A hóspede que mudou minha vida (Versão masculina)

E fico feliz por saber que também mudei para sempre a vida de Luciana, após dias de um romance cheio de fantasia e sexo. E pensar que tudo teve início com um flagra!


Jamais me esquecerei daqueles dias de outono, há exatos dez anos, quando Luciana passou algumas semanas hospedada em nossa casa. Filha de uma grande amiga de minha mãe, ela era oito anos mais velha do que eu. Lembro bem que na época dos fatos que narrarei ela já estava casada, enquanto eu vivia a excitação dos primeiros meses de vida universitária.


O motivo que levara Luciana a ficar hospedada em nossa casa, na capital, era um curso de aperfeiçoamento profissional – algo que não existia na pacata cidade do interior onde ela morava com Mário, seu marido. Como minha irmã mais velha já havia saído de casa também para estudar fora, Luciana ficaria em seu quarto.


Ao vê-la entrando pela porta da frente, fiquei embasbacado. Eu sabia que Luciana era muito bonita e chamativa, mas não imaginava que estaria assim tão bela e atraente. Morena de cabelos longos e lisos, olhos esverdeados, nariz fino, lábios bem desenhados e um belo sorriso, ela parecia uma estrela de televisão. “Ela já foi miss lá na cidade dela e de toda a região”, contava minha mãe, orgulhosa. O corpo de Luciana também era chamativo: seios fartos, cintura fina e quadril largo, além de coxas bem torneadas, faziam com que ela despertasse suspiros por onde passava. Não à toa, Mário, o marido, havia aceitado com relutância a temporada de estudos da esposa.


Como se não bastasse, Luciana era a simpatia em pessoa (além de ser muito culta, inteligente). Ela conseguia conversar sobre tudo, com todos, sem distinção de aparência ou classe social. Esta característica me fazia admirá-la ainda mais, e logo nos tornamos bons amigos, debatendo diversos assuntos – até futebol! Desnecessário dizer que, nas minhas fantasias, eu também conseguia conquista-la e convencê-la a ter um caso comigo. Sonhar nunca custou nada!


Até que chegou aquele feriado inesquecível. Meus pais e meu irmão caçula viajariam, mas eu e Luciana ficaríamos em casa. Eu tinha compromissos esportivos com o time da faculdade, e nossa hóspede precisava se dedicar às provas finais de seu curso.


Era uma sexta-feira. Eu voltei da faculdade decidido a ficar tranquilo em casa, uma vez que teria um jogo importante no sábado. Como sabia que todos estavam viajando e Luciana só voltaria tarde da noite do curso, abri uma cerveja, joguei longe o par de tênis e desabei no sofá para assistir à televisão. Eu tentava prestar atenção em um filme, mas logo a sensação de estar sozinho em casa se aliou a pensamentos bem inspiradores sobre Luciana (passar o feriado apenas com ela em casa me enxia de sonhos). Comecei a imaginá-la nua, se acariciando e me desejando. Logo minha imaginação já a colocava sobre meu corpo, enquanto nos beijávamos e ela se contorcia sobre o meu membro.


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Com toda essa imaginação, eu já estava com a calça desabotoada e o zíper aberto; a mão em meu pênis, cada vez mais ereto. Daí foi um pulo para eu desabotoar a camisa, baixar mais a calça e começar a me masturbar, num vaivém cada vez mais rápido em meu membro rijo e grosso. As fantasias com aquela linda morena me enxiam de tesão, e um orgasmo bem prazeroso já começava a dar sinais de que estava chegando. Foi quando ouvi o rangido já tradicional da porta que separava a sala da cozinha.


Crente de que o vento produzira a movimentação da porta, segui acariciando meu pênis. Porém, ao olhar rapidamente na direção da porta, meu coração deu um pulo. Imediatamente dobrei as pernas, coloquei a calça de volta e fiquei com vontade de sumir em um buraco no chão: Luciana havia chegado e entrara pela porta da cozinha, dando de cara com minha masturbação no sofá da sala. Apesar das poucas frações de segundo, ficou cravada em minha memória a imagem do belo rosto da morena, com a boca entreaberta, me olhando fixamente, como se estivesse paralisada.

Mas, quando nossos olhares se cruzaram, ela se virou como um raio e voltou para a cozinha. Eu, totalmente sem graça, fui para o banheiro e entrei no banho. Diversos pensamentos passaram pela minha mente. O mais poderoso deles mostrava Luciana fazendo as malas e retornando para sua casa, enquanto minha mãe me exigia explicações. Que vergonha!


Após o banho, me fechei no quarto criando coragem para ir conversar com nossa hóspede. Além do mais, eu estava morrendo de fome, e cedo ou tarde precisaria fazer uma “excursão” até a cozinha comer algo. Quando reuni forças para sair do quarto, percebi que Luciana estava justamente preparando seu jantar, também já de banho tomado, com um pequeno shorts de algodão e uma blusinha regata. Respirei fundo.


- Luciana, tudo bem? Por favor me desculpe, eu deveria ter imaginado que você poderia chegar em casa.


- Imagina, Guto (esse é meu apelido). Você está na sua casa e pode fazer o que quiser. Eu que estou de intrusa, te atrapalhando.


- Nada disso! A casa é sua também. Eu deveria ter ido pro meu quarto, pro banheiro, sei lá! Que vergonha! Você deve estar me achando um garoto imaturo, tarado.


- Esquece! Todo mundo faz isso. E acho bom ser tarado, melhor do que se reprimir. Além do mais, não vi nada de garoto em você...


Estremeci com essa última frase, que me pareceu cheia de duplo sentido. Preparamos nossos lanches em silêncio e, quando me direcionava rumo à porta para voltar ao quarto com um prato de sanduíche, Luciana fez meu coração saltar de vez.


- Guto, posso te perguntar uma coisa?


- Claro!


- No que vocês, homens, pensam nessas horas? No que você estava pensando? Eu casei muito cedo e meu marido não conversa sobre essas coisas. Me fala?


Percebi que a voz dela estava alterada, seu rosto havia ficado vermelho e suas mãos ajeitavam o cabelo nervosamente. Criei coragem e disparei:


- Bom, a gente pensa em sexo, claro. Em mulheres que a gente deseja...


- E em quem você estava pensando? Em uma atriz e modelo, uma capa da Playboy?


- Não, Luciana. Eu estava pensando em uma mulher de verdade, que mexe comigo desde a primeira vez que eu vi.


- Nossa! Quem é essa sortuda? Ela sabe que mexe tanto com você?


- Não sabia até agora. É você, Luciana.


Ela soltou um gritinho nervoso, deu uma risada e despistou.


- Que louco! Sai daqui, Guto! Corre pro quarto, seu taradooo!


Eu sabia que ela não havia ficado brava (seus olhos haviam brilhado). Mesmo assim, fui para o quarto com o coração a mil, cheio de vergonha e medo das consequências de minha confissão. Não estava arrependido, mas sabia que ela era casada e séria. Deitei na cama, sem condições de comer meu sanduíche, e fiquei olhando para o teto relembrando cada palavra dita minutos antes.



Mulher morena bonita de olhos verdades deitada e olhando para a câmera


Algum tempo depois, após duas batidas rápidas (toc! toc!), a porta do meu quarto se abriu e Luciana foi entrando. Ela caminhou em silêncio até minha cama e se sentou perto dos meus pés. Eu me ajeitava para ficar parcialmente sentado, olhando para ela cheio de curiosidade e tentando entender aquela expressão em seu lindo rosto. Uma expressão decidida, mas cheia de mistério. Até que ela quebrou o silêncio.


- Guto, faz para eu ver?


- O quê?


- Aquilo que você estava fazendo na sala... Continua para eu ver?


- Eu... eu... Você quer que eu...?


- Quero! Me mostra.


Apesar de louco de excitação, eu fiquei sem ação. Foi quando Luciana se debruçou sobre mim e me beijou. Jamais me esquecerei aquela boca, aquela sensação. Tentei abraça-la, mas ela afastou meus braços. Ao invés disso, foi ela quem colocou a mão direita sob minha bermuda e minha cueca, alcançando meu pênis – já praticamente duro – e o acariciando até a ereção ficasse completa.


- Pronto, olha como ele já está! Agora continua...


- Vem aqui comigo, vem Luciana! Vamos fazer juntos, te quero demais!


- Não! Eu sou casada, não posso! Mas quero que você faça para eu assistir. Faz igual você estava fazendo ali na sala...


Tomado pelo desejo, tirei minha camiseta, baixei a bermuda e exibi meu pênis duro e grosso para ela. O estiquei ao máximo, fazendo com que a glande vermelha brilhasse para seus belos olhos verdes. Então comecei a me masturbar, olhando fixamente – cheio de tesão – para o rosto de Luciana. Era gostoso acariciar meu pênis e perceber estar sendo desejado.


Luciana mordia os lábios e passeava as mãos sobre as próprias coxas. Resolvi provocar.


- Tá vendo como eu faço pra você? Olha!


- Assim que você faz? Ai... Bem rápido e forte?


- Isso, rápido e forte! Olha! Eu imagino que minha mão é sua bocetinha, e que você está cavalgando em cima de mim bem gostoso, bem forte...


- Aiiii... Humm... Você come fundo a boceta? Me transforma na sua putinha?


- Isso, na minha putinha pra sempre! Te como gostoso dia e noite assim, olha!


- Hummm! Que delícia! De que outro jeito você vai me pegar?


- De quatro, minha tesuda. Vou te colocar de quatro, te pegar firme e meter com força, cheio de tesão!


Luciana gemia e se contorcia sentada na beirada da cama. Ela não tirava os olhos do meu membro, e sua boca parecia cada vez mais cheia d’água. Ela já não conseguia segurar o desejo, e suas mãos agora a acariciavam por cima do shorts e da blusinha.


- Continua, Guto! Me mostra... O que acontece quando você tá cheio de tesão?


- Quando eu tô cheio de tesão por você eu gozo bastante!


- Hummm... Ai, me mostra, eu quero! Aiii... Goza gostoso pra mim!


- Assim, ó...!


E, já sem me segurar e delirando com aquela sensação, fiz movimentos ainda mais rápidos e fortes com minha mão, enquanto remexia o quadril. Soltei um urro de prazer e gozei, jorrando uma grande quantidade de sêmen branco e quente sobre minha barriga e meu peito nus. Ela parecia hipnotizada.


- Ahhhh! Tô gozando pra você, Luciana, te quero demais! Uhhhh....!


- Aiiiii! Hummmm! Quanto gozo! Que gostoso! Tudo pra mim!


A linda morena não resistiu e voltou a pousar a mão sobre o meu membro, todo lambuzado. Depois, espalhou meu gozo sobre minha barriga, me arranhando e gemendo baixinho.


Após alguns segundos, parecendo voltar a si depois de um transe, Luciana se levantou e me olhou com seriedade.


- Esse vai ser nosso segredo, promete?


- Prometo, claro. Mas fica aqui comigo...


- Não consigo. Foi gostoso, mas vamos parar por aqui. Eu não posso fazer isso.


E foi embora, me deixando miseravelmente sozinho. Tomei outro banho e tentava me conformar (“já foi bom o bastante!”), mas de repente me olhei no espelho e uma voz falou lá do fundo da minha consciência. “Que raio de homem é você? Sozinho em casa com uma mulher dessa, claramente cheia de desejo? Ela quer que você tome a iniciativa e assuma as responsabilidades!”. Era isso! Eu ia tentar de novo!


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Fui até o quarto de minha irmã, ocupado por Luciana, e a encontrei de frente para o computador, com o olhar perdido. Ela pareceu feliz em me ver.


- Oi!


- Oi! Vim te dizer que preciso deixar claro o que eu quero. E eu quero você. Estamos sozinhos, nunca ninguém vai saber! Eu sou discreto e respeito seu casamento, mas te desejo demais e não quero perder essa oportunidade. Quero cuidar bem de você...


A bela e misteriosa morena voltou a ficar em silêncio por segundos que me pareceram uma eternidade. Ela então se levantou e caminhou em minha direção. Pegou nas minhas mãos, as beijou, me olhou cheia de ternura e me puxou até a cama.


Deitados, nos beijamos ardentemente. Acariciei com firmeza sua nuca, suas costas e sua cintura, desci até suas coxas e sua bunda. Luciana então subiu em cima de mim e retirou a blusinha, me revelando seu maravilhoso par de seios, com bicos eriçados. A puxei para cima de mim e mergulhei naqueles montes quentes, mordiscando seus mamilos e passeando com minha língua sobre eles. Ela gemia, aprovando.


Foi ela quem retirou minha camiseta e passou a beijar meu peito, meus mamilos, meu umbigo... Então, retirou meu shorts e minha cueca, voltando a vislumbrar meu membro, novamente duro e grosso (já seu velho conhecido). Luciana o acariciou e passou a língua ao redor da glande, me arrepiando. Depois, foi descendo por todo o comprimento e lambeu meu saco, até que colocou todo o pênis em sua boca e começou a chupa-lo e a suga-lo, o lambuzando por inteiro.


- Você sabia que sua irmã tem camisinhas no quarto? – ela disse, sorrindo e retirando preservativos da gaveta ao lado.


Depois colocou a camisinha em meu pênis e finalmente ficou nua, retirando o shorts e a calcinha branca e cavada. Delirei ao finalmente ver seu sexo, com pelos escuros e muito bem aparados rodeando lábios rosados e úmidos. Seu clitóris proeminente parecia latejar em busca de carícias. Não me contive e a puxei pelo quadril até meu rosto. Luciana soltou um grito de surpresa e prazer, sentando sobre minha cara.


Com as mãos cravadas em sua bunda farta, coloquei aquela boceta tão desejada por inteiro em minha boca e fiz sucção em seu grelo, enquanto o acariciava com a ponta da língua. Ela rebolava e gemia, e eu alternava passeios pelos lábios e pelo clitóris com pequenas penetrações com a língua em sua vagina, movimento que ela parecia aprovar bastante.


Após um gemido comprido, seguido por um estremecimento de todo o corpo, ela resolveu descer até meu quadril. Com a mão direita, ajeitou meu pênis em sua vagina e soltou seu corpo sobre o meu, deixando a gravidade agir. Que sensação maravilhosa finalmente a penetrar, sentindo aquele túnel quente, apertado e molhado envolver meu pênis! Logo ela estava rebolando sobre mim, friccionando o clitóris em meu corpo. A agarrei firme pela bunda, dobrei minhas pernas para apoiar meus pés sobre o colchão e passei a estoca-la com força, cada vez mais rápido. Luciana gemia e me arranhava.


- Isso que eu sonhava fazer enquanto batia punheta!


- Assim? Que delícia! Agora você tá fazendo de verdade! Faz forte!


Nos abraçávamos e nos beijávamos, nos lambuzávamos, até que eu a segurei com força e virei nossos corpos, passando a ficar por cima. Abri bem as coxas bem torneadas de Luciana e voltei a penetrá-la, com movimentos ritmados e decididos, rebolando toda vez que ficava inteiro dentro dela.


- Olha pra baixo. Vê meu pau entrando e saindo de você!


- Que lindo, que delícia...!!


Eu precisava admirar também aquela bunda carnuda e firme, com a qual eu tanto sonhava. Saí gentilmente de dentro de Luciana e a virei de costas, a fazendo empinar o quadril, de quatro. Ela sabia o que fazer. Com aquela linda visão, não resisti e voltei ao sexo oral, a chupando de quatro, enquanto apalpava e dava tapas em sua bunda.


Depois, encaixei meu pau, segurei a sua cintura com firmeza e enfiei sem pressa, mas de forma decidida, até voltar a ficar inteiro dentro dela. Fui aumentando a força e a velocidade, dando tapinhas em sua bunda e puxando seus cabelos com firmeza.


- Você é minha mulher agora!


- Sou sua agora! Só sua! Mas o que mais eu sou? Fala!


- Minha putinha! Minha safada! Eu fico bravo e meto forte!


- Mete forte esse pau gostoso em mim!


Luciana adorava essas frases e, enquanto eu me deliciava no vaivém em sua deliciosa boceta, ela se entregou a um sonoro e (espero!) delicioso orgasmo.


- Aiiiiiiii! Tô gozandoooooo! Delíícia, não para! Tesudoooo! Hummmm....


E se deixou cair sobre o colchão, tendo tremores e arranhando meu corpo. Retirei a camisinha e encaixei meu pênis em suas nádegas quentes. Bastaram dois ou três movimentos de vaivém para que eu explodisse num gozo maravilhoso, jorrando toda minha porra branca e quente novamente, desta vez sobre a bunda e as costas de Luciana, que se contorcia e espalhava o líquido em nossos corpos.


Após alguns minutos deitados lado a lado e nos acariciando, Luciana me beijou, me deu um abraço e resolveu se abrir. Ela me contou que seu casamento estava em crise, que Mário a maltratava e que, além do curso, também estava aproveitando ficar longe de casa para repensar sua vida. Com o coração novamente a mil, disparei:


- Então se separa e vem morar aqui! A gente fica junto...


Mal terminei de falar e ela me deu um novo abraço, ainda mais apertado. Senti que ela soluçava. Quando finalmente ela me soltou, percebi seus olhos cheio de lágrimas me olhando, como se olha para alguém bondoso e carinhoso, mas ainda ingênuo.


Nossa tórrida relação durou todo o resto do feriado e devo dizer que transamos muito nos dias seguintes! Na cama, na sala, no banho... Eu jamais tinha feito tanto sexo na vida. Porém, tudo que é tão bom parece ter que durar pouco. Após a volta de meus pais e irmão, Luciana disse que não mais poderíamos continuar aquilo. Alguns dias depois, ela foi embora, me deixando um buraco no coração (e com muitos desejos).


Algumas semanas se passaram, até que minha mãe desligou o telefone após conversar com sua comadre, a mãe de Luciana. Toda empolgada, ela nos contou que Luciana havia se separado. Ela e o marido venderam a casa onde moravam e dividiram o dinheiro. Com este impulso, ela se mudara para o exterior. Naquela mesma noite, recebi um e-mail que guardo até hoje e sempre guardarei.


“Querido Guto, estou escrevendo para dizer que jamais te esquecerei. Seu carinho e sua atenção, seu desejo para comigo me encheram de força e coragem para buscar meu caminho. (Nunca sairão de minha memória nossos momentos juntos aí na sua casa, mas isso fica sendo nosso segredo para sempre).


Um beijo,


Luciana”


FIM.


Gostou? Então leia em breve esta mesma história, mas contada pelos olhos de Luciana (visão feminina)! Será que vai ficar mais excitante?