O misterioso caso do jantar na embaixada

Foi algo colocado na bebida? Foi uma magia? Como um jantar de gala se transformou rapidamente em uma grande cena de sexo grupal?


Me chamo Ivan e sou um empresário bem-sucedido no ramo do comércio exterior. Sou casado há dois anos com Paula, uma ex-modelo que largou a carreira para me acompanhar nas constantes viagens ao redor do mundo.

Eu e ela formamos um belo e jovem casal: sou moreno e alto, cultivo o hábito de correr e nadar, o que me garante um físico atlético e enxuto, combinando bem com meu cabelo moreno e volumoso e meu gosto por deixar a barba sempre por fazer. Já Paula dispensa comentários: seus longos cabelos lisos e escuros, seus olhos amendoados, seu nariz e boca simétricos a garantem muitos elogios. Já seu corpo sempre foi impecável, com seios na médios e firmes, cintura fina, coxas bem torneadas e bumbum farto.


Tudo aconteceu durante uma viagem ao exterior, na casa do embaixador de um país com o qual eu desejava fechar negócios. Eu e Paula fomos convidados para uma recepção na embaixada, à qual deveríamos comparecer em traje de gala (ou seja, homens de smoking e mulheres de vestido longo).


Chegamos ao local, em uma rua escura e deserta na capital daquele país, pontualmente às 20h, e fomos introduzidos a uma ampla e confortável sala, repleta de mobílias de estilo moderno, com sofás grandes, confortáveis e tapetes felpudos.


Espalhadas pela sala havia dezenas de outras pessoas: a maioria casais, além de alguns homens desacompanhados. Como ali havia gente de todos os cantos do mundo, os idiomas escolhidos para possibilitar a comunicação eram o inglês e o francês.


Eu e Paula reparamos que todos os casais eram muito bonitos: loiros de aparência germânica e nórdica, ruivos do Leste Europeu, asiáticos da Coreia do Sul e do Japão, e negros da África e dos Estados Unidos tornavam aquela sala uma espécie de paraíso multirracial. Em meio àquele cenário, nos sentamos em um sofá, nos servimos de champagne e ficamos aguardando a presença do embaixador e de sua mulher.


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Cerca de uma hora se passou, e nada acontecia. Todos estavam visivelmente curiosos com o atraso dos donos da casa e nos entreolhávamos já meio desconfiados. Para ajudar a passar o tempo, bebíamos uma taça após a outra.


E então tudo começou. Tão de repente quanto o acender de uma lâmpada, o arrebentar de uma onda na praia ou a chama que surge ao riscarmos um fósforo.


Fomos todos tomados por um incontrolável desejo por sexo. Meu membro ficou duro como pedra sob a calça do smoking, e todas as mulheres daquela sala me inspiravam uma irrefreável vontade de possuí-las. Passei a cobiçar loucamente os fartos seios da ruiva sexy, a incrível bunda da loira enigmática, e o sexo da negra maravilhosa. Claro que também desejava minha mulher, minha linda e gostosa Paula.


E foi para ela que olhei, tentando tirar as outras mulheres da cabeça. Mas jamais me esquecerei da imagem que vi: Paula estava de olhos fechados, mordendo o lábio inferior e puxando o longo vestido para cima das coxas, que se esfregavam nervosamente no sofá. Ela puxou o vestido até que sua pequena calcinha preta, de rendas, ficasse aparente. Então, num único impulso, apertou meu braço com a mão direita e, com a esquerda, afastou a calcinha para o lado e começou a se tocar. Ali, no sofá da sala, em frente a dezenas de desconhecidos.



Homem bonito smoking mulher sexo pernas decote
'Fomos todos tomados por um irresistível desejo de sexo'


Seus dedos passeavam entre seus lábios úmidos e acariciavam seu clitóris proeminente.

“Você está louca?”, gritei, colocando uma almofada sobre seu sexo. “Não sei, Ivan! Não sei o que está acontecendo comigo, mas eu estou excitada demais. Vamos trepar, vem me pega gostoso! Aiiii, quero gozar!”, ela respondeu, agora baixando a parte de cima do vestido e deixando seus belos seios nus, com os mamilos muito eriçados.


Desesperado, morrendo de ciúmes e vergonha, criei coragem e voltei a olhar ao redor para ver se algum convidado havia visto minha mulher daquele jeito. E sabem o que vi? Sentado em uma poltrona, o belo rapaz negro estava com seu membro ereto e exposto. Um membro muito grande e grosso, o maior que eu já vira.


Ajoelhadas aos seus pés, a moça ruiva e a loira nórdica passavam a mão naquele mastro enquanto se beijavam, e logo começaram a chupá-lo alternadamente. O marido da ruiva se masturbava olhando para a cena numa cadeira ao lado, visivelmente excitado.


Em outro sofá, a moça coreana estava de quatro, com o vestido longo todo repuxado para cima, enquanto a negra americana lhe dava palmadas e começava a chupá-la por trás, arrancando a calcinha branca. Um rapaz louro chegou rapidamente à ponta do sofá, desabotoando a calça e abrindo o zíper, até que seu pênis grosso e branco, completamente duro, saltasse para fora e fosse chupado pela coreana em êxtase.


No chão, sobre o tapete felpudo, uma japonesa e uma loira se beijavam e se acariciavam, com os seios nus e as pernas bem abertas. Admirei seus sexos molhados, enquanto elas gemiam e recebiam a companhia de um casal africano, todos se beijando e acariciando. O rapaz logo ficou nu e penetrou a loira, que gemia alto, em alemão, enquanto recebia beijos e carícias das amigas.


Apesar de espantado, eu também estava cada vez mais excitado, com uma irresistível vontade de me tocar e ser tocado. Foi quando olhei para o lado. O que vi foi minha mulher encarando outro homem, um dos poucos que estavam desacompanhados. Ele havia se sentado ao lado de Paula no outro canto do sofá, e encarava sem nenhuma cerimônia o corpo nu de minha esposa. Era um sujeito moreno e bonito, mas com aparência de mau. Sua cara era ameaçadora, e uma grande cicatriz descia do supercílio até o meio da bochecha.


Paula então se virou para mim e pousou a mão sobre meu membro, o acariciando. Depois, me beijou com extrema volúpia. Eu não resisti e passei a masturbar seu sexo nu, enquanto ela abria meu zíper e puxava meu pênis para fora, o acariciando com a boca entreaberta e cheia d’água.


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Minha mulher então começou a me chupar e, entre gemidos, olhei curioso para o sujeito com cara de mau. Ele nos observava, já com a calça aberta, alisando seu pênis, muito grande e torto. Sem qualquer cerimônia, ele puxou o braço esquerdo de Paula e fez com que ela pousasse a mão em seu membro.


Para meu ciúme e meu tesão, minha mulher gemeu de prazer ao sentir o sexo daquele homem em sua mão, e começou a masturbá-lo. Inebriada de prazer, ela interrompeu o oral que fazia em mim e beijou o sujeito, admirando seu membro ereto.


Fiquei curioso, apreensivo, para saber o que ela iria fazer. E o frio tomou conta de minha barriga enquanto eu notava minha mulher agachando o corpo até a cintura daquele homem e abrindo a boca para engolir seu membro. Paula iniciou um vaivém cheio de apetite, enquanto o cafajeste forçava sua cabeça contra o pau.


Apesar do ciúme, fiquei cheio de tesão com aquilo tudo. Coloquei meus dedos no sexo de Paula e constatei como estava molhado e quente, louco para ser fodido. Eu comecei a beijar suas pernas nuas até chegar à boceta, percebendo que até mesmo suas coxas já estavam molhadas. Abri suas pernas e explorei seus lábios com a língua, sugando o clitóris inchado e introduzindo em sua vagina meus dedos médio e indicativo. Paula gemia, sem tirar a boca do pênis do sujeito, que sorria maliciosamente e acariciava seus cabelos.


Minha mulher então interrompeu o oral e ficou de quatro, indicando que estava pronta para ser possuída por mim. Enquanto eu me encaixava entre suas nádegas, o homem com cara de mau também ficava de joelhos, oferecendo o pau para que ela continuasse a saboreá-lo.


Ao redor da sala, os casais seguiam em êxtase, e uma sinfonia de gemidos femininos e masculinos, além de frases safadas em diversas línguas, preenchiam o ambiente. Difícil eu descrever ao que eu assistia: mulheres cavalgando homens; machos as penetrando de lado ou de quatro; mulheres se chupando e se beijando; homens sozinhos se masturbando e observando as esposas fazendo sexo com desconhecidos...


Paula também gemia alto, enquanto eu segurava sua cintura, puxava seus cabelos e a penetrava com fome. Sua vagina, muito molhada, estava quente e apertada. O sujeito mal-encarado agora batia o membro ereto no rosto de minha mulher, que mantinha a boca aberta e a língua pronta para lambê-lo.


Em poucos segundos, percebi que Paula estava prestes a gozar enquanto o homem gemia cada vez mais alto. Foi então que ela olhou para trás, me encarando, cheia de desejo, e pediu. “Quero que vocês gozem em mim, Ivan! Quero sentir seu pau gostoso bombando porra em mim e o pau dele gozando no meu rosto, nos meus peitos!”.


Louco de tesão, aumentei a força e a velocidade, rebolando dentro de Paula e puxando seus cabelos, enquanto o homem penetrava em sua boca. Soltei um urro de prazer e gozei muito, dentro de minha esposa. Paula se contorcia e gemia, arranhando minha coxa e o peito forte do desconhecido, anunciando estar tendo um orgasmo. “Aiiii! Que gostoso, hummmmm!”. O desconhecido então gemeu alto e gozou, esporrando na boca, no rosto e nos seios de Paula uma enorme quantidade de seu líquido branco.


Como um bom cafajeste, deu um beijo em Paula e se afastou sem dizer palavra, indo se juntar ao animado grupo do outro sofá. Minha mulher, por sua vez, pouco se importou. Ainda com cara de safada, ela observava as outras pessoas transando e recuperava o fôlego encostada em meus ombros.


Fomos juntos ao banheiro para nos recompormos e, para nossa surpresa, eu já estava com outra ereção, e ela me confessou continuar excitada.


Foi quando um casal nu se aproximou, se juntando a nós dois no sofá. Eram jovens e bonitos, de pele negra. Ela tinha olhos amendoados e sorriso perfeito, exibindo seios maravilhosos, grandes e firmes, e um sexo quase todo lisinho, com lábios proeminentes e clitóris inchado. Ele era forte, atlético, de rosto suave e perspicaz, muito charmoso, além de exibir orgulhoso um pênis muito avantajado.


A mulher me puxou para cima dela e me beijou, procurando meu membro com as mãos. Com o canto do olho, vi o rapaz fazer o mesmo com Paula, a beijando e a masturbando com mãos ágeis.

A moça fez eu me deitar e subiu sobre meu rosto, deixando o sexo à altura de minha boca. A chupei loucamente, fazendo movimentos precisos em seu clitóris e aplicando uma sucção em seus lábios, enquanto massageava seus seios, beliscando delicadamente seus mamilos durinhos. Ela gemia e rebolava. Satisfeita, desceu até a altura de meu pênis e se virou de costas, exibindo para mim suas costas formosas e sua deliciosa bunda, grande e dura.


Só então percebi as dezenas de camisinhas que surgiram do nada sobre as mesinhas de centro. A moça pegou um preservativo e colocou gostoso em mim. Então, ajeitou meu pau em sua boceta, se sentando até o fim. Delirei ao ver aquela bunda subindo e descendo, rebolando, enquanto ela se apoiava em minhas pernas e gemia. Meu pau entrava e saia de seu sexo apertado e quente, todo lambuzado por nossos fluidos.


Na outra ponta do sofá, Paula e o rapaz faziam um 69. Confesso que fiquei com tesão ao perceber o jeito faminto com o qual ela chupava aquele enorme pau de ébano, enquanto o rosto do macho se perdia nas nádegas e no sexo de minha esposa.


Paula então se virou e também colocou uma camisinha no rapaz desconhecido. Depois, agachada na ponta dos pés, ajeitou o pau em sua vagina e se sentou vagarosamente, gemendo alto a cada centímetro que a penetrava. Ela conseguiu colocar praticamente todo o pau avantajando dentro de si, e logo começou a quicar selvagemente. “Adoro isso...! Aiiiii...!”, ela gemia, me deixando louco de ciúmes e de tesão ao mesmo tempo.


Minha reação foi colocar minha parceira desconhecida deitada no sofá, de barriga para cima, afastar bem suas coxas com minhas mãos firmes e a penetrar, iniciando um vaivém cheio de rebolados, friccionando seu clitóris com meu corpo. Adorei admirar meu próprio pau entrando e saindo daquela bocetinha morena e deliciosa, o deixando todo lambuzado com seu líquido. Percebi que a moça também olhava para nossos sexos, apertando minha bunda e pedindo para eu ir mais rápido, mais forte.


Foi assim que senti ela tendo um orgasmo, mordendo seus lábios, gemendo e arranhando minhas costas. Não resisti e gozei junto, gostoso deixando a camisinha plena de meu esperma dentro de seu sexo.


Eu e a moça ficamos deitados, nos acariciando, enquanto observávamos nossos parceiros se comendo. O rapaz havia colocado Paula de ladinho e se encaixado em suas costas, a penetrando por trás enquanto massageava seus seios e seu clitóris.


Paula delirava de prazer, olhando fixamente em meus olhos e fazendo caretas de tesão. Foi assim que a assisti tendo o que parecia ser um maravilhoso orgasmo, revirando os olhos, mordendo os lábios, gritando e agarrando firme nos braços fortes do sujeito. “Ahhhhhhh!!!! Hummmmmmm!”.


O moço retirou o pênis delicadamente, arrancou a camisinha e também gozou, marcando todo o corpo de minha mulher com sua porra quente e abundante.


Estranhamente, após o gozo barulhento deles, percebemos que o resto da sala estava silencioso. Todos os casais, todos os homens e mulheres haviam adormecido. Nus, seus corpos repousavam inertes, um grudado e apoiado nos outros.


Aos poucos, percebi minhas pálpebras pesarem, meus braços ficarem inertes e a mente vacilar entre sonho e realidade. Adormecemos profundamente.


Acordamos praticamente juntos, Paula e eu, na cama de nosso hotel. Estávamos com a roupa de gala com a qual fomos à embaixada, e não tínhamos a menor ideia do que havia acontecido após adormecermos.


Tínhamos a certeza de que era impossível termos sonhado a mesma coisa. Além do mais, havia marcas e cheiros em nossos corpos que comprovavam: todo aquele sexo havia sido real. Após tomarmos um banho e pedirmos uma boa refeição no quarto, um mensageiro nos entregou uma carta:


“Ficamos gratos por terem participado de um importante experimento científico. Nada do que aconteceu deve ser divulgado, sob pena de graves consequências.

Ao longo da história, a humanidade desenvolveu armas e tecnologias de morte e destruição. Nosso país está desenvolvendo algo que o fará dominar o mundo por meio do amor e do sexo. Aguardem novas instruções, pois agora vocês estão comprometidos com a nossa causa.”


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