Plantão de sábado? Só se for com sexo no escritório...

Laura odiou saber que precisaria trabalhar no fim de semana. Mas teria uma boa surpresa ao dar de cara com Sandro e sua pegada maravilhosa



Laura chegou em casa de mau humor, em plena sexta-feira à noite. Tudo porque a chefe de sua equipe decidira que todos deveriam fazer plantão no sábado, a fim de terminar um projeto há muito atrasado.


Aos 28 anos, Laura morava sozinha e adorava sua independência. De cabelos bem castanhos e lisos, olhos claros, nariz arrebitado e lábios bem desenhados, ela parecia saída de um romance do século 19, tamanha delicadeza de seus traços. Tudo combinava direitinho com seus seios pequenos, mas empinados, seu bumbum firme e sua cintura fina.


Para aplacar o mau humor ao chegar em casa, abriu uma cerveja, jogou os sapatos para o alto e começou a ver televisão. Foi quando o celular avisou que chegara um arquivo enviado por Paula, sua melhor amiga. Ela verificou, surpresa, que o tal arquivo era um trecho de filme pornô, no qual um casal transava em um escritório vazio.


Paula avisava na mensagem que o ator era muito bonito e gostoso, e pedia a opinião de Laura, que concordou. Tratava-se de um rapaz forte, de cabelo raspado curtinho, braço tatuado e um belo corpo. Ao ver a atriz, também muito bonita, fazendo sexo oral no rapaz, Laura sentiu desejo e água na boca. Ela achou o pênis, comprido e grosso, muito tentador.


Conforme assistia ao vídeo, além da boca salivando, ela também sentia sua respiração acelerar, o estômago revirar e os seios se eriçarem. Por entre as coxas, sua calcinha já estava úmida, e ela sentia o clitóris parecendo latejar. Não demorou a começar a se masturbar, gemendo de desejo ao tatear seu sexo, com um tufo de pelos castanhos bem aparados no monte de Vênus e grandes lábios lisinhos. Já os pequenos lábios estavam quentes e molhados, escoltando seu grelinho inchado.


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Laura fantasiou um rapaz como aquele do filme pesando sobre seu corpo e a penetrando, enquanto falava sacanagens em seu ouvido. Ela teve um delicioso orgasmo, tomou um banho quente e adormeceu, agora mais animada e relaxada para o plantão do sábado.


Na manhã seguinte, bem cedo, nossa heroína dirigiu até o escritório pensando nas cenas da noite anterior. E ficou espantada com ela própria ao notar que o mesmo desejo retornara com força, provando que ela continuava à flor da pele, bem “inspirada”. Por sorte, estava um dia bonito, e ela desejava terminar sua parte o quanto antes para ter tempo de se divertir. Quem sabe não conheceria alguém?


Ao sair do elevador e se deparar com a agência quase vazia (Laura era sempre pontual, ao contrário de muitos colegas), seu coração deu um pulo e o estômago voltou a se revirar. Aliás, ela teve certeza de que chegara a dar um gritinho. É que o “quase vazio” se devia à presença solitária de Sandro no escritório.


Moreno alto e elegante, corpo esbelto, mãos grandes e firmes, rosto quadrado e masculino, com a barba por fazer, Sandro era a encarnação do homem tentador. Não bastasse a beleza, era inteligente, charmoso e educado, características que deixavam 10 entre 10 mulheres da empresa a seus pés. A surpresa de Laura se devia ao fato de que há um ano Sandro assumira a filial em outra cidade e nunca mais foi visto. Até aquele sábado de plantão...


Faltou contarmos que os dois já haviam ficado juntos, embora não tenha rolado sexo. Foi numa “festa da firma”, há alguns anos, quando Laura (para seu próprio desespero) bebeu um pouco além da conta e adormeceu nos ombros de Sandro enquanto ele a levava de táxi para casa. Cavalheiro, ele de fato a levou para a cama, mas apenas para cobri-la e beijar suavemente seus ombros, a desejando boa noite.


Ao se deparar com Laura, Sandro também demonstrou espanto, e não disfarçou a alegria. A beijou e a abraçou demoradamente, a deixando arrepiada. Seu cheiro másculo, de homem que sabe escolher bem a marca e a dosagem do perfume, sua elegância, de blazer, camisa e calça, a deixaram secretamente excitada.


Durante a reunião preliminar, comandada pela chefe chata e exigente, Laura percebeu por várias vezes o olhar de Sandro sobre suas pernas. Ela ficou satisfeita por ter escolhido aquela saia curta, acima dos joelhos, valorizando o belo contorno de suas pernas. A blusa decotada também valorizava seu colo sardento e seus seios, e ela aproveitou para prender seus cabelos, oferecendo a Sandro o visual de seu pescoço longilíneo e elegante.


A manhã ia passando e o clima secreto entre os dois ia ficando mais e mais quente. Ele a fitava e sorria com o canto da boca e com os olhos (aquele tipo de sorriso que só homens bons de pegada, meio cafajestes, sabem fazer). Ela retribuía também com sorrisos discretos e arrumando o cabelo atrás das orelhas.


Foi quando chegou a hora do almoço. Todos foram liberados para conhecer um novo restaurante que abrira ao lado, sob o compromisso de não demorarem demais. Sandro, sempre profissional ao extremo avisou: “Podem ir, vou ficar para revisar o trabalho que já terminamos. Laura, você se importa de ficar para me ajudar?”



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O charme de Sandro mantinha Laura secretamente excitada


Nossa musa estremeceu e sentiu o rosto ficar vermelho, e não teve outra escolha se não concordar. Assim que todos desceram, Sandro a encarou e não fez rodeios. “Nossa, que saudades. Você está linda! Não via a hora de ficar sozinho com você.” Mal terminou de falar e envolveu o corpo pequeno e perfeito de Laura entre seus braços fortes, a beijando com paixão e habilidade.


Apesar de preocupada com a possibilidade de alguém aparecer, Laura não tinha forças e nem vontade para resistir. Ela se sentia por demais excitada, e seu corpo respondia com arrepios, tremores e espasmos a cada mordidinha de Sandro em seus lábios, a cada passeio de suas mãos firmes em sua nuca, costas e cintura...


Como se tivesse tido uma ideia, Sandro olhou aflito ao redor, segurou firme nas mãos de Laura e a conduziu até a sala da chefe. Depois, fechou a porta e manteve apenas um espaço estratégico na persiana que cobria os vidros a fim de enxergar se alguém se aproximasse. Então, voltou a beijá-la.


“Seu louco, para. Não vamos fazer isso aqui”, tentava resistir Laura, embora seus gestos fizessem o oposto, abraçando Sandro com firmeza e o beijando com fome e sede de carinho e contato físico.


O moreno então a apoiou contra um grande móvel e se agachou à sua frente, erguendo sua saia centímetro por centímetro. “Ai, doido! Melhor parar!”, tentava resistir Laura, numa vã tentativa de enganar a si própria.


Quando Sandro ergueu a saia até a cintura de Laura, gemeu de tesão ao fitar sua pequena calcinha branca, de renda. Logo ele afastou aquele fino tecido, ficando cara a cara com o tão desejado sexo de Laura. Esperto e experiente, ele colocou uma das pernas da moça sobre seu ombro, ficando com caminho aberto para cair de boca.


Então, experimentou sem cerimônia aqueles lábios rosados, os sugando, enquanto a língua esperta passeava e chicoteava o clitóris proeminente. Laura, muito molhada, se contorcia e gemia, apertando a cabeça do parceiro contra seu sexo.


Sempre determinado e cheio de atitude, Sandro a virou de costas e baixou toda a calcinha, acariciando a bundinha lisa e firme de Laura. Depois de lhe dar alguns tapinhas e mordidinhas, ele se levantou. Ainda de costas, apoiada no móvel e com vontade de rebolar, Laura percebeu que Sandro estava desabotoando a própria calça e deixando o pênis livre, leve e solto.


Ela estremeceu e soltou um gritinho ao sentir aquele mastro quente se encaixar entre suas nádegas e roçar seu ânus. Como era grosso, e bem grandinho! “Não! Chega, vamos parar, isso é muita loucura”, ela sussurrou, embora continuasse na mesma posição, até se arrebitando mais para o sexo do moreno. “Você quer que eu pare? Tem certeza?”, provocou Sandro, agora passeando a glande pelo grelinho de Laura.


“Tem razão, acho melhor pararmos...”, ele disse, de repente, ameaçando voltar a abotoar a calça. “Não! Não para... Me come, me fode gostoso”, respondeu Laura, sussurrando e jogando o braço para trás, a fim de agarrar o pau do parceiro. “Que gostoso, enfia ele em mim...”, ela pediu, o masturbando.


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Sandro encaixou a glande grossa e quente na vagina apertadinha e molhada de Laura e a penetrou, enfiando forte, centímetro, por centímetro, mas sem afobação. Ela gemia e revirava os olhos, e quase gozou ao sentir que todo o membro estava dentro de si, e o saco grande de Sandro roçava em seu clitóris.


Agora ele ia aumentando a velocidade, enquanto enfiava a mão por dentro da blusa da moça e soltava o fecho do sutiã, garantindo acesso livre aos seus seios eriçados e já doloridos. Ele os aninhou em suas mãos fortes e os massageou, enquanto a penetrava com vigor. Laura mordia o próprio braço para abafar os gemidos...


De repente, Sandro parou e gentilmente saiu de dentro de Laura, que, assustada, pensou que alguém estava chegando. Mas não era nada disso. O macho experiente apenas queria mudar de posição, e a conduziu até a grande mesa da chefe. Então, pegou Laura no colo e a colocou sentada sobre a mesa, sem encaixando entre suas pernas e caindo de boca em seus seios.


Sandro os mordiscou, lambeu e chupou, enquanto seu pau passeava pela bocetinha quente e sedenta. Laura teve o primeiro relance do forte orgasmo que estava para chegar.


“Na mesa da chefe chata é mais gostoso”, disse Sandro em seu ouvido, enquanto voltava a penetrá-la, segurando firme sua perna e metendo forte. “Olha, veja que delícia meu pau entrando e saindo de você”, ele prosseguiu. Sandra obedeceu e não se conteve de tesão ao ver aquele membro grande e grosso a possuir por inteiro, entrando e saindo de seu sexo quente e apertadinho.


Bastou Sandro aumentar a velocidade e a pegada em suas pernas e cintura para Laura sentir um maravilhoso orgasmo, roçando seu grelo no corpo quente do parceiro. Ela se sentiu levitar, o corpo inteiro formigar, seus olhos viam estrelinhas e seus pulmões pareciam ter perdido a capacidade de respirar. Um gemido longo e abafado, com suas unhas cravadas na bunda gostosa de Sandro, anunciou o gozo. “Hummmm! Aiiiii!”.


Satisfeito, o moreno a cobriu de beijos. Depois, a segurou com firmeza e inverteu as posições. Apoiado na mesa com o pau ainda em riste, indicou com um olhar carente para Laura que desejava ser chupado. Ela entendeu na hora, se ajoelhando e acariciando o mastro melado.


Surpresa por estar novamente com água na boca e já se sentindo molhadinha, apesar de dolorida e preocupada em ser flagrada, Laura beijou a glande, passeando com a língua ao redor dela e por todo o comprimento do cacete, inclusive o saco. Sandro se arrepiou e gemeu. Então, ela abriu a boca sedenta e chupou gostoso aquela pica perfeita, alternando o vaivém com passeios de língua na cabecinha.


Não demorou muito e Sandro gozou, gemendo gostoso e jorrando uma enorme quantidade de porra quente e branca na boca de Laura. Ela nunca havia deixado um homem ir até o fim em sua boca, mas desta vez adorou, saboreando o líquido do parceiro enquanto admirava seu rosto, cheio de tesão.


Não se passaram cinco minutos e a galera começou a retornar do almoço. Durante as atividades da parte da tarde, Laura percebeu que Sandro continuava a admirá-la. Logo ele a mandou uma mensagem pelo celular: “Vamos terminar logo. Quero te levar para jantar. Estou faminto!”.


Ela sorriu, satisfeita. Sabia que o fim de semana seria muito interessante. Bendito plantão de sábado!


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