Na orgia com minha patroa

Eu era um motorista discreto e dedicado, mas sabia que havia algo de estranho com aquelas festas noturnas. Até que a própria dona Helena resolveu me mostrar. Decididamente, não era fácil lidar com dona Helena. Mulher ríspida, de temperamento forte e muitas vezes mal-educada, ela era uma dessa típicas milionárias brasileiras. Ou seja, acreditava que sua mera condição financeira e social lhe dava o direito de se julgar superior a todos os outros que viviam em, segundo ela própria, “círculos sociais inferiores”. Eu sei disso porque a ouvi usar este termo diversas vezes, enquanto a conduzia pela cidade.


Meu nome é Álvaro e fui motorista particular de dona Helena por alguns anos. Minha função era levá-la a todos os seus compromissos pessoais e sociais, e isso incluía a academia de ginástica às 6h da manhã, os almoços de negócios, a terapia no meio da tarde, o jantar com amigas e as festas suspeitas no meio da noite.


Eu disse “festas suspeitas”? Bem, era assim que eu chamava aquelas reuniões misteriosas, sempre em casarões dos bairros mais nobres da cidade. Dona Helena sempre ia sozinha, de vestido curto escondido sob um sobretudo, e saltos muito altos. Por vezes eu não resistia a olhar de relance para suas belas coxas torneadas e bronzeadas e seus pés sexy com unhas pintadas em cores fortes. Ela percebia, pois nossos olhares se cruzavam no espelho retrovisor. “Agora você pode ir Álvaro, obrigado. Eu voltarei de táxi ou aplicativo.”


Dona Helena estava divorciada, mas não tinha filhos. Ela herdara sozinha uma grande fortuna, e ficou ainda mais rica ao abrir uma franquia de salões de beleza. Além de tudo isso, dona Helena era belíssima e vivia seu auge aos 34 anos. Já falei das pernas, mas é preciso falar também de seu rosto lindo, de olhos negros e amendoados, boca bem desenhada e nariz empinado. O cabelo moreno à altura dos ombros lhe dava um ar majestoso, enquanto os seios médios e firmes, a cintura fina e o bumbum grande e firme a garantiam o lugar de mulher mais desejada pelos playboys da alta roda, e também pelos homens de “círculos sociais inferiores”. Quando ela frequentava a piscina da mansão com suas amigas, todas de biquíni, todos os funcionários davam um jeito de observá-la.


Às vezes eu tentava, respeitosamente, puxar algum assunto com a patroa, mas ela logo me cortava. “Álvaro, não posso conversar agora. Por favor, pegue o melhor caminho porque estou atrasada, sim?”. E lá ia eu, em silêncio, de ouvidos atentos e olhos abertos no retrovisor. Meu momento preferido era mesmo leva-la às tais festas, por conta dos vestidinhos curtos. Certa vez, quando nossos olhares se cruzaram mais uma vez no retrovisor enquanto ela descia do carro, suas pernas se entreabriram e vislumbrei claramente a calcinha branca, de renda, e a meia-calça com cinta-liga. Foi difícil disfarçar o tesão. Talvez eu estivesse maluco, mas fiquei com a sensação de que ela fizera de propósito.


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Pode parecer presunção de minha parte, mas acreditava que rolava algum tipo de atração de dona Helena por mim. Aos 42 anos, não descuido da forma física e da aparência. Aliás, segundo me disseram, para esta função de motorista (e de seguranças) ela só contratava homens bem-apessoados e de porte atlético. Meus cabelos escuros e bem penteados, a barba curta, os olhos claros, ombros largos e pernas grossas sempre me garantiram sucesso com o sexo oposto. Como gosto do que é bom vivo solteiro, colecionando conquistas.


“Álvaro, a equipe de organização da minha próxima reunião noturna com investidores está com falta de pessoal. Você teria interesse em fazer um trabalho extra, pago à parte? Se sim, ligue neste número que irei te passar”. Foi assim, desse jeito seco e sem maiores detalhes, que dona Helena deu a oportunidade de eu finalmente descobrir o que rolava nas “festas suspeitas”. Claro que topei na hora. Além de precisar do dinheiro, estava curioso. Sabia que aquele papo de “reunião noturna com investidores” não colava.


No dia da festa, mais uma vez deixei dona Helena na porta de uma mansão, e mais uma vez ela entreabriu as penas, permitindo que eu vislumbrasse em uma fração de segundos suas ligas pretas e a calcinha da mesma cor. Desta vez, porém, ao invés de ir embora, fui orientado a estacionar o carro na garagem e aguardar um funcionário. Esta tal pessoa, uma mulher jovem e com sotaque estrangeiro, apareceu após 15 minutos me trazendo um traje de gala: sapatos lustrosos, “smoking”, cueca, meias novas e – para minha surpresa – uma máscara preta, que cobria meus olhos e a parte superior do nariz. “Tome um banho, vista esta roupa, a máscara e se apresente ‘na’ saguão. Não deixe de colocar ‘o’ máscara!”.


No imenso saguão que servia de antessala para a mansão, encontrei homens vestidos como eu, com máscaras. Cada um de nós teve de assinar um documento de confidencialidade e, logo depois, recebemos uma quantia em dinheiro vivo que equivalia ao meu salário mensal. “Se todos agirem direito, ‘este’ mesma quantia será entregue ‘na’ final ‘da’ evento. Mas, se houver quebra ‘da’ contrato de confidencialidade, iremos atrás dos senhores com ‘as’ melhores advogados. Bom trabalho”, avisou a moça estrangeira.


Claro que eu já tinha certeza de que aquilo não era uma festa normal, muito menos uma reunião. Mas nada me fazia imaginar as cenas que eu veria nas horas seguintes.


Ao entrar na grande sala principal, longos panos de seda que pendiam do teto, um ar perfumado com odores que eu nunca sentira (mas que mexiam com meus sentidos) e uma música hipnotizante me envolveram totalmente. Quando me acostumei com a penumbra, percebi que mulheres mascaradas estavam seminuas, com seios expostos e calcinhas e cinta-liga, como as de dona Helena. Elas conversavam normalmente com homens vestidos em trajes sociais, de paletó e camisa social, alguns com gravata, outros sem. Apenas nós, funcionários, estávamos de “smoking”. Servi champagne a todos, mas não reconheci minha patroa. Então percebi que havia outros ambientes a serem explorados.


Ao passar por uma porta, entrei em outra sala, esta com uma grande mesa de jantar e dezenas de cadeiras ao redor. Nos cantos, havia grandes poltronas sobre tapetes felpudos.


Meu coração disparou ao identificar o que um grupo fazia na ponta da grande mesa. Uma mulher loura e nua, de pernas esguias e compridas, cintura fina e seios fartos estava de costas, com os cotovelos apoiados na mesa enquanto um homem a penetrava por trás. Ela gemia e encarava outros homens, que estavam com as calças desabotoadas e os pênis eretos à mostra, se masturbando. Aos poucos, todos os homens começaram a acaricia-la, nos seios, cabelos, rosto, pernas, enquanto ela segurava em seus membros. O homem que a penetrava passou a fazer movimentos mais fortes e rápidos até gritar de êxtase. Em poucos segundos, os outros sujeitos estavam carregando a loura e a colocando de costas sobre a mesa. Um deles abriu bem suas pernas e também começou a penetrá-la. Outros chupavam seus seios.



Homem forte só de cueca segura no colo moça bonita só de calcinha e sutiã


Imaginei que ninguém ali queria champanhe e me dirigi para um dos cantos da enorme sala, onde ficavam os ambientes aconchegantes. Uma linda morena estava sentada em uma dessas poltronas de luxo, com as pernas bem abertas. Ajoelhado à sua frente, um homem lambia e chupava seu sexo, enquanto outro, agachado ao seu lado, fazia o mesmo em seus seios. No canto oposto, em outra poltrona, uma mulher ruiva e alta, com ombros e costas repletos de sardas sexy, cavalgava um homem muito forte, cujo pênis era muito grande e grosso.


Mesmo assim, ela fazia movimentos enérgicos e velozes, sentando com apetite naquele mastro. Ao lado deste casal, dois homens acariciavam a ruiva e ofereciam seus membros para ela masturbar. Atrás do encosto da poltrona, um quarto homem apenas assistia à cena.

Reconheci imediatamente a ruiva e aquele homem, apesar das máscaras. Ela era dona Regina, uma das melhores amigas de dona Helena. E o homem que apenas assistia a tudo mansamente era seu marido, o senhor Almeida. Fiquei receoso que ele me reconhecesse ao me chamar para pegar uma taça de champagne. Mas a verdade é que ele me pareceu mais interessado nos membros rijos que comiam e cercavam sua mulher do que no meu rosto.


Apesar de cada vez mais excitado, eu estava mesmo era curioso para encontrar dona Helena. Eu tinha certeza de que ela estaria em alguma sala sendo “bem tratada” por diversos homenzarrões. Entrei na salinha contígua àquele salão, e ali estava ocorrendo uma orgia. Dezenas de homens e mulheres dividiam uma enorme cama. Moças eram pegas de quatro enquanto faziam sexo oral em outras moças; algumas cavalgavam seus parceiros, enquanto praticavam sexo oral em homens que se postavam em pé ao seu redor.


Reconheci, bem no meio deste enorme colchão, outra amiga de dona Helena. Dona Clara era uma bela mulher, de cabelos castanhos e corpo trabalhado na academia. Ela era executiva de uma grande empresa e estava sempre estressada ao celular. Porém, naquele momento, ela era uma anônima mascarada recebendo uma dupla penetração. Isso mesmo, a poderosa executiva que visitava minha patroa falando de reuniões e crise econômica estava sentada sobre um rapaz forte e jovem, que penetrava sua vagina, enquanto outro homem, mais maduro, encaixava o membro em seu ânus. Ela gemia alto, e o homem mais maduro, que a penetrava por trás, perguntou: “Está gostando, tesuda? Quer mais pau?”. Dona Clara gemeu: “Simmm, querooo!”. Imediatamente, um sujeito careca, que se masturbava assistindo à cena, se agachou, postando seu pênis em frente à boca de dona Clara, que começou a chupá-lo.


Enquanto eu observada a DP, uma moça loura pegou uma taça de minha bandeja, beijou meu pescoço e despejou todo o champanhe em seu sexo rosado. “Vamos, garçom gostoso. Se abaixa e chupa tudo!”. Obedeci, pousando a bandeja ao lado do colchão, beijando a parte interna de suas coxas e a chupando com toda minha habilidade. Ela anunciou estar tendo um orgasmo, e, num instante, alguns homens e mulheres começaram a acariciar todo seu corpo, enquanto ela gemia e se contorcia.


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Quando me levantei e peguei a bandeja de volta, dois homens de smoking me cercaram. “Venha conosco, novato”. Achei que tinha cometido uma falha grave ao tocar em uma convidada, e, portanto, seria sumariamente expulso e processado por poderosos advogados. A dupla de brutamontes me conduziu por uma longa e larga escada até o andar de cima. Paramos ante uma pesada porta e eles bateram três vezes. “Entrem”, gritou uma voz, que reconheci como a da mulher estrangeira.


Achei que estava sendo levado a um escritório, onde seria comunicado de minha desgraça. Nada disso. Eu adentrei, na verdade, em um amplo quarto, com uma grande cama de casal com cabeceira, formada por duas traves de madeira. Havia uma mulher de lingerie e cinta-liga deitada sobre esta cama, com seus braços abertos e esticados. Logo percebi que ela estava de olhos vendados, e amarrada pelos punhos às traves da cabeceira. Esta mulher era minha patroa, dona Helena. Ao lado da cama, a mulher estrangeira, vestida com um espartilho preto e uma pequena calcinha da mesma cor, segurava um chicote.


Enquanto os dois brutamontes deixavam-me a sós com as duas mulheres no quarto, percebi como a estrangeira também era gostosa. Baixinha, de cabelos castanhos e seios fartos, ela tinha coxas grossas e um bumbum grande e durinho. Tão logo a porta se fechou, ela veio até mim e me deu um beijo quente e molhado, colocando a mão sobre meu pênis, que começou a responder, ganhando uma rápida ereção.


A estrangeira abriu minha braguilha, baixou minha cueca e puxou meu pênis para fora, o masturbando com a boca entreaberta. Então, ela se sentou na beira da cama e o lambeu com capricho, até colocá-lo todo em sua boca. “O que você está fazendo, Frida?”, perguntou dona Helena, sem nada enxergar. “Quem está aí com você?”.


Frida então se esgueirou pela cama e beijou a boca de minha patroa. “Tá sentindo ‘a’ gosto, Helena? É ‘a’ gosto ‘da’ pau que eu estou chupando gostoso!”. Dona Helena sentiu um imenso tesão ao ouvir esta resposta, pois gemeu e rebolou, pressionando uma coxa na outra. “Você também quer experimentar ‘a’ pau do Álvaro, Helena?” Ao ouvir meu nome, minha patroa gemeu novamente. “Quero! Quero chupar meu motorista agora!”


A alemã fez um sinal para que eu não tivesse cerimônia e imediatamente fosse até a cabeceira da cama, colocando meu pau na boca de dona Helena. Ela o abocanhou com voracidade, gemendo baixinho e o encharcando de saliva quente. Como a grã-fina chupava bem! “Adoro chupar pau de motorista, de segurança, de garçom. São muito mais gostosos do que desses almofadinhas”, disparava, entre gemidos, minha patroa. Frida agora tirava, num impulso, a calcinha de dona Helena, me revelando uma vulva deliciosa, com pelos pretos bem aparados ao redor de lábios carnudos e úmidos. O clitóris, inchado, implorava para ser tocado. Eu não resisti e caí de boca naquele sexo, o sorvendo com apetite. Passeava ao redor do clitóris e o chicoteava com a pontinha da língua, então envolvia toda a vulva em minha boca e fazia sucção no delicioso grelo. Frida não resistiu e veio me fazer companhia, e agora dona Helena era chupado por um macho e uma fêmea, que tanto a desejavam.


“Agora me fode! Me come, Álvaro! Quero que você enfie todo esse pau em mim, igual você faz com todas as vagabundinhas que você come no fim de semana!”, gemeu minha patroa. A alemã, ao ouvir este apelo, colocou uma camisinha no meu pau. Eu beijei dona Helena, mordisquei seus lindos seios rosados e a penetrei com raiva, parando apenas quando todos os meus 18cm estavam dentro dela. Então, rebolei e passei a estocar forte. “Que bocetinha gostosa, dona Helena. Vou foder pra valer, comer muito! Igual eu como todas as mulheres do meu bairro!”. A patroa adorava: “Isso, me come, seu puto. Fode sua patroa agora!”.


Frida desamarrou os braços de dona Helena, que finalmente me abraçou, arranhando minhas costas. Mas a alemã tinha outras ideias. Ela estalou o chicote em minha bunda e na coxa de dona Helena. “Saia, Álvaro! Helena, vire de costas e fique de quatro!”. Sem dar um pio, minha patroa obedeceu, empinando em frente ao meu rosto sua linda bunda carnuda enquanto era novamente amarrada à cabeceira. “Slap!” O chicote da alemã estalou em uma nádega da patroa, que gemeu alto. “Slap!” O chicote estalou na outra nádega. Dona Helena gemeu ainda mais alto e rebolou. “Malandra! Safada! Dando desse jeito para ‘uma’ simples motorista!”, gritou Frida. “Vai dizer agora que quer ele te pegando por trás?”.

“Quero!”, gritou dona Helena. “Me fode por trás, me come forte, me deixa ardida, Álvaro!”.


Não me fiz de rogado. A segurei firme pela cintura e estoquei com firmeza, dando tapas naquela deliciosa bunda, já bem vermelha. Meu pênis entrava e saia quase por inteiro, voltando a penetrá-la com força, com meu saco roçando em seu grelo. Rebolávamos juntos e gemíamos, enquanto Frida nos observava e se masturbava. Puxei os lindos cabelos pretos da minha patroa e arranquei a venda que ainda cobria seus olhos. Ela olhou para trás, fazendo uma careta de tesão, e quando nossos olhares se cruzaram eu percebi uma faísca. Acelerei ainda mais, apaixonadamente. “Te quero, dona Helena! Você é minha, gostosa!”.


Ela soltou gritos: “Aiiiiiiii!!!! Uiiiiii! Hummmmm!!!”, e avisou estar gozando. Também não resisti e gozamos juntos. Ela, tendo espasmos e desfalecendo sobre o colchão. Eu, jorrando uma enorme quantidade de porra branca e quente em seu sexo. Deitada ao lado, Frida se masturbava e estava próxima de gozar, mas me puxou energicamente, encaixando meu rosto em seu sexo de pelos castanho-escuro e lábios rosados. A chupei com apetite e ela urrou de prazer, espremendo minha cabeça entre suas coxas e me arranhando.


Fui conduzido até um banheiro, onde tomei banho e voltei a me vestir. Depois, me levaram de volta à garagem. Dona Helena já me aguardava no bando de trás. Olhei para ela com um sorriso meio carinhoso, meio malicioso. Mas recebi de volta um olhar gelado. “Vamos, Álvaro! Direto para casa! Estou muito cansada!”.

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