Uma história de amor e (muito) sexo

Ele e ela finalmente se entregaram um ao outro. Sem pudores no quarto, vivenciaram uma rara paixão, entremeada por muito prazer e orgasmos...


O que é preciso para que duas pessoas finalmente se entreguem? Química? Estarem a fim e disponíveis ao mesmo tempo? Às vezes basta estarem cansadas de fugir uma da outra. Cansadas de ter medo ou de simplesmente evitar o inevitável. Quem sabe?


Seja como for, finalmente naquela noite ele conseguira convencê-la a sair. Por mais que se esforçasse em pensar que provavelmente apenas conversariam, ele não conseguia tirar da mente a ideia de enfim beijá-la e leva-la para cama. Há anos sonhava em experimentar aqueles lábios (com duplo sentido, por favor) e desvendar aquele corpo. Ela era magra e atlética, fruto de anos dedicados aos exercícios físicos. O cabelo liso e castanho-claro emoldurava perfeitamente seu rosto fino e elegante, como olhos escuros e vívidos. Os seios médios e empinados, a cintura fina e a bundinha chamativa combinavam com o ar tímido e elegante que ela exalava.


Da parte dela, aquela noite inspirava mais cautela. Apesar do frio na barriga e de uma certa excitação (estava carente e com vontade de transar), sabia que precisava ter cuidado com os sentimentos dele. Sim, ela já havia sentido uma paixonite por ele no passado, mas as coisas foram mudando com o tempo. E, para sua própria surpresa, descobrira que ele sempre fora apaixonado por ela. Todo cuidado nessas situações é pouco. O achava bonito: moreno, magro, de cabelo liso e moderno, barba por fazer, mãos firmes, coxas grossas e bumbum gostoso. Além do mais, amigas em comum já haviam contado que ele tinha pegada e sabia muito bem o que fazer com o corpo feminino. Ao mesmo tempo, o achava muito “bonzinho. Preferia homens mais cafa...


Seja como for, tomou um banho bem demorado, no qual se depilou como sempre fazia nas noites em que o sexo era certeza. Escolheu uma lingerie sexy e diminuta, calça jeans justinha, uma blusa decotada e um par de botas. Sabia que ela a adorava assim: de calça e botas no friozinho. Enquanto isso, ele escolhia uma camisa social, cinto, calça e sapatos. Sabia que ela gostava de homens clássicos.


O jantar transcorreu como esperado. Os dois meio travados pela timidez, escondendo as segundas intenções e torcendo para o vinho fazer logo o trabalho mais difícil. A segunda garrafa conseguiu completar a missão. Já mais soltinhos, os dois aproximaram as cadeiras e deixaram os corpos se encostar. Logo ele sentiu o pênis endurecer sob a cueca boxer azul, e ela percebia os seios endurecerem e a calcinha umedecer. Para ela, o primeiro beijo foi uma surpresa agradável, pois as bocas se encaixavam perfeitamente e a língua dele era esperta. Já as mãos firmes passeavam com destreza por sua nuca, costas, quadril e coxas. Decididamente, ela queria mais...



Casal homem e mulher jovens se abraçam com amor e paixão em frente a uma porta entreaberta

Saíram no mesmo carro em direção ao motel. Nos cruzamentos parados, voltavam a se beijar e a se acariciar. “Será que ele vai me achar abusada se eu colocar a mão ‘nele’? Não estou aguentando de vontade...” Ela, portanto, respirou fundo enquanto ele dirigia e pousou a mão em sua virilha, sentindo o volume do saco e do pau duro sob a calça. Com naturalidade, abriu o zíper, encontrou o elástico da cueca e a afastou, puxando o membro duro para fora. “Ele é louco por você”, ele foi avisando, enquanto ela o admirava. Estava longe de ser enorme, mas era bonito e grosso, com uma grande cabeça rosada e brilhante. Com a boca agora cheia de saliva, ela soltou o cinto de segurança e se agachou, encaixando o pau entre seus lábios e o deixando entrar em sua boca quente e molhada. Sabia o que fazer, e iniciou um esperto vai-e-vem, alternando com passeios da língua ao redor da glande. Ele gemia e fazia carinho em seus cabelos longos, descendo com a mão pelas costas e apalpando sua bunda.


Aquele movimento ousado da parte dela quebrou o gelo de vez. Subiram as escadas em direção ao quarto se agarrando. Ela já estava apenas de sutiã e ele, apenas de cueca quando chegaram à cama. Ele então a ajeitou entre os braços, a lançou um olhar apaixonado e voltou a beijá-la com ardor. Enquanto mordiscava suas orelhas e o pescoço, soltou o sutiã mostrando experiência e acariciou seus seios com dedicação. “Sempre sonhei com eles, sabia? São lindos...” Então, deixou a boca envolver o seio direito, fazendo movimentos circulares com a língua até chegar ao mamilo. O mordiscou e chicoteou com a ponta da língua, passando vorazmente para o seio esquerdo, no qual fez os mesmos movimentos, e assim sucessivamente, cada vez mais rápido e sôfrego. Ela gemia, entregue.


A boca dele agora descia por sua barriga lisa e muito bem definida para uma mulher de 30 e tantos anos. Desabotoou a calça e a tirou junto com as botas. Então olhou para sua pequena calcinha branca de renda e suspirou com tesão. Mordiscou e lambeu seus pés e pernas, a parte interna de suas coxas até finalmente chegar à virilha. Então beijou o tecido rendado e afastou a calcinha para o ladinho, admirando como um colegial a tão sonhada boceta. Uma pequena porção de pelos castanhos claros na parte de cima servia como convite para os lábios rosados e o clitóris latejante. Ele explorou os lábios com a língua e finalmente chegou ao grelo, no qual fez movimentos circulares e verticais, deu chicotadinhas e envolveu totalmente na boca, fazendo sucção. “Que xoxota gostosa, como eu sempre quis ela pra mim!”


Ela gemia, entregue. Poucas vezes havia sido pega assim, de um jeito carinhoso e másculo ao mesmo tempo. Sôfrego, ele se ergueu e baixou a cueca, voltando a revelar seu pau duro e grosso. Então o levou até seus seios, onde passeou a pica pelos mamilos e o ofereceu novamente à boca dela, que o engoliu, acariciando o saco.


Após colocarem juntos a camisinha no pau molhado de saliva, ele se deitou em cima dela. Segurou sua perna direita com mão firme sobre a coxa e passeou a glande ao redor do clitóris. “Lembra que eu disse que ia te tratar bem? É isso que eu quero, te tratar bem de dia e de noite”, ele sussurrou, voltando a beija-la e, ao mesmo tempo, enfiando com firmeza o membro em sua vagina. A cada centímetro ela gemia, sentindo o corpo levitar ao perceber que ele estava inteiro dentro dela e o saco roçava em sua bunda. Ele então passou a estocar com firmeza, alternado com reboladas e aumentando a velocidade, até começar a come-la com força e fome.


Ele ergueu o corpo e olhou para baixo, admirando o próprio pau comendo a tão desejada xoxota. “Olha para eles, olha? Olha como ele entra nela gostoso?”, ele pediu. Ela obedeceu, cravando as unhas no peito do macho e sentindo a primeira onda de orgasmo a invadindo. Uma onda avassaladora, poucas vezes sentida. “Aiiii! Tô gozaaandooo! Não para, gostoso!”. Os dois voltaram a se beijar e se lamber como animais, chegando juntos ao orgasmo. Ela adorou sentir o pau bombar o líquido quente dentro de sua xana, enquanto ele se deliciou com as unhas dela enterradas em suas costas e o corpo em espasmos sob o seu.


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Após cerca de 15 minutos de suspiros e afagos, ela se virou de lado e o puxou para junto de si, deitados em concha. O contato de seu pau com a bunda durinha e carnuda reavivou seu desejo, e logo uma poderosa ereção retornou. Ela também se excitou ao sentir aquele membro quente e grosso entre suas nádegas, e empinou o quadril, fazendo com que ele se esfregasse em seu ânus. Começaram juntos um movimento de vai-e-vem, gemendo. Enquanto ele mordiscava seu pescoço, ela não se aguentou. Encontrou o pau com a mão direita, o ajeitou na boceta e jogou o corpo para trás, se deixando penetrar. Ele tratou de erguer a perna dela, ajeitar melhor o corpo e começou a bombar forte, enterrando a pica até o fim na xana quente e molhada. “Adoro ser pega de ladinho, mete na sua gostosa, mete?”, ela aprovava e rebolava.


Após alguns minutos, ele se ajoelhou sobre o colchão, a puxou pelo quadril e a ajeitou de quatro. Experiente, ela arrebitou bem o quadril, revelando a ele sua linda bocetinha e o cuzinho rosado. Ele não resistiu e caiu de boca, envolvendo primeiro toda a vagina em seus lábios, e depois lambendo vorazmente o cu, que piscava (ela adorava sexo anal, mas queria guardar essa surpresa para uma próxima vez). Ele então deu palmadas e surrinha de pau naquela bundinha linda, a segurou pela cintura com uma mão, puxou seus cabelos com a outra e meteu de um jeito firme, mas sem pressa, em sua boceta. Ela gemia e rebolava, enquanto ele aumentava a velocidade até novamente a estar comendo com muita fome e tesão. Os corpos suados se chocavam, produzindo um delicioso barulho que ecoava pela suíte.


Ela passou a gemer mais e mais alto, e ele também. Entregues como animais, deixaram o orgasmo chegar junto mais uma vez. “Aiiiiiiiii! Tô gozando muito! Aiiiimmmmmm!”, ela anunciou, deixando o corpo tombar sobre o colchão enquanto sentia vários espasmos no corpo, como pequenos outros orgasmos que perduravam. Ele urrou, batendo punheta, e jorrou uma enorme quantidade de porra branca e quente, banhando todas suas costas e bunda. “Te quero, sempre te quis. Isso é pra te marcar, te quero pra mim e vou cuidar de você...”, ele dizia, esfregando a mão sobre seu corpo coberto de sêmen e suor.


Então, deixou o corpo tombar ao lado do dela e adormeceu, a abraçando. Ela permaneceu de olhos abertos, pensando na vida e nos homens que conheceu antes dele. Ajeitou melhor seu corpo, apertou os braços fortes ao redor de seu corpo, segurou em suas mãos e enfim se entregou aos sonhos...

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