Sílvia, o coroa rico e o filho dele

Atualizado: 4 de out. de 2018

Ao ser contratada pela família milionária, ela não podia imaginar que acabaria realizando sua mais louca fantasia sexual


Sílvia estava feliz por finalmente ter fechado contrato com um bom cliente. Não era fácil mudar o rumo da vida profissional aos 35 anos, mas não se arrependia de ter trocado o Direito pelo paisagismo. Sempre tivera paixão pela natureza, especialmente pela possibilidade de ornar plantas e objetos com a área externa das casas e dos edifícios. Fazer o projeto da área externa de uma grande mansão nos arredores da cidade era uma tarefa que a pagaria muito bem e a manteria ocupada por meses.


A grande casa na qual estava trabalhando possuía um jardim enorme. Os donos eram de uma rica família que iria se mudar para lá em breve. O pai, sr. Olavo, era educado e de poucas palavras, mas chamava atenção por seu porte físico, alto e solene. A mãe, dona Célia, era falante e detalhista. Ambos estavam na casa dos 55 anos. Havia ainda os dois filhos do casal: Emília, a moça mais velha, introvertida e discreta, e Felipe, um rapaz metido e falante, um típico ‘mauricinho’ que só pensava em dinheiro e baladas, além da academia, onde mantinha seu corpo forte e atlético. A missão de Sílvia era transformar o jardim em vários ambientes, com área para passeio, uma fonte e até um pequeno bosque.


Magra e de estatura mediana (cerca de 1,65m), ela chamava a atenção dos homens com seus cabelos lisos e castanhos, os olhos vivos, o nariz bem desenhado e boca sensual. Gostava de utilizar blusas de malha justas, que realçavam seus seios médios e empinados, e calças de linho que deixavam evidentes sua bundinha bem desenhada, cintura fina e coxas grossas. Apesar de sempre se garantir com o sexo oposto, Sílvia havia “fechado para balanço” desde que terminara o noivado, seis meses atrás. Após o estresse pelo fim do relacionamento e da pressão por conseguir um bom cliente na nova profissão, finalmente começava a relaxar e a se sentir carente. Estava reconhecendo para si própria que precisava de sexo. Duro era arranjar tempo, em meio a tantos afazeres com o projeto.


Durante a execução de suas tarefas, para a qual contava com uma equipe terceirizada, Sílvia mal via dona Célia e Emília. Cabia ao sr. Olavo e a Felipe a tarefa de visitar a obra e passarem suas orientações. Após alguns dias, ela começou a desconfiar do comportamento dos dois. Tinha a forte impressão de que era observada com olhos de cobiça por pai e filho, ainda que a situação parecesse muito surreal. Seja como for, se sentiu lisonjeada. Desde que não atrapalhasse seu profissionalismo e o andamento das obras, não via problema em sentir o flerte inocente da dupla. Ela reconhecia para si mesma que os dois eram muito bonitos, apesar da diferença de idade (ela era 20 anos mais nova que Olavo, e 15 anos mais velha do que o Felipe).


Depois de duas semanas de trabalho, ela percebeu que o flerte de Olavo já não era mais tão inocente assim. Após o cumprimento respeitoso diário, ele passou a demorar mais tempo com as mãos fortes e grandes em suas costas, e certa vez a segurou pela cintura enquanto mostrava um desenho da obra. Sílvia estremeceu e ficou surpresa com a reação de seu corpo. Os seios se arrepiaram, e sentiu a calcinha ficar úmida. Felipe, por sua vez, começou a desfilar apenas de sunga, aproveitando a piscina recém-construída. Certo dia, olhou para o corpo de Sílvia com inegável cobiça e perguntou se ela não queria colocar um biquíni e nadar com ele.


Certa noite, Sílvia sonhou estar no banco do passageiro de um carro escuro e luxuoso. Ao olhar para o lado, via o sr. Olavo dirigindo, com a calça aberta e o pênis duro e grosso se exibindo para ela. Não resistia e começava a masturbá-lo, e, ao olhar para o banco de trás, dava um grito ao identificar Felipe, com cara de tarado, lhe dando uma ordem. “Continue. Depois sou eu.” Acordou imediatamente, respirando forte, e ficou surpresa ao constatar que estava excitada.


O dia seguinte começou com uma mensagem ríspida de Olavo no celular de Sílvia. “A aguardo na obra no próximo sábado à tarde. Terá de me explicar o motivo de tantos atrasos! Um abraço”. Ficou chateada e revoltada. Aquilo era uma injustiça! Começou a escrever uma longa mensagem, mas a apagou. Preferia falar tudo pessoalmente. Durante o resto da semana, fez questão de contagiar toda a equipe com ânimo, deixando claro que não havia atrasos e que teria como provar. Em meio à correria, Sílvia estranhou a ausência de Felipe, que parou de visitar a obra.


O sábado chegou. ela estava animada por poder mostrar tudo ao sr. Olavo e anunciar que entregaria todo o paisagismo dentro do prazo combinado. Sem entender (ou admitir) o porquê, quis estar atraente. Vestiu uma saia justa na altura das coxas e uma blusinha apertada, além de um salto-alto. Prendeu os cabelos em um rabo-de-cavalo sexy e volumoso, colocou uma linda correntinha no pescoço e outra no tornozelo. Também não se esqueceu de escolher uma lingerie vermelha, pequena e provocante. “Quero estar poderosa para enfrentar aquele chato pedante”, disse a si mesma.



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Ao chegar à grande casa recém-construída, encontrou Olavo na porta. Estava mais despojado do que de costume, com uma calça jeans, cinto e camisa polo. O cabelo grisalho, sempre bem penteado, além de óculos escuros, lhe davam o ar de empresário bem-sucedido. Cumprimentou Sílvia de um jeito mais seco que o usual. “Como vai? Entre, por favor. Vamos ao escritório, único lugar desta casa que já tem alguma mobília.” Sílvia se sentou em um grande sofá de couro escuro, enquanto Olavo se servia de uísque na mesa em frente. Ela achou por bem começar a conversa. “Bem, sr. Olavo, como acredito que o senhor viu, não há nada atrasado no nosso projeto!”.


Olavo se virou e deu um leve sorriso. “Não te chamei aqui para isso. A obra está maravilhosamente bem.” Sílvia ficou aliviado e confusa. Enquanto pedia para que ele explicasse qual seria então a queixa, o coroa lhe ofereceu a mão, a convidando para se levantar. De frente para Sílvia, ele anunciou. “Te chamei porque estou com muito desejo por você”. Ela se arrepiou, e, sem que tivesse tempo de reagir, sentiu os braços fortes do empresário a envolvendo, e cedeu a um beijo experiente, quente e esperto. “Sr. Olavo, e sua mulher? Não podemos fazer isso, não quero confundir as coisas e...” O manda-chuva não a deixou terminar e lhe deu outro beijo, agora passeando com a mão sobre seu corpo, já tomado pelo tesão. “Sente-se”, ele disse novamente, com ar imperativo. Como que hipnotizada, ela voltou a se sentar, ficando com o rosto à altura da cintura de Olavo.


“Eu costumo ter tudo que quero. E o que você acha que eu quero agora?”, desafiou o coroa, dando um gole no uísque. “Sr. Olavo, eu não sei. O que o senhor está pensando de mim? Eu, eu...”. O patriarca da família não cedeu. “Sabe, sim. Faça!”. Ainda se sentindo hipnotizada e tomada por um tesão indescritível, Sílvia soltou o cinto de Olavo, desabotoou a calça e abriu a braguilha. Viu então a cueca boxer branca e sentiu um mar de saliva inundar sua boca. Baixou o tecido e vislumbrou um pau grosso e grande, totalmente duro, saltar para fora. Segurou o membro em sua mão direita e começou um vaivém, cada vez com mais água na boca. Quando não resistiu mais e se preparava para beijar e sugar aquela vara, foi impedida por Olavo, que a puxava pelo rabo-de-cavalo. “Quer chupar? Só vou deixar se você pedir. Se não pedir eu vou embora agora. Quer ou não quer?” Sílvia estava trêmula, com a respiração ofegante, os seios quase doloridos e as coxas úmidas, de tanto líquido que molhava sua vagina. “Que-quero... Quero, sim!”, disse, engolindo o pau e gemendo enquanto Olavo se mantinha em pé, altivo, dando goles no uísque. “Isso, Sílvia. Isso...” De vez em quando ele puxava a cabeça dela pelo rabo-de-cavalo, voltando a provocar. “Quer continuar?”. Ela gemia. “Quero... Haaammm.”


Então Olavo recuou, pousou o copo de uísque na mesa, e se sentou ao lado de Sílvia. A envolveu entre os braços e voltou a beijá-la com ardor, agora tirando sua blusinha, mordiscando orelhas e pescoço e chegando aos seios, nus e eriçados. Ela gemia com a experiência do coroa, que lambeu os seios com vontade, até chegar aos mamilos, onde aplicou chicoteadas com a ponta da língua, mordiscadas e chupadas certeiras. A mão direita de Olavo agora subia entre as coxas úmidas de Sílvia, que ouviu outra ordem. “Abre bem as pernas para mim!”. Ela adorou ouvir aquilo. Afastou as coxas o máximo que pôde, enquanto o manda-chuva afastava sua calcinha mínima e acariciava sua boceta, de pelos castanhos aparadinhos, lábios rosados e clitóris latejando, apetitoso. Olavo não resistiu e se agachou, caindo de boca na buça. O passar de línguas em ritmo circular sobre o grelinho, a sucção, toda a habilidade do coroa a deixavam doida. Faria o que ele quisesse. “Agora vire de costas para mim e se apoie no encosto do sofá.” Ela obedeceu, é claro, enquanto sentia as mãos fortes e espertas levantando bem sua saia e puxando sua calcinha com força para baixo. Por puro reflexo de fêmea, empinou bem a bunda, deixando o cuzinho e a xaninha bem abertos para o macho. Ela sentiu então o rosto de Olavo se encaixando lá atrás e gemeu alto enquanto ele passeava a língua pelo clitóris e enfiava um dedo em sua vagina encharcada. Olavo dava palmadas na bunda e não resistiu, caindo de boca em seu cuzinho. “Aiiii...”, ela gemia e rebolava.


Sílvia olhou para trás, sobre os ombros, e viu Olavo colocando um preservativo no pau grande e grosso. Ele então ajeitou a pica e meteu firme, sem pressa, para fazê-la sentir cada centímetro a penetrando. Ela gemeu ao sentir todo o membro dentro de si, e o saco grande e quente roçar em seu clitóris. O coroa a puxava pelo rabo-de-cavalo e estocava forte, quando de repente uma luminária se acendeu no canto escuro da sala. Ainda sendo comida, Sílvia deu um grito ao perceber Felipe se aproximando, apenas de cueca. "Não! Não! O que é isso?" Olavo parou o vaivém e começou um rebolado provocante, ainda como todo o pau dentro da xana de Sílvia. “Quer que eu pare? Eu paro e vamos todos embora. Mas eu acho que você deveria ficar. Ninguém nunca vai saber de nada... Hein? O que me diz?”, disse o coroa, voltando a meter forte, por percebia que Sílvia continuava molhada, cheia de tesão. Sim, ela queria mais. Precisava de mais. “Aiiiii... Ouuummmm... Que loucura!”.


Felipe se aproximou e a beijou, pegando a mão de Sílvia e fazendo ela passear pelo seu peito forte e atlético, descendo pela barriga tanquinho até a cueca. Com rapidez, ficou nu, exibindo em frente ao rosto dela um pau tão grosso e grande quanto o do pai, porém, mais moreno. Ainda sendo comida pelo coroa, Sílvia punhetou o novo pau e o engoliu inteiro, gemendo forte com a sensação inédita. Nunca havia nem sonhado em fazer um “ménage”! “Está gostando, né? Tesuda! Filhão, essa boceta é muito boa, molhada, apertadinha e cheia de vontade”, dizia Olavo, enquanto Felipe também gemia e Sílvia rebolava, sentindo os primeiros sinais de um orgasmo poderoso que se aproximava em várias ondas. “Aiiimmmm!!!”, ela berrou finalmente, cravando as unhas na bunda de Felipe, com o pau junto ao rosto, e soltando o corpo sobre o sofá. Estava gozando intensamente.


Sílvia recuperava o fôlego, mas ainda se sentia excitada. A bocetinha estava dolorida, mas de um jeito que apenas produzia mais tesão e gula. Sabia que os dois ainda não iriam parar. De fato, viu Felipe colocando a camisinha e se aproximando. Ele deitou no sofá e a puxou, a fazendo se sentar em seu rosto. Olavo, por sua vez, se posicionava de frente para ela. Já sem a camisinha, o coroa voltava a oferecer a pica para ser chupada. Felipe era tão bom com a língua quanto o pai. Segurava firme a bunda de Sílvia e quase sufocava entre suas pernas, sugando seu clitóris de maneiras deliciosas. Olavo, por sua vez, pressionava a cabeça dela contra seu corpo, fazendo com que ela engolisse todo o pau e gemesse.


Satisfeito de sua sede de buça, o rapaz a conduziu até seu pau duro e encapado. Ajeitou o membro na entrada da xaninha e estocou forte, até o fim. "Me cavalga, gostosa!". Segurando os seios de Sílvia, metia com gosto, com vontade, dando palmadinhas na bunda e rebolando para que o clitóris da moça passeasse sobre seu corpo quente. Ela se virava como podia para conseguir continuar a chupar o pau de Olavo, pois o filho a fazia ver estrelas. Não tardou muito e voltou a sentir outra forte onda de orgasmo, que a fez arranhar os ombros do rapaz, enquanto o coroa safado batia suavemente a pica em seu rosto. “Goza, sua gostosa!”.


Felipe então permitiu que ela desabasse sobre o sofá. Retirou a camisinha e ficou de pé, ao lado do pai. Enquanto Sílvia acariciava os seios, em êxtase, os dois batiam punheta e a elogiavam. “Tesuda! Deliciosa! Nossa putinha!”, Sílvia gemia, entregue, e se contorcia à espera do banho de porra. Como numa cena típica de filme pornô, ambos começaram a gozar juntos sobre ela, ejaculando muita porra branca e quente sobre seus seios, barriga e coxas. Ela achou lindo ver os dois machos se contorcendo, e gozou novamente friccionando as coxas sobre o clitóris inchado.


Após aquele sábado inesquecível, tudo voltou à rotina, como se nada tivesse acontecido. Pai e filho voltaram a tratar Sílvia de forma gentil e educada, com discrição e respeito. Quando a obra terminou, ela recebeu muitos elogios e agradecimentos, além de, claro, ser bem remunerada. Ao chegar em casa à noite, encontrou um buquê de rosas e uma garrafa de Champagne importada. “Este é um agradecimento especial meu e de meu filho. Obrigado e tudo de bom! Ass: Olavo.”


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