Bruna descobre o prazer com um badalado empresário

Ela já estava desanimada com a vida sexual, até que um homem misterioso e cheio de pegada a colocou em contato com sensações inéditas


Bruna era uma moça comportada até demais. Enquanto muitas de suas amigas compartilhavam histórias de aventuras picantes, ela ouvia em silêncio e com timidez. Afinal, sempre namorara sério e já havia se convencido de que não tinha assim AQUELE fogo pelo sexo que permitia que as pessoas fizessem loucuras. Suas transas eram sempre mornas e convencionais, ponto final.


Aos 28 anos, com um rosto bonito cujo destaque eram os olhos amendoados emoldurados por cabelos castanhos claros, quase louros, à altura do ombro, Bruna sabia que cedo ou tarde voltaria a namorar, ficar noiva e se casar. Tudo nos conformes. Uma cintura fina, barriguinha construída em uma rotina de ginástica, seios fartos e um bumbum empinado a deixavam sempre orgulhosa de seu corpo.


Anderson, moreno alto e atlético, com olhos marcantes, cabelos raspados e tatuagens pelo corpo era um badalado empresário da noite. Seu mais novo empreendimento era um restaurante em um bairro chique, e, para ajudar a divulgá-lo, precisava de uma competente profissional de relações públicas. Bruna era essa pessoa.


Na primeira vez em que viu Anderson, Bruna sentiu suas estruturas balançarem. Conseguiu, é claro, manter a postura profissional na reunião (durante a qual o empresário foi muito exigente, chegando a ser um pouco rude), mas por dentro estava com frio na barriga e o coração acelerado. Ela achou aquele homem maravilhoso: bonito, másculo, com mãos fortes e uma voz marcante. Ela não recordava se já havia sentido tamanho desejo por um homem, mas o fato é que desde aquela primeira reunião Anderson começou a povoar suas fantasias mais secretas.


Em uma destas fantasias, Bruna estava sentada em uma cadeira. Tinha os olhos vendados e as mãos e pés amarrados, enquanto Anderson acariciava seu corpo inteiro. Após lhe dar um beijo maravilhoso na boca, ele começava a despi-la e a tocá-la nos seios, entre as coxas... Então, ele a desamarrava e a possuía sobre uma mesa, mantendo a venda em seus olhos. Bruna sentia o corpo todo reagir a esses pensamentos de uma forma inédita. Sua respiração acelerava, os seios endureciam e sua calcinha ficava molhada como ela nunca julgava ser capaz de ficar.


As reuniões entre os dois eram semanais e duravam cerca de uma hora cada. Aos poucos, ele foi ficando menos rude e se mostrando satisfeito com o resultado. Graças a um bom trabalho de Bruna, o restaurante estava muito comentado nas redes sociais e na imprensa. A abertura seria dali a uma semana, já com as reservas esgotadas e muitas celebridades confirmadas.


A três dias da grande noite inaugural, Bruna foi ao restaurante para acertar últimos detalhes com o exigente cliente. Para sua surpresa, Anderson parecia ansioso por se certificar de que o último funcionário já havia ido embora. Quando isso aconteceu, ele pegou uma boa garrafa de vinho na adega, duas taças e convidou Bruna para acompanhá-lo até o escritório, localizado no terceiro andar da edificação.


Homem serve vinho tinto em uma taça

Bruna não tinha motivos para negar o convite, e subiu a escada atrás de Anderson com as pernas trêmulas. Ao chegarem ao escritório, um ambiente espartano e à meia-luz, se acomodaram em um sofá de couro, de dois lugares. Durante a narrativa de sua gerente de RP e marketing sobre a inauguração, ele ia mantendo as taças sempre cheias e se aproximando cada vez mais. Bruna tremia por dentro, pois a cada segundo tinha mais certeza do que estava prestes a acontecer. E sabia que não conseguiria resistir à investida de seu cliente.


Já alta pelo vinho e tomada pelo desejo, ela deixou Anderson acomodá-la em seu ombro forte, como um amigo protetor. O cheiro másculo, os braços musculosos e a voz hipnotizante a envolveram de tal maneira que ela se entregou totalmente ao tesão antes mesmo de ser beijada. Bruna vestia uma blusa de seda, saia e meia-calça. Quando Anderson finalmente a beijou e a envolveu em seus braços, demonstrando muita pegada ao passear com mãos firmes por sua nuca, costas e coxas, ela instintivamente abriu as pernas. Mesmo experiente, o empresário soltou um gemido ao perceber aquele movimento de puro prazer e não resistiu: levou a mão direita até a vagina de Bruna, a acariciando por sobre a meia-calça e a calcinha.


“Sei que você merece preliminares, mas tô com muito tesão. E você também, né?”, sussurrou Anderson, a masturbando e beijando. A resposta de Bruna veio na forma de gemidos e de atitude: ela ergueu os braços e tirou a própria blusa, fazendo o mesmo com a camiseta do parceiro. Anderson então soltou seu sutiã branco e mergulhou em seus seios fartos e entumecidos, sem parar de fazer carícia entre as coxas de Bruna.


De início, ele envolveu totalmente o mamilo direito dentro de sua boca, respirando forte. Só então passou a fazer movimentos circulares com a língua ao redor do biquinho, que então foi mordiscado e recebeu pequenas chicotadas de língua. Depois ele fez o mesmo com o outro seio, passando logo depois a lamber e mordiscar ambos com extrema habilidade.


O moreno tirou a saia da loirinha, apreciando por alguns segundos aquele corpo incrivelmente sexy, com seios à mostra e meia-calça sobre uma pequena calcinha branca rendada. Ele se ajoelhou no chão em frente a Bruna e retirou a meia-calça centímetro por centímetro, acariciando suas pernas. Depois, a acomodou no encosto do sofá, abriu suas pernas sobre as almofadas e caiu de boca na parte interna de suas coxas, as beijando e mordiscando até chegar à vagina. Lá, afastou a calcinha para o ladinho e apreciou o sexo tão desejado: um pequeno tufo de pelos castanhos bem aparados acima de lábios carnudos e úmidos, liderados pelo apetitoso clitóris, que parecia latejar. Anderson não resistiu e chupou o grelo sofregamente, fazendo sucção. Depois, passou a fazer movimentos circulares e verticais com a língua, alternando pressa e calma. Pressão e suavidade.


Bruna se contorcia entre as almofadas e apertada a cabeça de Anderson entre suas coxas. Nunca havia sentido tanto prazer em sua vida. O primeiro orgasmo forte que teve em sua vida chegou neste momento, enquanto vibrava com tantas carícias e observava os ombros e as costas fortes de seu parceiro, seus braços a apertando... “Ahhhhhhhhh! Uiiiiiiii! Hummmm!”, ela gritou alto, arranhando as costas másculas e, curiosamente, deixando duas lágrimas escorrerem de seus olhos.


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Enquanto ela ainda estremecia, Anderson sentou-se ao seu lado e a beijou com carinho. Ao mesmo tempo, desabotoou a calça jeans e ficou apenas de cueca boxer preta. Bruna começou a acariciar a barriga repleta de gominhos de seu parceiro, que tratou de baixar a cueca, revelando a ela um pênis muito grosso e duro, com seus 18cm e uma cabeça rosada e brilhante latejando.


“Faz carinho nele?”, pediu Anderson, logo sendo atendido. Bruna, com a boca entreaberta de tesão, envolveu o pênis em sua mão direita e começou a masturbá-lo com admiração. “Agora dá um beijo nele...”, prosseguiu o moreno. A loirinha, que nunca havia sentido um verdadeiro tesão no sexo oral masculino, desta vez se surpreendeu consigo própria ao ver que engolia o pau inteiro de Anderson com extrema volúpia, o deixando encharcado de saliva. Com uma maestria que ela desconhecia, alternava velocidade e vagarosidade, olhando para a cara do moreno com olhos safados e desafiadores. Achou delicioso passar a língua ao redor da enorme glande e ver Anderson se contorcer de tesão...


Percebendo que poderia gozar, o moreno se levantou, pegou camisinhas na gaveta da escrivaninha e envolveu seu membro com um preservativo, enquanto Bruna observava atentamente à espera do próximo movimento. Ele então a deitou de costas no sofá e projetou o corpanzão sobre o dela, segurando sua coxa com uma mão firme e, com a outra, ajeitando o pau em sua xana molhada e quente. Anderson então a beijou e, ao mesmo tempo, enfiou o pau com firmeza, sem pressa. Bruna gemia na boca do moreno e se contorcia de tesão a cada centímetro que a penetrava.


Ao colocar o membro todo, Anderson se apoiou nos braços, como quem faz uma sexy flexão, e passou a bombar forte, alternando com reboladas. O casal gemia e se mordiscava. Bruna passeava as mãos sobre as costas largas e tatuadas e alcançou a bunda dura e carnuda do moreno, a pressionando contra seu corpo. O pau de Anderson saia quase inteiro e voltava a entrar todinho, cada vez com mais força, fazendo pressão no clitóris da loirinha. Este ritmo durou alguns minutos, até que ambos não resistiram e gozaram juntos. Bruna sentiu que saía do próprio corpo e levitava, via estrelas e retornava, agarrando firme o pescoço do macho. A sensação de sentir aquela pica jorrando um monte de porra dentro dela a extasiou.


Após alguns minutos de risos e carícias, Anderson vestiu a cueca e desceu até a cozinha, onde fez uma bandeja de queijos e frios exclusivos e apanhou meia garrafa de seu melhor vinho. Encontrou Bruna com a blusa desabotoada, mal cobrindo os seios nus e com a pequena calcinha. Após saciarem a fome, se embebedarem mais um pouco e se curtirem muito, Anderson já não se controlava de tesão. Puxando Bruna para junto de si, baixou a cueca e voltou a exibir seu pau ereto, pronto para ser chupado. A loirinha o atendeu, chupando com apetite, e logo depois subiu em seu colo, roçando a bocetinha sobre o membro.


Anderson esticou o braço, pegou outra camisinha e a colocou. Bruna afastou a calcinha e sentou sobre aquele mastro, que a penetrou por inteiro. Ela amou sentir o saco de Anderson roçar em seu ânus. O moreno segurou firme em sua bunda e passou a meter forte. A loirinha, outrora desanimada com a vida sexual e tímida, agora quicava sobre o membro de seu macho com desenvoltura, rebolando e sussurrando confidências em seu ouvido. “Vai, me come gostoso. Sou sua, me fode forte...” O moreno, é claro, obedecia, entre mordiscadas e chupadas naquele par de seios maravilhosos.


Ele então se levantou com Bruna no colo, sem sair de dentro dela, e a comeu um pouco em pé, envolvida em seus braços musculosos. “Ai, seu doido! Ai, que gostoso! Como você é forte...”. A loirinha não resistiu e gozou novamente, tentando envolver o corpo do moreno entre suas pernas e mordendo seu pescoço. “Gostoooosooo...!”


Anderson a colocou no chão, a virou de costas para ele, e de frente para a escrivaninha. Então, ajeitou gentilmente o corpo de Bruna sobre o móvel, fazendo com que ela se apoiasse sobre os cotovelos e empinasse quadril. Ele queria comê-la por trás. Agora o moreno se encaixava em seu quadril, passeava o pau em sua boceta arrebitada, a segurava pelas cinturas com uma mão, puxava seus cabelos com a outra e a penetrava com firmeza. O barulho de seu corpo suado se chocando contra a bundinha carnuda e molhada de Bruna produzia um som excitante e envolvente, convidando os dois a gemerem alto. Anderson agora dava tapas naquele bumbum delicioso e segurava os seios de Bruna, que delirava. Jamais ela havia sido possuída daquele jeito másculo, experiente e decidido.


“Gosta de ser comida por trás?”, perguntava o moreno. “Gosto, adoro! Faz forte!”, pedia Bruna, olhando para trás com cara safada de tesão. “Vai me dar o cuzinho um dia?”, prosseguia Anderson. “Vou! Eu quero!”, concordava a loirinha.


O moreno acelerou os movimentos e explodiu num urro de tesão que deve ter sido ouvido pela vizinhança. O gozo era tão abundante que ele, após ter gozado na xaninha quente de Bruna, ainda retirou a camisinha e gozou mais um pouco sobre a bunda e as costas trêmulas de tesão da loirinha.


Dias depois, a inauguração do restaurante foi mesmo um grande sucesso. E as reuniões semanais entre Bruna e Anderson continuaram a ser realizadas sem que ninguém pudesse incomodá-los, lá no escritório, após o último freguês ir embora.