Não deixei aquele surfista gostoso escapar

Era uma viagenzinha de sossego e reflexões, mas, ao avistar aquele homem, não consegui mais pensar em outra coisa até ele me possuir


Aquela viagenzinha fora de época ao litoral era necessária para que eu descansasse do trabalho extenuante e me afastasse de Cláudio por alguns dias. Eu precisava passar um tempo sozinha para identificar o que ainda sentia por ele, e o principal: se conseguiria realmente perdoar suas pisadas de bola (que nem vale a pena mencionar aqui).


Foi Amanda, uma amiga de infância, quem me emprestou as chaves da casa que ela e a família possuíam numa bela e charmosa praia. Embora não estivesse tão calor e nem tão ensolarado naquela época do ano, cheguei animada com a possibilidade de pisar na areia, caminhar, ler meus livros e assistir às minhas séries sossegada. A casa era muito gostosa e acolhedora, e logo me apaixonei por aquele lugar.


Havia outras casas ao redor, mas praticamente todas estavam vazias. A exceção era justamente o sobradinho que ficava bem ao lado de onde estava hospedada, separado apenas por um baixo muro. Logo no primeiro dia, percebi que havia apenas uma pessoa por lá: um homem que gostava de surfar. Eu percebi isso porque o via ao longe, no mar, pegando ondas, enquanto eu caminhava. Depois, via sua prancha no quintal, ao lado daqueles trajes justos que os surfistas usam para entrar na água fria. Eu não estava nem um pouco curiosa para saber como era aquele sujeito, pois realmente não havia viajado para paquerar ou sonhar com aventuras. De qualquer forma, uma presença masculina tão próxima me trouxe uma bem-vinda sensação de segurança.


No terceiro dia, eu estava a caminho da praia quando finalmente pude ver o rosto de meu vizinho misterioso. Nós nos cruzamos e nos cumprimentamos com o olhar, e espero que ele não tenha percebido que eu estremeci. Como o achei lindo, charmoso e gostoso! Olhos grandes e castanhos, cabelos ondulados, um sorriso encantador... Seus ombros eram fortes e largos, o peito aconchegante e as coxas grossas. Em poucos segundos eu fiquei atônita!


Espero que ele também tenha gostado do que viu. Me chamo Adriana (ia esquecendo de me apresentar!), tenho cabelo castanho-claro com brilhos alourados, olhos escuros e amendoados, seios médios e firmes, cintura fina e a parte preferida de meu corpo é um bumbum grandinho e durinho (modéstia à parte, sei que os homens o adoram).


A partir daquele encontro, fiquei muito mais atenta com os movimentos na casa ao lado. Eu tinha prometido a mim mesmo que iria viajar apenas para meditar e “me curtir”, mas a empolgação era mais forte do que eu. Até que aquele momento inesquecível aconteceu...

Era final de tarde e eu estava no quartinho do andar de cima da casa, terminando de me vestir após um gostoso banho. Ao olhar pela janela em direção à casa de meu vizinho bonitão, percebi que ele estava tomando banho no chuveirinho do quintal. Claro que não resisti à tentação e fiquei escondidinha vendo todos os movimentos dele e quase perdi o fôlego quando ele começou a tirar a roupa de surfe e ficar apenas de sunga, deixando a água escorrer por aquele corpão. De repente, ele deu uma rápida olhada na direção da minha casa, como que para se certificar que eu não estava por perto, e tirou a sunga. Perdi o fôlego e quase morri!


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Foi impossível não admirar aquele corpão. Seu pênis grande e grosso balançando enquanto ele o ensaboava. Quando ele se virou de costas, babei para a bunda carnuda e firme, que dava vontade de morder. Em seguida ele se enrolou numa toalha e entrou em casa. Fiquei alguns segundos paralisada, com a respiração ofegante. Percebi estar toda arrepiada e excitada, além de água na boca.


Mais tarde, assistindo a uma série e estirada no sofá, relembrei toda a cena e foi inevitável me acariciar. Coloquei as mãos por dentro da blusa e massageei meus seios, cujos mamilos estavam muito eriçados. Depois, afastei o shorts de algodão e a calcinha, soltando um gemido abafado ao acariciar meu sexo molhado. Cheguei a um orgasmo intenso em poucos minutos e adormeci ali mesmo.


O dia seguinte era meu penúltimo naquela folga gostosa e quis o destino que o mar, pela primeira vez, estivesse liso, sem ondas. Neste panorama, meu vizinho ficou sentado na areia observando a paisagem com cara de tédio. Logo, porém, ele veio se sentar ao meu lado, se apresentando. Ele se chamava Humberto e estava de férias, aproveitando para matar as saudades do surfe.


Logo percebemos muita identificação um pelo outro. Conversamos sobre trabalho, séries, filmes e baladas. Ele era divorciado e admitiu que gostava de curtir a vida, dando um sorriso que apenas homens safadinhos sabem dar. A uma certa altura, ele me pediu licença e voltou 15 minutos depois, trazendo um “cooler” com várias bebidinhas. Logo estávamos alegrinhos, bem relaxados.


Humberto disse que iria fazer um jantar especial para ele próprio naquela noite, e que ficaria muito feliz com minha presença. Claro que aceitei, e me encarreguei de levar uma boa garrafa de vinho. Após tomar um banho relaxante, pegar a única lingerie sexy que eu havia levado, por precaução (preta e cavada, com rendas e lacinho), e vestir uma minissaia com blusinha, me vi batendo à porta de meu desejado vizinho. Ele abriu a porta e me arrepiei com seu cheiro gostoso, seu peito aberto em meio a uma camisa branca parcialmente desabotoada, sua bela bermuda e tudo mais.


Após abrir o vinho, ele me ofereceu uma taça e avisou que o jantar sairia em instantes: espaguete com frutos do mar. Estava delicioso. O papo e o charme dele também estavam tão bons que nem me dei conta da velocidade em que secamos a garrafa, e ele logo estava abrindo a segunda! Após um sorvete com sabor de infância na sobremesa, fomos para a sala, onde Humberto me mostrou fotos de suas viagens de surfe. A certa altura, nossas mãos se enroscaram e não mais se soltaram.


Experiente, ele ajeitou meu cabelo para o lado, olhado sedutoramente nos meus olhos, e me envolveu em seus braços fortes antes de me beijar. Um beijo quente, molhado e muito “animador”. Logo nossas mãos já estavam explorando os corpos um do outro, pois estávamos cheios de tesão acumulado. Foi Humberto quem não resistiu e projetou o corpo para cima do meu. Abri as pernas e deixei ele se encaixar, delirando de prazer ao sentir seu membro duro e rijo roçar em minha calcinha.



Homem e mulher jovens e bonitos na praia de costas com pranchas de surfe


Ele se apoiou em um braço e, com o outro, levantou minha blusa e meu sutiã, logo em seguida caindo de boca em meus seios rosados e entumecidos. Ele aninhou todo o meu seio direito em sua boca, me fez sentir sua respiração quente e só então começou a passear a língua ao redor de meu mamilo. Quando chegou ao bico, deu estocadas com a língua e o mordiscou, me fazendo gemer de prazer. O mesmo ritual foi repetido no outro seio, e eu adorei cada segundo, até que ele passou a lamber e a chupar os dois com sofreguidão enquanto eu acariciava seus cabelos ondulados.


Humberto foi descendo por minha barriga arrepiada, brincou com meu umbigo, ergueu ainda mais minha minissaia e admirou minha pequena calcinha, o último e sexy obstáculo que o separava de meu sexo. Experiente, ele primeiro beijou e mordiscou a parte interna de minhas coxas, me arrancando suspiros. Então, chegou à mira virilha. Com carinho, ele afastou a calcinha para o ladinho e vislumbrou minha vulva, de pelinhos castanho-escuros bem aparadinhos, lábios rosados e clitóris que parecia latejar de tanta vontade de ser acariciado, chupado...


O gostoso passeou com a língua pelos meus lábios quentes e úmidos e então chegou ao grelo, no qual aplicou suave pressão e movimentos ora circulares, ora verticais. Ele era muito bom nisso! De vez em quando ele levava a língua até minha vagina e a colocava um pouco dentro de mim, me deixando louca. Então, caía de boca sobre meu sexo inteiro e chupava meu clitóris numa deliciosa sucção. Quase gozei...


Agora ele estava ajoelhado frente ao meu corpo, abrindo a bermuda e revelando o membro duro e grosso sendo contido pela cueca boxer azul-marinho. Não resisti e estiquei o braço para alcança-lo e acaricia-lo, cheia de vontade. Ele leu meus pensamentos e se sentou, me puxando para ficar ao lado dele. Voltei a beijá-lo e coloquei a mão dentro da cueca, adorando a sensação de ter aquele pênis delicioso em minhas mãos. Fui descendo, descendo, até ficar ajoelhada no chão, com o membro em minhas mãos e olhando para Humberto com cara de safada. Ele então acariciou meus cabelos e eu lambi toda aquela glande rosada e brilhante, descendo com a língua pelo comprimento todo daquele mastro pulsante e grosso. Depois, quase salivando de tesão, o coloquei inteiro na boca e o chupei num intenso vaivém. Humberto gemia e se contorcia de prazer, acariciando minhas costas, dando tapas em minha bunda. Quase gozamos neste momento, o que não seria nada mal.


Mas Humberto me puxou de volta, me beijou com ardor, dizendo para sentirmos nossos gostos nas nossas bocas, tirou de vez minhas roupas e sacou uma camisinha do bolso da bermuda. Adorei vê-lo a colocando em seu pênis e percebi que não via a hora de sentar naquele homem. E foi o que fiz, ajeitando o membro em minha vagina e deixando que ele me penetrasse centímetro por centímetro, até sentir o contato de seu saco e de suas pernas em minha bunda. Que macho gostoso, que pau delicioso. Me soltei de vez. “Me come gostoso! Mete em mim, mete? Me come...”, eu gemia em seu ouvido. Gememos juntos e eu comecei a subir e descer cada vez mais rápido, rebolando bastante. Humberto mordiscava meu pescoço e chupava meus seios enquanto apertava forte minha bunda e dava tapinhas deliciosos.


Ele então me deitou com delicadeza sobre as almofadas que repousavam no tapete e veio por cima de mim, abrindo bem minhas pernas e voltando a me penetrar com ardor. Quem disse que papai-e-mamãe também não é bom? “Olha para baixo, olha meu pau entrando em você, olha?”, ele me dizia, enquanto seu membro lindo entrava e saía da minha boceta apertada e molhada. Eu estava quase chegando ao orgasmo, mas ainda queria mais.


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Homem experiente, Humberto sabia disso e saiu de dentro de mim, acariciando meu clitóris com o pênis quente e me beijando gostoso. Ele então me pegou pela cintura e me ergueu, fazendo com que eu ficasse de costas para ele, de quatro. Parece que ele sabia que essa é minha posição preferida. Sem pressa, ele mordiscou minha bunda carnuda, a acariciou e me chupou por trás. Eu delirava de tesão. Senti as mãos firmes dele na minha cintura e o pênis em minha vagina. Ele me penetrou com firmeza, mas sem pressa, entrando inteiro dentro de mim. Eu sentia o saco roçar meus lábios e meu grelo e gemia alto, enquanto Humberto aumentava mais e mais a força e a velocidade.


“Me come forte! Faz forte, vai!”, eu gritava, enlouquecida. “Gosta de dar gostoso! Gosta de pau? Tesuda, gostosa! Fiquei louco por você!”, ele respondia, metendo cada vez mais forte, me deixando com aquela sensação dolorida e gostosa.


Quando ele puxou meus cabelos, enfiou bem forte em mim e agarrou minha cintura, não contive o orgasmo. Senti meu corpo todo estremecer e desfalecer, parece que saí de mim e voltei, gemendo alto e desfalecendo sobre as almofadas. Eu estava em êxtase, trêmula, e até lágrimas molhavam meus olhos. Debruçado sobre mim, já sem o preservativo, Humberto roçava o pênis quente entre minhas nádegas e gemia, até urrar de prazer e um jato forte e abundante de sêmen branco e quente banhar todas as minhas costas e minha bunda. Amei...


Desmaiamos sobre as almofadas e adormecemos. Passamos o dia seguinte juntos, na praia e em casa, repetindo a dose mais algumas vezes. Trocamos telefones, mas sabíamos que não mais iríamos nos ver. Aquela era uma aventura para ser guardada para sempre no coração e na mente.

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