Tudo começou com um flagra no sofá (Versão feminina)

Apesar de eu estar casada e dele ser mais jovem, Guto mexia demais comigo. Um dia, ao flagrá-lo nu e excitado, tive a certeza de que não conseguiria mais resistir


Meu nome é Luciana e resolvi escrever este relato em homenagem àqueles dias mágicos, que mudaram minha vida. Difícil acreditar que já se passou uma década!


Eu me casei muito cedo. Aos 21 anos já estava aceitando a aliança de Mário, homem mais maduro e muito sério. Por conta disso, além do fato de morar em uma pacata cidade do interior, pouco explorei a vida. A muito custo, consegui concluir a faculdade na cidade vizinha, mas não podia trabalhar – uma vez que Mário exigia uma dona de casa que deixasse tudo certinho enquanto ele trabalhava.


Eu sabia que o grande problema de meu marido era o ciúme. Apesar de bonitão e másculo, ele parecia inseguro por ter se casado com uma ex-miss da região. Tenho cabelos escuros e lisos, contrastando com olhos verdes. Meu rosto é harmonioso, e sempre tive orgulho de meu corpo “violão”, com seios grandinhos e bumbum farto.


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Mário não foi meu primeiro homem, mas era como se fosse. Eu perdi a virgindade aos 17 anos, com o garoto mais popular da cidade, no banco de trás do carro dele após uma festinha. Mas foi tudo tão rápido, ele foi tão afoito, que sequer pude dizer que havia realmente conhecido o corpo de um homem. Mário era diferente. Mais velho e maduro, ele sabia todo o beabá. Eu sentia prazer e tinha orgasmos com ele, mas aos poucos o sexo foi esfriando e se tornando mecânico. A caretice e o machismo de Mário impediam que eu fizesse o que sentia vontade, como experimentar posições diferentes, confessar minhas fantasias. “Mulher de família não faz essas coisas!”.


Sempre fui fiel, apesar do ciúme e da grosseria crescentes. O casamento entrou em crise após cerca de sete anos, quando pedi o divórcio. O problema é que Mário não aceitava de forma alguma a separação. Como medida paliativa, conseguir convencê-lo a me deixar passar um tempo sozinha na capital. Na cidade grande, repensaria minha vida e aproveitaria para frequentar um curso de especialização profissional.


Eu estava feliz com esta oportunidade, e também com o fato de ficar hospedada na casa de minha madrinha, Irene, a melhor amiga de minha mãe. Gostava muito daquela família. Com o senhor Alberto, seu marido, dona Irene criara três filhos muito bacanas: Fernanda, Augusto e Felipe. Eu tinha predileção especial por Augusto, conhecido como Guto, um rapaz bonito, educado e muito inteligente. Da última vez que o vira, ele devia ter uns 14 anos e eu, cerca de 22. Ainda assim, conseguíamos conversar sobre diversos assuntos por horas e horas! Estava curiosa para saber como ele estaria agora que era um universitário.


Na casa de dona Irene, eu ficaria no quarto de Fernanda, a filha mais velha, que estava estudando no exterior. Ao chegar, fui muito bem recebida pela minha madrinha, seu Alberto e o caçula, Felipe. Horas depois, Augusto chegou da faculdade e senti uma palpitação diferente ao vê-lo se aproximar para me cumprimentar. O Guto que eu conhecera adolescente agora era um homem belíssimo: alto, de peitos largos, braços e mãos másculas. Seu cabelo castanho e ondulado emoldurava um rosto firme, de nariz forte e lábios grossos. Os olhos castanhos, grandes e profundos indicavam inteligência e uma certa melancolia que me atraiam profundamente.


Senti que ele também estava ansioso por me rever, e que seus olhos misteriosos emitiram um brilho intenso ao cruzarem com os meus. Em pouco tempo já estávamos quase íntimos, atualizando as novidades da vida, conversando sobre cultura, política e até futebol! Pela primeira vez desde que me casara, eu estava atraída por um homem diferente, ainda que este sentimento me provocasse um furacão interior: Guto era oito anos mais novo, filho de minha madrinha e, o principal: eu ainda usava aliança.


Os dias foram se passando e eu mergulhei de cabeça no curso profissionalizante, pois sabia que arranjar um emprego seria a chave para eu mudar de vida. Ainda assim, aquela atração por Guto não me largava, e eu precisava me esforçar para não “dar bandeira” quando estávamos juntos em casa. Sim, eu percebia que ele também se sentia atraído por mim. Sentia o olhar do “macho” passear pelo meu rosto, meu decote, minha barriga e, claro, minha bunda. Às vezes eu o provocava, fazendo questão de ir buscar um copo d´água quando já estava com meus pijaminhas curtos e cavados. O desejo dele me excitava, e eu ia me deitar cheia de fantasias proibidas.


Certa noite eu não resisti e comecei a me acariciar na cama. Após tantos anos de repressão dos meus desejos, gemi baixinho ao levar minhas mãos até meus seios eriçados e meu sexo molhado. Comecei tímida, mas conforme imagens envolvendo Guto passavam pela minha mente, fui me soltando. Imaginar seu corpo pesando sobre o meu, sua boca passeando pelo meu corpo, seu membro encostando em meu clitóris... Tudo isso foi me soltando e, quando dei por mim, estava com as pernas bem abertas, a calcinha afastada, os seios nus e tendo um maravilhoso orgasmo com dois dedos dentro de mim. Precisei abafar minha boca contra o travesseiro para não correr o risco de acordar a casa toda!


Claro que ao mesmo tempo eu me sentia culpada por conta do meu casamento e tudo mais, então eu me conformava que o desejo por Guto jamais passaria de uma fantasia gostosa. Até que chegou aquele feriado prolongado...


A rigor, eu deveria voltar para minha cidade e passar uns dias com Mário. Porém, após o feriado começariam os testes finais de meu curso, e resolvi permanecer hóspede de minha madrinha com a justificativa de que iria mergulhar nos estudos. A família de dona Irene, porém, ia toda viajar. Eu estava certa de que passaria os dias sozinha, quando Guto comunicou a todos que também ficaria. “Tem campeonato na faculdade e não posso desfalcar o time”, ele disse. Eu tentei disfarçar ao máximo, mas estremeci a cada palavra que ele disse. A ideia de ficar a sós com Guto durante os dias do feriadão me jogava em uma montanha-russa de fantasia, desejo e culpa.


Tudo aconteceu na sexta-feira, um daqueles dias em que a cidade para por conta do trânsito para a saída do feriado. Os colegas de curso me convidaram para sair com eles após a última aula, como sempre fazíamos às sextas, mas daquela vez eu recusei. Queria acordar cedinho no sábado, para caminhar e depois estudar o dia inteiro. Claro que Guto também passou pela minha mente, mas imaginava que ele sairia com os amigos e só voltaria de madrugada.


Cheguei em casa e percebi que tinha esquecido a chave da porta da frente, mas por sorte eu ficava sempre com a chave dos fundos na bolsa. Abri o portão, contornei a casa pelo quintal e abri a porta da cozinha. Pousei na bolsa na mesinha e peguei um copo d’água quando ouvi o barulho da TV na sala. “Ah, então o Guto também já voltou”, pensei, enquanto caminhava em direção à porta que separa a cozinha das salas. Abri esta porta, que sempre solta um incômodo rangido, e então me deparei com a cena que jamais sairá de minha mente.


Deitado no sofá em frente à TV, Guto estava com a camisa social desabotoada, o torso musculoso nu. A calça jeans estava aberta e a cueca azul, abaixada. Sua mão direita envolvia e fazia um rápido e forte vaivém em seu pênis ereto, que eu achei grande e grosso. Seus olhos estavam fechados e ele mordia o lábio, enquanto a outra mão se escondia entre seus cabelos. A verdade? Fiquei com a boca cheia d’água, a respiração ofegante e o desejo invadir meu corpo. A cena era muito excitante.


De repente, talvez pelo rangido da porta, Guto se virou e nossos olhares se cruzaram em uma fração de segundos. Soltei um gritinho e corri de volta para a cozinha, completamente sem graça e sem ter ideia do que fazer. Ouvi um barulho e percebi que era Guto entrando no banheiro e ligando o chuveiro. Aproveitei e também corri para o quarto com a mente a mil por hora. Lembro de ter resolvido entrar no banho, e de ter ficado surpresa com os sinais de excitação em meu corpo, apesar da vergonha: meus seios estavam eriçados e meu sexo,

úmido e quente.



Casal bonito homem de costas e mulher olhando para câmera olhos claros sexy


Minha estratégia seria considerar tudo aquilo normal e deixar Guto bem à vontade. Eu era hóspede naquela casa e não havia mal algum na masturbação. Vesti um pijama bem confortável (shorts e blusinha regata de algodão) e voltei à cozinha para preparar um lanche. Após poucos minutos, Guto apareceu. Eu sabia que ele não iria passar o resto da noite escondido no quarto!


Como eu já imaginava, ele pediu desculpas. Mantive meu discurso direcionado a deixa-lo à vontade, livre de constrangimentos. Mas, enquanto ele falava, com seu belo olhar tímido e sua boca sexy, senti a onda de desejo e excitação invadir meu corpo e minha mente de novo. A lembrança de Guto nu, com seu pênis gostoso à mostra, cheio de tesão, me deixou trêmula. Sem que eu pudesse me controlar, a curiosidade de saber no que ele estava pensando e o que estava sentindo fizeram eu perguntar em quem ele estava pensando. Uma modelo famosa? Uma capa da Playboy?


A resposta de Guto me derrubou de vez. Ele me encarou e disse que preferia pensar em mulheres “de verdade”, que ele conhecia. E que estava pensando em mim! Fiquei com vontade de agarrá-lo e enchê-lo de beijos ali mesmo, mas o racional falou mais alto e despistei, o mandando pra longe de mim. Voltei para o meu quarto e juro que me esforcei, mas não conseguia pensar em mais nada. Trêmula, fui ao quarto de Guto.


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Como a erupção de um vulcão, a fantasia de ver aquele rapaz se masturbando para mim até gozar tomou conta do meu ser. Eu só pensava nisso, e não descansaria enquanto não tivesse esse desejo satisfeito. Guto se assustou ao me ver, e, enquanto ele se ajeitava na cama, sentei aos seus pés e fui logo falando o que eu queria.


- Guto, me mostra?


- Te mostrar o quê?


- Como você faz? Igual lá na sala quando eu cheguei...


- Você quer que eu bata punheta para você ver?


- Quero! Me mostra.


Percebi que Guto estava sem ação, pego de surpresa. Eu sabia que precisava agir, então me debrucei sobre ele e o beijei. Que beijo bom, que boca gostosa! Coloquei minha mão por dentro da bermuda dele e peguei no pinto, quente e grosso, cada vez mais duro. Delirei de tesão, mas não deixei ele me pegar.


- Nossa, já está bem duro e gostoso! Agora continua pra eu ver...


- Só se você fizer comigo. Vem, te quero muito!


- Não posso! Eu sou casada, você sabe! Mas quero que você faça para eu assistir. Faz igual você estava fazendo ali na sala...


Ele percebeu que era isso ou nada, e logo tirou a camiseta e baixou a bermuda. Estremeci ao ver aquele membro maravilhoso, latejando de tesão. Ele tinha uma cabeça grande e rosada, que parecia implorar pela minha boca. Guto começou a se masturbar, cada vez mais rápido, olhando fixamente para mim, de um jeito muito sexy. Eu me controlava com dificuldade.


- Assim que eu faço para você, tá vendo? Várias vezes eu faço isso pensando em você!


- Você bate punheta gostoso pensando em mim? Assim, bem rápido e forte?


- Assim mesmo! E eu imagino que minha mão é sua bocetinha, e que você está cavalgando em cima de mim bem gostoso, rebolando.


Eu estava completamente molhada, com a respiração a mil e os seios doloridos. Fui me soltando, e falando coisas que sempre quis falar e não podia.


- Você come forte a minha boceta? Me transforma na sua putinha?


- Isso! Te como gostoso dia e noite. Olha pro pau, minha putinha.


- Que delícia! De que outro jeito você quer me comer, Guto?


- Vou te colocar de quatro, te pegar firme!


Tomada por aquela atmosfera de luxúria, levei minha mão até a virilha e comecei a me acariciar por cima do shorts. Eu precisava vê-lo gozar para mim.


- Me mostra... O que acontece quando você tá cheio de tesão?


- Eu gozo bastante, te encho com minha porra!


- Eu quero! Goza gostoso pra mim!


Guto acelerou ainda mais, seu pênis já estava meladinho, e de repente ele soltou um grito alto, sem tirar os olhos de mim. Então um jato bem abundante de esperma branquinha e quente voou longe, banhando toda a barriga e indo até o peito forte do meu gostosão.


Apertei minhas coxas, acariciei meus seios e senti um leve orgasmo ali mesmo. Estava tomada de desejo e prazer, então peguei novamente no pinto de Guto, todo molhado, e o massageei mais um pouco. Lembro de também espalhar todo aquele líquido quente em seu corpo. Minha vontade era chupá-lo, colocar tudo na boca até ele ter outro orgasmo.


Por isso eu sabia que se ficasse ali mais um minuto eu não resistiria. Decidi levantar e voltar ao meu quarto, sem deixar de implorar a Guto para que jamais falasse sobre isso com ninguém. Visivelmente decepcionado, ele falou que eu poderia ficar tranquila.


No quarto, liguei o computador tentando pensar em outras coisas, mas meu fogo não baixava. Só pensava na boca e no corpo daquele rapaz maravilhoso, e em como eu tinha coragem de me emancipar, de viver meus desejos e prazeres! Algo me dizia que Guto iria reaparecer, e não escondi a felicidade ao vê-lo entrar, todo cheiroso. Com um olhar diferente, mais maduro, e uma voz firme, ele disse que me desejava demais, que precisávamos aproveitar a chance de estarmos sozinhos, que entendia meus dilemas e que não contaria nada a ninguém.


Eu fui conquistada de vez por aquela firmeza, pela sensação de estar sendo protegida e desejada por aquele rapaz maravilhoso. Sem dizer nada, fui até ele, peguei em suas mãos másculas e as beijei. Depois, o puxei até a cama e fiz ele se deitar...


Nós nos beijamos muito. Como ele fazia isso bem, com muita pegada, desvendando cada parte sensível do meu corpo com suas mãos firmes e decididas! Ele era apenas o terceiro homem que eu conhecia na vida, mas – apesar da pouca idade – era o que mais me enlouquecia. Lembro de ficar em cima dele e sentir seu membro roçar meu sexo, me enchendo de tesão. Tirei minha blusinha, pois meus seios estavam ávidos por carinho. Foi tão bom sentir aquela boca quente passeando ao redor dos meus mamilos, em círculos cada vez mais fechados até os envolverem para serem mordiscados, lambidos, chupados.


Aquele meu vulcão entrou em erupção de vez. Comecei a gemer alto, a querer me sentir uma mulher completa, assumindo a fantasia de virar a “putinha” daquele rapaz! “Isso, aiiiiii....! Me chupa gostoso, Guto!”


Tirei a roupa dele todinha e percebi que já estava íntima, mas com saudades, daquele pênis grande e grosso, bem gostoso. Precisava colocá-lo em minha boca. Brinquei bastante com ele, fazendo carinho, massagem, passando a língua nele e no saco, lambendo a cabeça... As caretas de prazer que o Guto fazia me deixavam poderosa, e então engoli ele todinho, o lambuzando com muita saliva, que escorria de minha boca.


Percebi que ele poderia gozar a qualquer momento, mas embora isso me desse tesão, eu queria demorar mais. Precisava sentir ele dentro de mim, e nem camisinha seria um problema. Eu já havia reparado que a irmã de Guto havia esquecido um estoque na gaveta, e peguei uma bem rapidinho! Coloquei ela, massageando o pinto bem gostoso, e tirei meu shorts e minha calcinha. Adorei perceber Guto admirando meu sexo, com meus pelinhos curtinhos e meus lábios grandes e rosados, bem molhadinhos para ele. Meu clitóris estava inchado, louco para ser bem tratado.


E Guto me surpreendeu de novo, agarrando firme minha bunda e me puxando para cima do rosto dele, para que eu me sentasse em seu rosto! Dei um grito de surpresa e tesão, e estremeci todinha ao sentir aquela boca quente, aquela língua esperta passeando em meus lábios e fazendo movimentos tão gostosos no meu grelo. Ele chupava bem demais, e ainda colocava a língua dentro de mim, me levando à loucura. Senti pequenos orgasmos, todos deliciosos, me invadindo. Cheguei a tremer e dar gritinhos, mas queria guardar o melhor para quando ele estivesse dentro de mim.


Ainda em cima dele, desci até o quadril, peguei o membro dele com minha mão direita e o encaixei na minha vagina. Impossível descrever o tesão que estávamos sentindo naquele momento. Sem desviar nossos olhares, que se encaravam fixamente, deixei meu corpo cair sobre aquele pênis, que começou a me penetrar totalmente. Hummmm.... Grosso e quente, ele me abria todinha e chegou até o fundo. Senti meu clitóris em seu corpo quente e comecei a cavalgar e rebolar, enquanto Guto chupava meus seios, mordiscava meu pescoço.


Lembro que ele dobrou as pernas, apoiou os pés no colchão e começou a me estocar rápido, com força, enquanto cravava as mãos na minha bunda. Seu saco encostava em meu ânus e, pela primeira vez até então, senti prazer naquela região.


- Luciana, tesuda! Era nisso que eu pensava batendo punheta!


- Que delícia! Agora você tá fazendo de verdade! Faz forte!


Guto me envolveu em seus braços fortes e virou o corpo, passando a ficar em cima de mim. Ele segurou firme em minhas coxas, abriu minhas pernas e estocou gostoso, me mandando olhar para seu pênis dentro de mim.


- Olha meu pau entrando e saindo de você!


- Que lindo, que delícia...!! Comendo minha bocetinha!


Eu achava que ele já estava pronto para gozar, pois eu própria já não me aguentava mais de tesão. Mas o apetite e o desejo dele estavam muito grandes, porque ele saiu de dentro de mim, me virou de costas e me deixou de quatro, bem arrebitada. Eu só tinha dado assim uma vez para Mário, e morrido de tesão. Estava louca para fazer de novo... Arrebitei bem meu quadril, deixei minha bundinha bem empinada, e minha vagina bem à mostra.


O rapagão me segurou com firmeza e me penetrou de um jeito maravilhoso, bem firme, aumentando a força e a velocidade aos poucos. Com uma mão em minha cintura e outra puxando meu cabelo, ele me chamava de putinha e dizia ser louco por mim.


- Você é minha mulher agora!


- Sou sua agora! Só sua! Mas o que mais eu sou? Fala!


- Minha putinha! Minha safada! Eu fico bravo de imaginar teu marido te comendo e meto forte! Ele não pode mais te comer, você é minha!


- Mete forte esse pau gostoso em mim!


Essas frases, essa sensação de poder e liberdade. Tudo foi perfeito demais, e tive um maravilhoso orgasmo, que durou um tempão. Tremi, gritei, arranhei o braço e o peito de Guto, e deitei toda anestesiada e suada no colchão. Percebi que ele estava tirando a camisinha e logo ele encaixou aquele pau delicioso entre minhas nádegas, me fazendo ter novas sensações de desejo e prazer. Após um vaivém bem gostoso, ele urrou de um jeito maravilhoso, seus braços musculosos se retesaram e ele jorrou muita porra branquinha e quente sobre minhas costas e minha bunda. Quanto tesão!!


Acho que adormecemos abraçados por alguns minutos. Eu despertei e senti ternura ao vendo de olhos fechados ao meu lado. Resolvi me abrir, contando tudo sobre minha vida e meu casamento. Guto abriu os olhos e disse algo maravilhoso.


- Então se separa e vem morar aqui! A gente fica junto...


Naquele momento eu percebi que aquilo tudo era impossível, mas ao mesmo tempo tão bonito! O abracei forte e não consegui segurar o choro. Aquele rapaz maravilhoso estava transformando minha vida para sempre, mas eu sabia que era impossível ficarmos juntos.

Claro que nenhum de nós resistiu, então dormimos todas as noites juntinhos e transamos várias vezes naquele feriado. Fazendo jus aos 20 e poucos anos, Guto se animava facilmente e começava a me acariciar a todo instante, logo exibindo sua poderosa ereção. No meio da madrugada, de manhã, no banho... Quando eu precisava de um tempo para me recompor, ele se masturbava para mim, e eu o ajudava, morrendo de tesão ao vê-lo gozar.


Quando o feriadão terminou e os pais e irmão de Guto voltaram para casa, a razão falou mais alto e encerrei o nosso caso. Ficamos com o coração partido, mas ele foi um legítimo cavalheiro e me entendeu completamente. Os dias se passaram, terminei meu curso e voltei para a minha cidade, onde a vida real exigia que eu encarasse Mário e o deixasse.


Como estava com a consciência pesada, achei justo contar para Mário que eu tive um caso na cidade grande, sem citar nomes. Tive medo da reação dele, mas, para minha surpresa, ele foi compreensivo e disse que também aproveitou aqueles dias para repensar a vida. Nos divorciamos e vendemos nossa casa, dividindo ao meio o dinheiro arrecadado. Fiquei feliz ao ver que, apesar dos problemas, havia me casado com um homem digno.


Usei parte do dinheiro para me matricular em um curso de Inglês na Europa. Lá, uma vida nova se abriu de vez para mim, e jamais voltei ao Brasil desde então – apesar das saudades. Sempre penso em Guto, e um dia lhe escrevi um e-mail para agradecer sua importância em minha vida e confessar que as lembranças daquele feriado sempre mexerão comigo. Ele me respondeu de forma muito delicada e gentil, me levando de novo às lágrimas de felicidade. Ah, claro que ele não deixou de me excitar!


“Querida Luciana,

Também penso sempre em você, desejando que esteja feliz e realizada. Aquele feriado também mudou a minha vida, me ajudando a ter confiança e a certeza de que, seu eu consegui conquistar uma mulher como você, não posso me satisfazer com mulheres menos especiais, e pelas quais eu não esteja muito apaixonado. Enquanto isso, estou estudando bastante, fazendo esportes e tudo mais.


(Quando penso na gente juntos, faço “aquilo” que você gostava tanto... Brinco com “ele” até terminar, imaginando sua mão me acariciando inteiro. Pensa nisso?!).


Beijos,


Guto."


FIM.


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