A Nova Vida de Renata

Atualizado: 4 de out. de 2018

Nada como encontrar um parceiro ideal para despertar um fogo incontrolável


Renata já conhecia bem como funcionava, pois fazia uns dois anos que o fenômeno se repetia com misteriosa precisão. Após um período de “normalidade”, o fogo do desejo por sexo voltava a arder em sua mente, em seu corpo. Ficava aceso por alguns dias e então virava brasa, tão comum quanto administrável. Ora, você deve estar pensando: todo mundo vive nessa gangorra. No caso de Renata, porém, e época do fogo era tão incontrolável quanto um incêndio florestal. Sonhava com sexo, tomava banho pensando em sexo, se alimentava desejando sexo e adormecia pedindo sexo. Por várias vezes ao dia 'flashes' invadiam sua mente, deixando sua calcinha úmida, os seios eriçados e a boca salivando. Eram lembranças das últimas vezes em que transara com Paulo, ou simplesmente fantasias com corpos desconhecidos, braços firmes, pernas fortes, pênis grossos.


Estava com 30 e tantos anos e se sentia bonita, com razão. Dona de uma certa magreza que a complexara na adolescência, colhia agora os frutos. Tinha um corpo invejavelmente esbelto e atlético, um bumbum empinado, seios pequenos e firmes e um rosto jovial, iluminado por olhos escuros e brilhantes, emoldurados por sobrancelhas e cabelos de um castanho tão claro que por vezes pareciam alourados. Os homens adoravam sua companhia, inteligente e divertida.


Mesmo assim, àquela altura Renata já estava há mais de um ano “na seca”. Havia se separado após quatro anos de casamento, e finalmente começava a dar adeus ao "luto" pelo relacionamento infeliz. O jogo começou a virar quando conheceu Paulo, um colega de trabalho que desde o primeiro dia a lançava olhares de cobiça e desejo. Com cerca de 35 anos, corpo atlético, cabelos e olhos castanhos, queixo proeminente, mãos fortes que lhe garantiam um ar másculo e firme, o recém-chegado logo se tornou alvo dos olhares de nove entre dez mulheres do escritório. E era Renata seu foco predileto.


Aos poucos, ela foi percebendo que gostava daquele olhar, daquelas frases cada vez mais diretas. Começou a ceder numa noite de hora-extra no escritório vazio, quando Paulo esbanjou charme e bom humor. Considerava estas qualidades muito afrodisíacas, mas era raro encontrar caras assim.


Desde então, passou a ser comum Renata perceber estar excitada ali mesmo no trabalho, em frente ao computador, com vontade de sentir a pegada do colega. Certa vez, uma cena de sexo oral invadiu sua mente. Imaginou a si própria ajoelhada em frente a Paulo, que estava sentado em uma poltrona com a calça desabotoada e o pênis exposto, ereto. Na cena, Paula acariciava submissa o mastro, passeava com a língua pela glande até colocá-lo inteiro na boca. Ficou com a boca cheia de saliva em plena reunião de equipe. Que novidade era essa sensação...!


Finalmente, o desejo venceu e ela aceitou encontrar o colega em um barzinho. Era uma noite quente e Renata escolheu um vestido curto azul escuro, de alças finas, decote proeminente e costas quase nuas. Mesmo ciente de que estava sexy, com um conjunto de lingerie pequeno, de renda e também azul escuro, tentou se enganar, prometendo a si mesma que não iria ceder tão fácil. A verdade, porém, é que não conseguiu desviar dos truques mais batidos e cafajestes de Paulo (na verdade, adorou todos). Estremecia a cada piscadela e a cada sorriso do outro lado da mesa, e, soltinha após duas caipirinhas, simplesmente não conseguiu dizer não ao convite direto para irem a um local mais "tranquilo".



Casal homem e mulher se beijando ao lado de um carro preto


Saíram do bar caminhando às pressas e Renata sentiu o coração acelerar quando percebeu que o carro de Paulo estava parado em um estacionamento vazio e escuro, ideal para bons amassos ali mesmo. Pela primeira vez na vida, se sentia totalmente livre e dominada por um tesão incontrolável. Antes mesmo de abrirem a porta do carro, trocaram um beijo cheio de saliva e gemidos, e a gata não se controlou ao sentir as mãos firmes de Paulo passearem por seus cabelos, nuca, costas... Durante o beijo, desabotoou a camisa social do parceiro e fez o que desejava há tempos: passeou com as mãos em seu peito largo e forte. Então, tomada por um tesão incontrolável, foi se agachando e, com sofreguidão, desabotoou a calça, baixou o zíper e a cueca boxer do sortudo. Ao ver um pau duro, grande e grosso, com a cabeça brilhante, saltar sobre seus olhos, Renata bateu uma punheta vagarosa, o admirando e sentindo a boca tomada por saliva. Como era bom sentir aquele membro nas mãos! Agora era hora de colocar aquela pica latejante inteira na boca. Gemia com o vaivém, e simplesmente adorou quando sentiu as mãos de Paulo firmes em sua cabeça, a pressionando contra o pau. Como era bom ser pega assim! “Chupa gostoso, chupa. Sei que é isso que você quer...”

Estava disposta a deixa-lo ir até o fim. Já não se reconhecia mais. Pela primeira vez, queria sentir um homem gozar em sua boca, sentir a porra marcar sua garganta, escorrer sobre seu colo e seus seios. O marmanjo, no entanto, tinha outras ideias. Puxou-a para junto de si e lhe deu um bom beijo, como querendo sentir o próprio gosto em sua boca. Então foi descendo pelo corpo arrepiado, quase trêmulo, de Renata e finalmente baixou a parte de cima de seu vestido, passando a desbravar seus seios com a língua. As lambidas circulares, as mordiscadas, os suspiros quentes sobre suas auréolas, tudo isso produzia um tesão que ela jamais havia experimentado. Após passear por todo corpo, bunda e coxas da gata, a mão direita de Paulo chegou à calcinha molhada, massageando com dedos espertos o clitóris entumecido. Ao notar que Renata já estava próxima de gozar, Paulo a suspendeu, a acomodando sobre o capô do carro. Então, se agachou a passou a beijar a parte interna de suas coxas, parando em frente à pequena calcinha, a afastando para o lado com a admiração e a curiosidade que um menino espiava o presente de aniversário.


Dominada pelo tesão, Renata se sentiu feliz da vida por ter confiado nos instintos e se depilado. Sabia que sua boceta estava gostosa, com pelos castanhos claros bem aparados cobrindo levemente o monte de Vênus, enquanto os lábios estavam lisinhos, se oferecendo bem apetitosos. Sentia o clitóris latejar quando recebeu a primeira estocada da língua de Paulo, que aplicava leves chicotadas em seu grelo antes de fazer movimentos circulares e variar o movimento com um vaivém irresistível. Passou a rebolar de tesão e sentir os primeiros sinais de um forte orgasmo quando Paulo caiu de boca inteira em sua xana, fazendo sucção em seu grelo e, com destreza, enfiando o dedo indicador até o fim. Foi o suficiente para Renata agarrar a cabeça do macho com as duas mãos, abrir mais as pernas e se entregar a um gozo que jamais sentira. Um prazer e uma libertação que se refletiu em um gemido alto, que ecoou pelo estacionamento.


Paulo parecia enlouquecido pela reação da parceira e tratou de passear com seus 18cm de pau duro pela xoxota encharcada. Experiente, sabia que algumas pinceladas com a cabeça do pau no clitóris de Renata seriam muito eficientes para resgatar o tesão completo da gata. Se bem que ela estava decidida já há tempos em ser preenchida por aquele pau. Não precisou sequer de um minuto para já se sentir sedenta novamente, encaixando com a própria mão o membro na entrada da vagina e deixando-se ser comida com gosto. Paulo enfiou sem grande velocidade, mas de forma firme e decidida. Sabia que Renata queria sentir cada milímetro do pau a abrindo, a conquistando por inteiro. Então, com todo o pinto dentro da boceta depilada, passou a rebolar o corpo sobre o clitóris e a chupar os seios arrepiados. Ao perceber as mãos de Renata sobre sua bunda, começou a meter rápido e com força, como um macho deve comer sua fêmea. Suspendeu a perna direita de Renata com uma das mãos e deixou a cena toda escancarada para os dois observarem. “Olha, olha como meu pau tá entrando e saindo gostoso”, disse para a gata, que mal conteve mais um gemido alto ao ver aquele pau bonito, todo lubrificado com seu líquido, entrando e saindo de sua boceta latejante.


Não demorou muito para Paulo sentir que iria gozar, e gozar muito. Acelerou ainda mais os movimentos e, ao deixar o primeiro gemido escapar, percebeu Renata rebolando e lhe apertando mais forte. Iriam gozar juntos. “Ahhhhhhhhhhh!!” As pernas, a barriga e até os seios de Renata ficaram marcados pela porra de Paulo, que parecia não terminar. Ela também gozava de um jeito mais forte e diferente, vários gozos em sequência enquanto abraçava o corpo forte do parceiro e sentia aquele líquido quente sobre si. Ficaram assim por bons minutos, até a respiração voltar ao normal e o celular de Paulo começar a vibrar.


Mulherengo e habituado a conquistas, ele tinha no carro uma providencial caixa de lenços de papel. Foi gentil e carinhoso com Renata, mas ela logo percebeu no olhar do parceiro que a noite terminara por ali. “Te deixo em casa, mas preciso ir agora...”


Não se importou. Queria mais era ficar sozinha e se dedicar a conhecer esta nova Renata que começava a desabrochar. Afinal, foi a partir desta noite que ela começou a sentir o tal fogo incontrolável. Sabia que uma nova fase de sua vida estava começando, e sabia também que Paulo, um homem de muitas conquistas, não seria o único alvo deste incêndio...


Continua em: Renata e o Amigo do Sobrinho


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