Renata e o Amigo do Sobrinho

Atualizado: 4 de out. de 2018

Renata queria curtir a praia, relaxar e conhecer gente nova. Mas nem imaginava que um rapaz bem mais novo seria a melhor surpresa que poderia ter.


O despertador do celular tocou às 6h30, mas nem precisava. Renata já estava acordada havia 15 minutos, repassando mentalmente todo o roteiro do dia. Abrir a janela, checar o céu, tomar um banho rápido, engolir um café-da-manhã básico e pegar a estrada. A intenção era já vestir o biquíni por baixo da roupa, a fim de não perder tempo e curtir a praia ainda pela manhã.


O descanso de uma semana vinha bem a calhar. Renata precisava relaxar corpo e mente após meses tão extenuantes no trabalho. Também não via a hora de ter algum convívio social, observar as pessoas bonitas na praia e, quem sabe, conhecer alguém que valesse a pena.


A semana de descanso só não seria 100% livre e perfeita porque Felipe, seu sobrinho mais velho, chegaria no dia seguinte com um colega de faculdade. Renata foi tia cedo. Tinha 16 anos quando a irmã – seis anos mais velha - deu à luz Felipe. Por isso, o garoto cresceu mantendo grande cumplicidade com a tia-amiga: parceira de shows, jogos de futebol, confidências amorosas e por vezes até baladas. Agora com 20 anos e na faculdade de engenharia, Felipe havia se tornado um rapaz bonito e bem-educado. Por ele, a tia não via problema em perder parte da liberdade no apartamento da praia, mas Guilherme, o colega de faculdade, ainda era um desconhecido e isso exigiria alguma cerimônia.


A vida sexual de Renata atualmente consistia em saídas com Paulo, um colega de trabalho, a cada 10 ou 15 dias. Desde que ficaram pela primeira vez, os dois engataram esta rotina sem compromisso. Paulo a encontrava em algum lugar ou a buscava em casa, conversavam um pouco em um bar ou restaurante e transavam em algum motel. Muitas vezes as etapas da conversa e do motel eram dispensadas e tudo rolava no carro mesmo. Renata então escolhia uma saia ou um vestido a fim de facilitar os movimentos: gostava de subir no colo de Paulo, sentir as mãos fortes e decididas passeando pelo seu corpo, o volume aumentando na calça do parceiro, que logo era desabotoada para que ela encaixasse o pau duro e grosso em sua vagina molhada. Quase sempre gozava rápido, sentindo o clitóris roçar no corpo de Paulo, enquanto ele mordiscava e chupava seus seios eriçados. Então, se ele ainda não tivesse gozado, ela pulava de volta para o banco do passageiro e o chupava e masturbava com gosto, por vezes deixando o líquido quente e viscoso encher sua boca, ou banhar seus seios.


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Gostava de ter em Paulo um parceiro fixo, ao mesmo tempo em que podia manter a liberdade. A correria do cotidiano, porém, a estava impedindo de conhecer novas e interessantes pessoas. A coisa ficava mais irritante quando batia aquele fogo do qual já tratamos no outro texto. Se isso acontecia e Paulo demorava a poder comparecer, Renata se sentia transbordar de um desejo crescente. Recorria então a seções de sexo virtual com alguns “conhecidos” da internet, e se masturbava entregue a dezenas de fantasias.


Na véspera da viagem para a praia, Renata percebeu que estava entrando em uma fase de excitação, ou “inspiração”, como gostava de dizer. “Estou ficando inspiradinha e querendo brincar”, pensou consigo mesma enquanto se depilava. O passar da lâmina feminina na virilha e em parte dos grandes lábios produzia um efeito gostoso de liberdade e excitação, deixando sua vagina úmida e fazendo o clitóris entumecer, a nuca e os seios se eriçarem. Sabia que essa excitação ia aumentar cada vez mais nos próximos dias, somada à sensação de estar no sol, de biquíni, relaxada pelo consumo de caipirinhas e por pessoas bonitas passando ao redor.


O primeiro dia foi exatamente conforme o esperado. De biquíni azul de lacinho (tinha orgulho por usar biquínis de lacinho após os 35 anos), óculos escuros, boné e rabo-de-cavalo prendendo os cabelos lisos e castanhos, Renata ficou satisfeita ao perceber que roubava olhares ao ir e voltar do mar para se refrescar. O bumbum e as coxas firmes e os seios pequenos, mas empinadinhos, agradavam a boa parte dos homens. Da cadeira sob o guarda-sol, ela aproveitava a discrição dos óculos escuros para observar os caras que passavam ou jogavam frescobol ao seu redor. Além dos rostos, gostava de observar os peitorais, braços e coxas, além das bundas. Muitas vezes não conseguia impedir o olhar de passar pela parte da frente, a fim de verificar o volume nas sungas. Decididamente, estava precisando “dar”. Confidenciou isso a si mesma enquanto olhava para um cara moreno, bonito e sarado, se aproximando para buscar a bolinha de frescobol. De relance, percebeu que ele deveria ter um pau bonito e grosso, ajeitado de lado sob a sunga.


No dia seguinte Renata se instalou na praia ainda mais cedo para caminhar e se bronzear bastante. Tinha acabado de voltar de um mergulho refrescante quando Felipe, o sobrinho, chegou com o amigo. “Tia, esse é o Guilherme...” Ao se cumprimentarem, ela não deixou de reparar um brilho diferente nos olhos do rapaz. Parece que ele havia se surpreendido com a beleza e a jovialidade da “tia”, fato que deixou Renata feliz e lisonjeada. Guilherme era bonito e parecia mais maduro do que Felipe. Tinha cabelos curtos e lisos, olhos claros e um corpo atlético. Bastou meia-hora de conversa para Renata curtir ainda mais o amigo do sobrinho. Guilherme falava pouco, mas se mostrou inteligente e educado. Aos poucos, o olhar do rapaz começou a se demorar mais ao encarar o rosto de Renata, o que a deixou sem graça. “Quando o Felipe disse que a tia dele também estaria aqui, imaginei outra coisa”, arriscou o rapaz, enquanto o amigo foi comprar cerveja. “Você parece uma irmã mais velha...” Renata sentiu o rosto avermelhar e um frio na barriga. “E eu achei que você era tímido! Mas obrigada pelo elogio.



Olhos bonitos de mulher observando


À noite, outra surpresa agradável e instigante: Guilherme havia passado no mercado e fizera questão de cozinhar. O rapaz preparou um macarrão delicioso para o jantar, além e de ter providenciado uma boa garrafa de vinho tinto. Durante a refeição, a troca de olhares continuou enquanto o trio secava a garrafa de vinho. Renata não podia acreditar e ria de excitação ao perceber que estava levando a sério o flerte com um rapaz 15 anos mais jovem! Pouco depois, porém, recebeu como um choque de realidade a notícia de que os dois estavam de saída: iriam curtir uma balada e não tinham hora para voltar. “E eu achando que ficariam aqui comigo, ou que me convidariam! Que viagem, quem quer sair com a tia?!?”, disse para si mesma enquanto folheava uma revista e caía no sono.


“Bom dia! Voltei mais cedo ontem, mas você já devia estar dormindo!”. Renata não disfarçou o susto – e o frio na barriga – ao olhar para o lado e ver que Guilherme já estava a postos na praia, mesmo tão cedo. “Ah, oi! É que eu gosto de vir cedo e aproveitar bem o dia. E você?” Ela ficou feliz da vida ao ouvir a resposta. Guilherme explicou que não estava a fim de baladas aqueles dias, que também preferia curtir a praia e o mar. “Mas o Felipe está aproveitando! Acho que ele chegou bem tarde, porque está capotado na cama!”, avisou.


Os dois ficaram um bom tempo conversando na areia, lado a lado. Com o tempo, o corpo de Guilherme começou a encostar no de Renata, que sentiu todo o organismo reagir àquele toque na pele quente. Se o rapaz quisesse e soubesse agir, em instantes poderia desamarrar a parte de cima do biquíni e chupar seus seios, enquanto os dedos espertos afastavam a parte de baixo e acariciavam sua xoxota depilada e úmida. Ela, por sua vez, afastaria sua sunga e acariciaria o pau grosso e melado. Eram essas cenas que passavam pela sua mente. “Vamos, então?”. Renata voltou a si ao ouvir a pergunta de Guilherme. “O que? Para onde? Agora?”. Ficou vermelha e trêmula, e não soube onde enfiar a cara ao ouvir a resposta. “Caminhar na praia e dar um mergulho, ora. Você não estava me ouvindo te perguntar?”. “Ah, claro, vamos, sim. Um mergulho vem bem a calhar...”


A segunda noite parecia seguir o mesmo roteiro da anterior. Após fazerem um lanche, os dois rapazes foram para a balada. Renata tomou um bom banho e percebeu como estava à flor da pele ao passar hidratante e se excitar com as próprias mãos passeando com o creme em seu corpo bronzeado, com marquinhas sexys de sol. Vestiu apenas uma pequena calcinha branca, uma camiseta comprida e ligou a TV da sala. À meia-luz e com o barulho do ventilador, deixou o pensamento voltar à praia, à sensação que teve ao sentir seu corpo encostar em Guilherme. Recordou as coisas que imaginara. Estirada no sofá, percebeu estar ficando cada vez mais excitada. Colocou a mão sob a camiseta e acariciou os seios, já bem arrepiados. Abriu as pernas e passou a outra mão sobre a calcinha úmida. Sentiu o clitóris latejar e já se preparava para acaricia-lo quando ouviu a fechadura da porta de entrada. Em um instante, se recompôs e olhou fixamente para a tela da TV, sem ter ideia do que estava passando. Fingindo tranquilidade, olhou por cima das almofadas e viu Guilherme entrando, sozinho.


O rapaz tirou a camiseta e ficou apenas de bermuda. “Posso ver TV aqui com você até dar sono? Decididamente não estou no pique para baladas”. Dizendo isso, já foi se sentando no único canto vago do sofá. Renata, deitada, encolheu as pernas, mas em menos de um minuto Guilherme puxou seus pés sobre seu colo e começou a massageá-los, enquanto comentava sobre o comportamento de Felipe na noite. “Ele está pegando todas!”. Mais alguns minutos de conversa e Guilherme já estava acariciando as pernas de Renata, ora com a ponta dos dedos, ora com mãos firmes espalmadas. Quando os olhares voltaram a se cruzar, nada mais precisou ser dito. O rapaz projetou seu corpo sobre o de Renata, procurando sua boca para um beijo quente, gostoso, demorado. Ela não teve outra reação que não abrir as pernas e deixar Guilherme se encaixar entre suas coxas. Sequer segurou um gemido ao sentir o pau do rapaz, duro sob a bermuda, roçando sobre sua calcinha molhada.


Sem interromper o beijo, ela desabotoou a bermuda de Guilherme e colocou a mão sob a cueca boxer, gemendo outra vez ao sentir aquele pau tão desejado latejando, muito duro e grosso, preenchendo sua mão. Olhando fixamente para Guilherme, afastou a calcinha, abriu mais as pernas e o puxou para junto de si. O olhar do rapaz não a enganou e a primeira impressão se confirmou: apesar de jovem, Guilherme era maduro, esperto. Sem pressa, ela começou a passear com o pau na boceta, fazendo movimento circulares e de vaivém no clitóris enquanto Renata rebolava e gemia de tesão. “Gostosa, vem aqui, tira essa camiseta que quero seus seios...” E caiu de boca, mordiscando e dando estocadas com a língua sobre os bicos entumecidos da gata, que parecia subir ao céu e voltar de tanto tesão.

Guilherme então segurou firme a coxa de Renata, deu mais um beijo em sua boca e, ao mesmo tempo, a penetrou de forma forte e firme, até que ela sentisse o saco encostar em sua bunda, em seu cu. Ele começou então um vaivém firme e decidido, alternado com reboladas que serviam para preencher toda a boceta e acariciar o clitóris. “Como você é bom e gostoso! Vai, forte! Faz forte, vai, bem forte!”. Poucas vezes Renata se sentiu tão liberada no sexo. Queria cada vez mais, enquanto apertava firme a bunda carnuda e dura do rapaz e ele metia com força. “Quer o pau duro, quer? Gosta da pica?”, Guilherme atiçava. Passavam a língua uma na outra, lambiam seus corpos suados, mordiscavam orelhas e pescoços, se arranhavam enquanto o vaivém ficava cada vez mais intenso. Sentiram juntos as ondas de gozo chegando, e Renata não se controlou ao ver o rosto bonito do rapaz franzindo de tesão e um gemido másculo irromper na sala. Gozou junto com Guilherme enquanto ele a inundava com muita porra branca e quente. Um volume e uma distância que a surpreenderam.


Os dois deitaram juntos no sofá, Guilherme atrás, encaixando o corpo em suas costas e bunda. Ela tinha certeza de que acabariam pegando no sono, mas, para sua surpresa, começou a sentir o pênis do rapaz endurecer entre suas nádegas, fazendo pressão sobre seu ânus, enquanto ele procurava seu clitóris com os dedos. Embora sentisse tesão no cuzinho apertado, Renata sabia que não era o momento de dar esse passo. Só pensava em voltar a entregar a bocetinha para o marmanjo esperto. “Mete na minha xaninha aí por trás, mete?”. Dizendo isso, encaixou o pau na boceta e se deixou penetrar novamente. Estava cada vez mais molhada, desejando ser comida com força. Guilherme metia forte e acariciava seu grelo com uma mão e os seios com a outra. Por vezes também segurava firme em sua cintura e dava tapinhas na bunda, movimentos que faziam Renata rebolar e gemer.


Ao sentir que o gostosão estava perto de gozar novamente, ela decidiu que queria mais. Então se afastou e, ainda de costas, se colocou de quatro para o jovem macho, empinando bem a bunda e oferecendo toda a boceta para ser comida. Guilherme era esperto e cafa: lhe aplicou uma “surrinha” de pau na bunda, batendo firme com o cacete em suas nádegas e passeando com a cabeça pelo cu, que piscava de tesão. Então voltou a encaixar o mastro na entrada da buça e meteu firme e forte, fazendo o saco voltar a encostar no grelinho duro. Com uma mão, puxou os cabelos de Renata, que a esta altura já dava gritinhos. Com a outra, segurou firme na cintura e começou a comer bem forte. Renata sentiu vários pequenos e potentes orgasmos com essa movimentação. Naquele instante, sabia que Guilherme poderia fazer o que quisesse com ela. Ele então a puxou para junto de si, tascou outro beijo e comandou, com voz firme e cafajeste: “Chupa o pau, chupa!”. Não precisava pedir duas vezes. Renata se agachou sobre o mastro grosso e o colocou todo na boca, sugando e chupando como nunca havia feito. Adorou quando sentiu a mão de Guilherme procurando sua bunda, passando pelo seu cu e acariciando sua xoxota. Chupou com ainda mais vigor, até voltar a ouvir aquele gemido gostoso do macho e sentir o pau bombar muita porra sobre seus seios.


Poucos minutos depois, ouviram a porta da frente sendo novamente aberta. Era Felipe voltando da balada. Com um gritinho, Renata pegou a camiseta e correu para a suíte. Por sorte, o sobrinho chegou meio bêbado e sequer desconfiou. Após tomar um banho, Renata ouviu os dois conversando no quarto em frente. “Por que você está voltando todo dia cedo? Tá cheio de mulher nas festinhas da praia”, perguntou Felipe a Guilherme, que respondeu com firmeza e um certo cinismo. “Ah, cara. Não estou a fim dessas meninas. Vou voltar mais cedo todos os dias para dormir e curtir a praia.”


Renata desligou o abajur sorrindo, leve, feliz e orgulhosa. Sabia que aquela semana de descanso na praia seria ainda mais interessante do que imaginara.


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