Sandrinha e Pedro se pegam na sala de aula vazia

Começou com um beijo, mas a coisa entre os dois foi ficando tão quente, com uma mão aqui outra ali, uma boca aqui outra ali, que quando perceberam já estavam transando em plena classe.


Sandrinha estava doida por Pedro, o cara mais legal e bonito da classe. Desde que perdera a virgindade com Otávio, no ano anterior, só pensava em voltar a transar, mas queria achar o cara certo. E não restavam dúvidas de que Pedro era este cara. As garotas que já haviam ficado com ele elogiavam seu beijo, suas carícias e – especialmente – sua discrição. Não, Pedro não era como os outros garotos, que saíam espalhando verdades e mentiras a respeito de suas aventuras sentimentais e sexuais. Ele era um verdadeiro lord, como diziam os próprios caras da turma e até mesmo as professoras.


E já havia algumas semanas que estava rolando o maior clima entre a Sandrinha e o Pedro. Os dois ficavam só de papo durante as aulas e nos intervalos. Dizem até que andavam passando a tarde nos aplicativos de mensagens. Sandrinha era muito gata. Tinha longos cabelos negros e ondulados, quem combinavam com seus olhos vivos e seu nariz arrebitadinho. A pele morena dava um toque sensual, além do farto par de seios (atributo mais comentado e desejado pelos caras), das coxas grossas e do bumbum carnudo e firme. Pedro podia ser discreto, mas estava longe de ser bobo. Bonito, com corpo atlético, cabelos castanhos e rebeldes, olhos brilhantes e simpáticos e lábios bem desenhados, ele era mulherengo e adorava uma nova conquista.


A oportunidade sorriu para Sandrinha e Pedro numa sexta-feira à tarde, quando todos já estavam em clima de férias. Não haveria as duas últimas aulas, pois os professores estavam dando lições de reforço para os que pegaram recuperação. Quem estava livre poderia fazer o que quisesse! A maioria foi conversar na cantina, outros foram jogar bola. Esperta e decidida, Sandrinha pediu a Pedro que a acompanhasse até a sala de aula, onde havia esquecido o material. Chegando ao ambiente vazio, repleto de carteiras e cadeiras mal alinhadas, ela o convidou para se sentar e “conversar um pouco” lá no fundão da classe.


Conversa vai, conversa vem, os olhares começaram a se demorar mais um no outro, e a não esconder o brilho e o desejo. Pedro tratou de tomar a iniciativa. Ajeitou o cabelo negro de Sandrinha para trás de sua delicada orelha e a beijou, a envolvendo em seus braços. A partir deste momento, não conseguiram mais conversar. Tudo que queriam era se beijar e se agarrar. Com um olhar sapeca, Sandrinha avisou que era melhor trancar a sala, e correu até a porta para travar a maçaneta. Pedro entendeu este gesto como um sinal verde para ir além, e nos próximos beijos começou a passear a mão pelas costas, cintura e barriga da moça. Até finalmente chegar aos seios, onde, mesmo por cima da blusa e do sutiã, percebeu os mamilos durinhos. Sandrinha gemeu baixinho na orelha do rapaz e ela própria ergueu a camiseta, deixando o caminho livre para Pedro a tocar sobre o sutiã. Ele não resistiu e afastou o tecido para baixo, passando a lamber, mordiscar e a chupar o bico do seio esquerdo. Depois, fez o mesmo do lado direito, enquanto Sandrinha acariciava sua cabeça e gemia baixinho.



Mulher adolescente bonita modelo de camiseta branca

Nos próximos beijos, a cintura dos dois não se desgrudavam, produzindo aquela deliciosa sensação do pau e da bocetinha se roçando sobre as calças. Ambos gemiam e se esfregavam, até que Pedro puxou Sandrinha para o canto, a prensando contra a parede. Ela não resistiu de tesão e desabotoou a calça do colega, a abaixando parcialmente e massageando o pau duro sobre a cueca boxer cinza. Pedro não se conteve e baixou o tecido, mostrando – orgulhoso – a Sandrinha, seu pênis comprido e grosso, que latejava exibindo a cabeça rosada e brilhante. A garota imediatamente agarrou o mastro e começou a manipula-lo com toda concentração. Sua boca entreaberta estava cheia d’água, e ela percebeu que, se pudesse, levava aquele pau para casa e brincaria a vida inteira com ele. Já que isso não seria possível, ela queria aproveitar ao máximo, então tratou de se agachar e lamber o pau, até não resistir e coloca-lo quase inteiro na boca. Gemendo de prazer, ela iniciou um intenso vaivém que quase fez Pedro gozar em sua boca. Ele precisou se conter para não gozar tão cedo. “Como você chupa gostoso!”.


Pedro não pensava em outra coisa que não fosse comer aquela colega tão gostosa, então voltou à carga em seus seios eriçados, a deixando louquinha. Enquanto isso, desabotoou a calça de Sandrinha e a baixou. Ele adorou ver aquela pequena calcinha branca e encheu a mão em sua bunda quente e carnuda enquanto Sandrinha mordiscava seu pescoço e gemia. O rapaz então afastou a calcinha para o ladinho e gemeu ao ver a bocetinha, com pelos escuros e bem aparados, deixando evidente os lábios carnudos e úmidos e o clitóris apetitoso. Ele agora é que tratou de se ajoelhar e a lamber e chupar aquela fruta deliciosa e suculenta, extraindo dela cada gota de sumo. Sandrinha rebolava e gemia e não tardou a sentir que um orgasmo intenso estava chegando. Com medo da própria reação, ela afastou o rosto de Pedro e o puxou, voltando a beijá-lo. Adorou sentir o próprio gosto na boca do rapaz.


Sandrinha então começou a masturbá-lo. Queria vê-lo gozar ali mesmo. Pedro gostou, claro, mas estava decidido a transar ali mesmo. Apesar de uma reação negativa inicial da moça (“Claro que estou com vontade, Pedro, mas como vamos fazer isso aqui?”), o rapaz puxou uma das carteiras, virou gentilmente Sandrinha de costas e a fez se apoiar no tampo de fórmica. A garota obedeceu, entendendo imediatamente a ideia de Pedro, deixando então a bunda bem empinada. O rapaz a massageou e deu tapinhas. Abusado, até se agachou e a chupou por trás, aproveitando para passear com a língua no cuzinho. Sandrinha gemia e rebolava, mostrando que estava pronta.


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Pedro então segurou firme sua cintura com a mão esquerda. Com a direita, ajeitou o pau na bocetinha e enfiou com firmeza, mas sem pressa. Os dois não resistiram e gemeram alto. Ele, ao sentir a deliciosa bocetinha, molhada e apertada. Ela, por sentir cada centímetro do pau grosso de Pedro a invadindo e conquistando. Ele tratou de ir aumentando a velocidade, puxando os belos cabelos de Sandrinha a dando palmadas em sua bunda. Não tardou para que ela gozasse, não resistindo à pegada do rapaz e ao saco grande e quente beijando seu clitóris a cada bombada em sua xaninha. “Aimmmmm! Hummmmmm! Uiiiiii!”, ela gemia, até deixar praticamente o corpo tombar sobre a carteira.


O garotão voltou a beijá-la, com o pau ainda em riste. Claro que ela não o deixaria não mão. Após bater mais um pouco de punheta, Sandrinha voltou a se ajoelhar e o chupou com gosto, com prazer. Em poucos segundos foi Pedro quem gozou, esporrando uma grande quantidade de gozo branco e quente por todos os lados.


Os dois se abraçaram, dando risada da aventura e combinaram de saírem separados da classe. Ela iria primeiro, se dirigindo ao banheiro para se recompor. Ele, cinco minutos depois, dando um tempo também para que seu rosto vermelho voltasse à cor normal. Aquela foi a primeira de muitas transas entre os dois, que pegaram gosto por locais perigosos. Carros, banheiros, escadarias, garagens. A dupla adorava estes improvisos. Sorte deles...