E Rafaela flutuou de prazer...

Aquele ser belo e misterioso entrou pela janela e a transformou numa mulher livre, sem barreiras para o desejo


Passava pouco da meia-noite quando Rafaela deu duas voltas com a chave na fechadura, apagou as luzes da sala e foi escovar os dentes para se deitar. Havia muito trabalho a fazer em sua loja logo cedo, e não pretendia demorar a dormir.


Alberto, seu atual “rolo”, tinha acabado de sair. Eles haviam jantado juntos e visto um filme na TV, mas fisicamente a relação ainda não tinha passado de uns amassos no sofá. Rafaela se sentia atraída pelo rapaz, e ficava excitada com seus toques e sua pegada, mas não conseguia dar o próximo passo.


Desde que Saulo, seu ex-noivo, desmarcara o casamento a uma semana da cerimônia, algum tipo de barreira sexual tinha se desenvolvido no subconsciente de Rafaela. Sim, ela sentia desejo, mas simplesmente não conseguia se entregar o suficiente. Já fazia três anos, e ela não mais transara com ninguém.


Pretendentes não faltavam. Cabelos volumosos e ondulados, de um castanho claro quase alourado, cintura fina e quadril farto, Rafaela era um convite para a atração masculina. Seu busto mediano, mas empinado e atraente, fazia um conjunto e tanto com seu rosto aristocrático, de olhos escuros e meio puxados, nariz forte e boca sensual.


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Após bochechar e passar o fio-dental, Rafaela escovou os cabelos se olhando no espelho e gostou do que viu. Estava sexy, com pijama de blusinha regata e calça justinha de algodão. Por baixo, um confortável, mas pequenino, conjunto de calcinha e sutiã brancos, de algodão. “Mais uma vez fiquei na vontade, e deixei o Alberto mais na vontade ainda...”, suspirou melancolicamente, relembrando os beijos e passadas de mão com o rapaz no sofá.


Ao entrar no quarto quase escuro, Rafaela estranhou algo. Era a janela, que estava aberta e permitia a entrada do ar frio de início da madrugada e das luzes da rua. Ao fundo, ouvia o som dos ônibus e carros trafegando na avenida. “Que estranho, tinha certeza de que havia fechado a janela mais cedo!”.


Após acender a luzinha do abajur, ela ia se dirigir à janela para fechá-la quando uma sensação de terror invadiu seu corpo. Suas pernas pareciam pesar toneladas, e a barriga congelou, enquanto o coração disparava. Ela emitiu um grito alto e curto, ao mesmo tempo em que buscava com os olhos algum objeto para se defender.


No parapeito da janela, o vulto agachado de um homem alto e forte, vestindo um sobretudo preto, a encarava fixamente. Antes que Rafaela pudesse reagir, o vulto pulou para dentro do quarto. Ela achou estar desmaiando, pois o pulo parecia ter sido dado em câmera-lenta. O homem misterioso flutuou brevemente no ar, e seus pés descalços pousaram suavemente no piso de madeira.


Paralisada pelo terror, Rafaela tentava entender de onde o sujeito poderia ter vindo, uma vez que morava no quinto andar. Apesar do medo, ela conseguiu estudá-lo. Era um rapaz lindo, de barba morena por fazer, sobrancelhas bem masculinas e cabelos pretos ondulados, quase rebeldes. Os olhos escuros estavam injetados no rosto quadrado e duro, de nariz proeminente em harmonia com o queixo. Ele não sorria, mas Rafaela podia adivinhar que seus dentes eram alinhados e brancos.


Por baixo do sobretudo preto, o rapaz usava um bonito conjunto de camisa e calças sociais, mas seus pés, como ela já havia reparado, estavam descalços. Ainda assim, tudo parecia combinar perfeitamente com aquele corpo alto e forte.


O rapaz se aproximava, e já estava praticamente um passo de distância, quando Rafaela se virou para correr até a porta. Para seu desespero, ela a encontrou misteriosamente trancada. A moça deu outro grito, agora mais apavorante, mas a única resposta foi um miado inquieto de Quindim, seu gato malhado, do outro lado da porta.


O invasor misterioso já estava a um palmo de distância, e agora nada mais ela podia fazer. Quando se preparava para lhe dar um golpe com os braços e tentar fugir, Rafaela sentiu aquele cheiro inesquecível pela primeira vez. Era parecido com jasmim, ou talvez alecrim. Era diferente de tudo que ela já havia sentido.


Os olhos escuros do rapaz prenderem seu próprio olhar com um magnetismo irresistível. Agora ele não lhe inspirava mais medo, e sim desejo. Rafaela estava tomada por uma enorme vontade de abraçá-lo, de senti-lo por completo. Seu coração já não batia de susto, mas de excitação. Seus seios haviam se eriçado, como todos os pelinhos de seu corpo. Sua boca havia ficado cheia d´água e seu sexo, úmido.


“Quem... Quem é você?”, ela sussurrou, enquanto o estranho a envolvia em seus braços e lhe dava o melhor beijo que ela já havia recebido. Sua língua quente e macia a explorava sem pressa, mas com determinação. Suas mãos passeavam por sua, nuca, cabelos e costas, esquentando seu corpo e a deixando com vontade de ficar nua.


“O quê... O que você quer de mim?”, ela prosseguia, mas o ser misterioso nada respondia. Ele apenas deixava cair o sobretudo no chão e desabotoava a própria camisa, exibindo a Rafaela seu peito nu, largo e forte, inundando ainda mais os sentidos da moça com aquele cheiro mágico. Tomada por uma força que ela não conseguia explicar, e para a qual se entregava, Rafaela beijou o peito do rapaz e lambeu seus mamilos vorazmente, enquanto ele gemia e apertava sua cabeça contra seu corpo forte.



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'Eu... eu quero que você me possua!'


A figura finalmente falou, e sua voz era diferente de tudo que Rafaela já tinha escutado. Era uma voz masculina e delicada ao mesmo tempo. Grave e imperativa, mas também gentil e poética. “Eu é que pergunto: o que VOCÊ, quer de mim?”, disse o sujeito, olhando fixamente para os belos olhos da moça e, agora sim, sorrindo.


“Eu... eu quero... eu quero você... Quero que você me pegue, me possua”, respondeu Rafaela, como se todas as barreiras morais, todos os seus segredos, houvessem sido quebrados. Ao mesmo tempo, ela sentiu seus seios entumecerem de vez e sua calcinha ficar muito molhada. Sua boca já estava entreaberta, enquanto suas mãos, como se tivessem vontade própria, desabotoavam a calça do misterioso rapaz.


Não havia cueca por baixo da calça, e, tão logo ela descia ao chão, Rafaela vislumbrou o pênis mais bonito e simétrico que já havia conhecido. Completamente ereto, o sexo daquele homem era mais grosso do que comprido, com uma cabeça rosada e cheirosa. Tudo pulsando acima de um saco grande e liso. A moça, tomada por um tesão irrefreável, se divertia percebendo como o pênis quente do rapaz se encaixava perfeitamente em suas mãos, ao mesmo tempo em que se agachava para chupá-lo.


O invasor misterioso voltou a falar. “E agora, o que você quer, Rafaela? Me chupar?” Totalmente entregue, ela respondeu. “Ai... Eu, eu quero sim! Quero chupar! Hummmm.... Que delícia! Adoro chupar pau!”, ela gemia, meio sem acreditar na própria falta de pudores, enquanto passeava com a língua ao redor daquela cabeça rosada, descia até o saco e voltava. Então, finalmente, colocou tudo na boca repleta de saliva, a ponto de babar de desejo enquanto saboreava tudinho.


Apesar de estar evidentemente adorando a boca da moça, o rapaz puxou os braços de Rafaela e a ergueu, tirando sua blusinha regata e soltando em seguida o sutiã. Vislumbrando os lindos seios rosados e os mamilos durinhos da moça, ele os aproximou de sua boca e suspirou. Era um suspiro quente e profundo.


Rafaela sentiu um orgasmo neste instante. O suspiro do misterioso rapaz, ao chegar aos seus seios, produziu a sensação de diversas bocas os chupando e mordiscando avidamente, algo impossível de explicar. Enquanto ela se contorcia e quase desfalecia no ombro de seu amante anônimo, ele finalmente mergulhou de verdade em seus seios, os chupando e mordiscando de verdade. Parecia difícil de acreditar, mas ela gozou de novo, desfalecendo em seus braços.


Nu, com o pênis ereto, o rapaz a pegou em seus braços fortes e a deitou na cama, puxando a calça e a calcinha de um jeito gentil, mas firme. Rafaela se reanimara, e o visitante prosseguiu: “E agora, o que você deseja? Ser penetrada?” Abrindo bastante as pernas, Rafaela respondeu sem barreiras: “Sim. Eu... Eu quero dar. Quero ser comida gostoso por você. Bem... bem forte!”


O sujeito segurou seus pés e os admirou, os beijando e deu início a um caminho cheio de tesão pelas pernas firmes de Rafaela. Ao chegar na parte interna das coxas, emitiu um novo suspiro em direção ao sexo da moça. Era um suspiro de desejo, por vislumbrar aqueles pentelhos bem aparados, rodeando lábios rosados e muito molhados, ao redor de um clitóris proeminente, que latejava de desejo.


O suspiro chegou até a vulva de Rafaela, a deixando ainda mais quente e molhada, como se dezenas de “Halls pretos” a acariciassem. Ela gemia e rebolava. "E agora, o que você quer Rafaela?". “Nossa! Eu quero dar... Preciso dar! Enfia esse pinto gostoso inteiro em mim. Adoro isso!”.


Sem pressa, o rapaz passeou com a língua entre aqueles lábios e chegou ao clitóris, o envolvendo em sua boca. Foi o melhor oral que Rafaela já recebera, um misto de lambidas com chupadas, de tapas com a língua no grelinho e dedos na vagina.


Finalmente, enquanto Rafaela praticamente chorava de desejo e de vontade por mais e mais, o ser misterioso se ajeitou sobre seu corpo. O calor que ele emanava era diferente de qualquer outro homem, e suas mãos grandes pareciam aveludadas. Ele segurou firme em uma coxa da moça, a entreabrindo, enquanto ajeitava o pênis em sua vagina. Ao mesmo tempo, a beijava.


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Ao sentir aquele pênis a penetrando até o fim, e o corpo do rapaz pesar sobre o seu, friccionando seu clitóris, Rafaela teve outro orgasmo. O amante misterioso provocou: “Quer que eu pare agora?”. Ao que a moça respondeu, desesperada. “Não! Não para! Faz mais, faz bem forte, entra inteiro em mim! Aiiiii!”.


Ele então enfiou forte, cada vez mais rápido, e rebolando. Até soltar um gemido único, cheio de prazer. Rafaela gemeu junto, esperando pelo gozo do amante. Mas, ao contrário, o rapaz gentilmente retirou o pênis e a virou de costas, a deixando com a bundinha para cima. Então, ele a massageou e se ajeitou por cima dela, voltando a penetrá-la, agora por trás.


Nesta posição, a moça sentia o sexo do rapaz com ainda mais prazer, e não resistia a rebolar bastante, acariciando o clitóris com a mão direita e segurando a coxa do parceiro com a esquerda. “Mete! Eu amo sexo, amo dar...”, ela sussurrava, mordendo o lençol e começando a sentir como se estivesse flutuando.


Sem deixar que ela abrisse os olhos, o rapaz voltou a sair de dentro dela e se deitou ao seu lado, a puxando sobre ele. Ela ajeitou o membro em sua vagina, já dolorida, mas ainda faminta, e se sentou, arrancando outro gemido do visitante. “Está gostoso assim, gosta de mim por cima?”, ela perguntou. A resposta do rapaz foi surpreendente. Ele se limitou a dizer: “Abra seus olhos e veja o que você faz comigo”.


Ao abrir os olhos, Rafaela berrou e sorriu ao mesmo tempo. Os dois estavam vários palmos acima do colchão, flutuando no ar já abafado do quarto. Ela olhou fixamente nos olhos do visitante, e sem esperar explicações nem respostas, passou a galopar e rebolar loucamente em seu membro, o arranhando e gemendo alto. Perto de sentir outro orgasmo, ela ergueu os braços e sentiu os dedos tocarem o teto.


Finalmente, o ser misterioso a agarrou, a puxou até seu rosto e a beijou. Ao mesmo tempo, saiu de dentro dela e jorrou uma interminável quantidade de líquido quente e esbranquiçado em suas costas, coxas e bunda. De sua boca saíam frases lindas, mas num idioma ininteligível. Rafaela gozou junto, amando a sensação daquele pênis jorrando esperma sobre ela, cheio de tesão.


Após o gozo, o corpo dos dois desabou de volta na cama. Rafaela parecia anestesiada. Jamais se sentira tão leve e feliz. Ela só estranhou não ter sentido o corpo do rapaz debaixo do seu, e tateou o colchão o procurando. Porém, só conseguiu sentir a cama vazia, sem sinal do enigmático parceiro.


Desesperada com a possibilidade de tudo não ter passado de um sonho, olhou aflita em direção à janela.


Foi quando viu o rapaz, já totalmente vestido, a mirando do parapeito. “Não vai embora!”, ela sussurrou. Ele apenas sorriu, enquanto Rafaela, anestesiada por aquele misterioso cheiro de flores e alecrim, desfalecia no colchão.


Ela só foi acordar horas depois, com o sol invadindo o quarto pela janela aberta e Quindim roçando o corpo macio em suas coxas nuas. “Co-como você entrou, Quindim? A porta está aberta! Nossa que sonho maluco e gostoso eu tive!”


Ao caminhar nua até o banheiro, Rafaela relembrava cada segundo do sonho, percebendo a respiração ficar acelerada e o corpo, excitado de novo.


De repente, ela parou e deu um gritinho de alegria. O ar ainda estava tomado por aquele delicioso cheiro e, ao passar as mãos pelas suas costas, percebeu ainda estar com as marcas e fluidos do misterioso parceiro em seu corpo.


“Venha, Quindim! Tenho certeza de que este será um lindo dia!”.


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