corpos, com a fome ou com a sede. Acordaram horas depois e tomaram juntos um delicioso banho, prometendo repetir a dose um dia. Cláudia foi embora leve e sorrindo de orelha a orelha. Agora já tinha um ménage como experiência. “E que ménage!”, pensou, já louquinha para chegar em casa e recordar cada detalhe.


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