Renata e o Garotão com Calça de Moletom

Desde a experiência anterior, ela vivia doidinha para repetir a dose com um rapaz mais jovem. A oportunidade surgiu quando começou a dar aulas particulares para um belo moreno.


Já fazia alguns meses que o “casinho” de Renata com Guilherme havia terminado. Após aquela noite quente no apartamento da praia, ela e o garotão voltaram a sair e a transar algumas vezes, mas a diferença de idade falou mais alto. Afinal, o rapaz ainda estava no pique das baladas da faculdade, enquanto Renata preferia um um barzinho e então ir logo direto ao ponto. O negócio para ela era transar e se satisfazer, enquanto o amigo de seu sobrinho, 16 anos mais novo, queria vida social.


Seja como for, ela adorou a experiência sexual com um homem mais jovem. Aos 30 e tantos anos e fogosa, Renata sempre se sentia segura e experiente com Guilherme (que estava na casa dos 20 anos), adotando um tom professoral nas transas e comandando os movimentos. Além do mais, vê-lo sempre tão excitado era a prova de que ela continuava gostosa: magra e com bundinha empinada, seios médios e firmes; e bonita: cabelos castanhos claros, quase louros, olhos escuros e brilhantes, nariz e boca que pareciam esculpidos a mão, de tão perfeitos e simétricos. Solteira, Renata sabia que se encontrasse outro garotão com a pegada de Guilherme não pensaria duas vezes antes de fazer uma nova experiência. Aliás, só de pensar nisso ficava excitada.


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Para atiçar ainda mais sua imaginação, ela começou a conviver com garotões em idade universitária. É que Renata começara a dar aulas particulares de inglês para jovens interessados em concluir os estudos no exterior. Embora alguns rapazes fossem excessivamente tímidos ou desinteressantes, outros eram bonitos e charmosos. Dentre esses, o campeão era Thiago, de 20 anos, que morava na casa dos pais. Moreno e alto, de pele bronzeada e corpo atlético, o rapaz fazia muito sucesso com as mulheres. Seus cabelos negros e falsamente despenteados, sorriso luminoso e mãos fortes e firmes atiçavam a imaginação de Renata, que precisava se segurar para não perder a concentração durante as aulas particulares. Curiosamente, ele tinha o hábito de sempre recebê-la usando camiseta e calça de moletom, o que também mexia com a imaginação fértil da professora. “E se ele ficar com ‘aquilo’ duro?”.


Duas vezes por semana, durante uma hora e meia, os dois dividiam uma escrivaninha no apartamento dos pais de Thiago, onde eram ministradas as aulas particulares. Com o tempo, foi ficando claro que o aluno também tinha desejos pela professora. Renata adorava usar roupas de ginástica, confortáveis e capazes de revelar bastante seu corpo bem desenhado. A calça justa deixava seu bumbum à mostra, enquanto blusinhas davam um vislumbre de seus seios apetitosos. “Está bonita hoje, teacher!”, começou a dizer o garotão, com sorriso malicioso. Apesar de fingir seriedade e logo mudar o assunto, Renata estremecia por dentro e ficava à flor da pele. Às vezes, quando Thiago se levantava, ela não resistia a um rápido olhar para a calça de moletom e tinha a nítida sensação de perceber um volume inquieto por baixo do tecido. “Será que ele está excitado comigo?”. Também tinha vontade de pegar no bumbum do rapaz.


Com o tempo, a intimidade entre os dois foi aumentando, e Renata começou a se permitir alguns abusos. Thiago encostava o braço no dela, que não o afastava. As mãos às vezes também se encontravam sobre os livros, enquanto as coxas trombavam com mais e mais frequência sob a escrivaninha. A excitação aumentava porque era comum a mãe do rapaz estar em casa, o que dava ao jogo de sedução um risco extra.


Um dia, Renata, que estava numa fase de “subir pelas paredes”, decidiu que não mais iria esperar. Andava morrendo de vontade de ter outro garotão entre suas pernas, e se pegava excitada ao pensar no corpo de Thiago. Durante a aula particular, enquanto o rapaz repetia alguns verbos na língua de Shakespeare, e suas coxas se roçavam, ela não se conteve e pousou a mão na calça do garotão, sentindo o pau grosso sob o moletom. Thiago se assustou, mas logo remexeu o quadril para que seu pênis roçasse na mão da professora e começasse a endurecer rapidamente. Com água na boca, Renata iniciou um leve vaivém por cima da calça de moletom, adorando sentir o volume crescer. “Nossa, esse novinho também tem um pau delicioso”, pensou, satisfeita, e com o coração batendo a mil por hora.


Thiago já se preparava para beijá-la no pescoço quando a porta do escritório se abriu sem qualquer cerimônia. Era a mãe do rapaz, trazendo uma bandeja com café e suco. Renata ruborizou e Thiago deu um pulo na cadeira, começando imediatamente a repetir uma frase do livro em voz alta. A mulher virou as costas e saiu, mas desta vez deixando a porta aberta atrás de si. “Teria ela percebido algo?”, pensou a professora, desapontada e notando que a aula já se aproximava do final.


Na aula seguinte, Renata e Thiago mandaram o inglês para escanteio. Os dois só queriam se acariciar, e ficou claro que a sensação de perigo fazia aumentar a excitação da dupla. Renata foi quem deu o primeiro passo novamente, acariciando o pênis do rapaz sobre a calça de moletom enquanto ele fingia escrever uma carta para Mr. Elliot, ou um bilhete para Mrs. Elizabeth. Ao fingir estar conjugando um verbo qualquer, ele, por sua vez, passeou com a mão pela parte interna das coxas da professora, que abria as pernas sob a escrivaninha e o deixava chegar à boceta, por cima da calça de ginástica. Apesar da idade, Thiago sabia muito bem movimentar os dedos na região do clitóris, tirando o fôlego da teacher. “Repeat! Very good, Thiago!”. Mais uma vez, porém, a mãe do garotão invadiu o pedaço, trazendo o lanchinho da tarde.



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O próximo passo, dois dias depois, era evidente. Renata estava tão certa do que queria que, pela primeira vez, foi à casa de Thiago usando blusa estilo regata e uma saia na altura dos joelhos. A lingerie, cavada e sexy, de rendinha, mal cobria sua xoxota de pelos castanhos claros curtinhos e quase todos raspados, deixando os lábios e o clitóris vistosos e livres para serem acariciados.


Tão logo a aula particular começou, Renata se certificou de que não havia ninguém por parte e enfiou a mão sob a calça de moletom e a cueca boxer de Thiago, encontrando o pau já duro e quente. Ela encheu a mão naquele membro grande e grosso, meio meladinho de tesão, e soltou um leve gemido, começando uma rápida e desajeitada punheta. O rapaz se contorceu de tesão e forçou o elástico da calça para baixo, revelando a Renata todo o pau. Cheia de água na boca, a teacher não se conteve e se agachou, colocando o membro inteiro na boca.


O barulho de alguma porta se abrindo no apartamento fez os dois se recomporem novamente, mas, tão logo perceberam que não havia ninguém por perto, Renata se virou na cadeira e abriu as pernas, exibindo para Thiago sua calcinha preta, de rendinha, pequenina. Enquanto ele admirava a cena, ela afastou o tecido para o lado e revelou a ele sua boceta, começando a se acariciar. O garoto ficou maluco com a cena e, num impulso, se ajoelhou no chão e caiu de boca entre as coxas da professora. De início, ele pareceu um pouco afoito, mas Renata ficou feliz da vida ao ver que logo ele encontrou o ritmo e começou a lamber e chupar seu grelo com habilidade. “Isso, Thiago. Very good! Please, continue!”, ela dizia, se sentindo bem safada e adorando ter a boca de outro garotão a chupando tão bem.


“Thiago!”, gritou ao longe, de repente, a mãe do rapaz, fazendo os dois se recomporem mais uma vez. “Vou precisar dar uma saidinha. Renata, acho que não te vejo mais hoje, até semana que vem!” Sorrindo e feliz da vida, a professora retribuiu a despedida. Tão logo ouviram a porta da frente se fechando, voltaram a se atracar.


Segura e experiente como gostava de se sentir nestas situações, Renata se sentou sobre a escrivaninha, de frente para Thiago, e o puxou para junto de si, abrindo as pernas e voltando a afastar a calcinha para o ladinho. Ela então pegou uma camisinha na bolsa e a colocou no pau duro do rapaz, que começou a passeá-lo ao redor de seus lábios e no grelinho latejante. “Ai, como você é gostoso, garoto!”, elogiou a professora, tirando a blusa e oferecendo a Thiago os seios médios, do tipo que enchem bem a mão e a boca dos homens sortudos. O rapaz soube agradecer, e passou a mordiscar, lamber e chupar os mamilos eriçados, fazendo Renata rebolar de tesão. Ele então chegou à boca daquela mulher sensacional, e a beijou profundamente, enquanto penetrava o pau quente, duro e grosso na xoxota apertada e molhada. “Aimmmmm! Que tesão! Como eu queria isso”, disse Renata, segurando firme no bumbum durinho do rapaz e o pressionando contra seu corpo.


A professora olhou para baixo para vislumbrar o pauzão a comendo, cada vez mais rápido e forte, enquanto rebolava e gemia. Doida de tesão, ela afastou Thiago e se virou de costas. Apoiando os cotovelos sobre a escrivaninha, e empinando bem a cintura, mostrando ao garotão sua bundinha firme e carnuda. Ele ficou maluco, e após uma boa palmada, se agachou e caiu de boca, lambendo a xana e o cuzinho com sofreguidão. “Aimmmm! Seu doido! Hummmmm, chupa! Lambe o cuzinho da professora, lambe”, ordenava Renata, rebolando. Thiago então se levantou, ajeitou o pau na boceta e estocou firme, até o fim, fazendo Renata gritar e gemer ao sentir o saco grande do rapaz roçando em seu clitóris. “Bate na minha bunda, bate! Isso! Puxa meu cabelo! Aiiii....”


Thiago obedecia e metia cada vez mais forte o pauzão, segurando em sua cintura e puxando os cabelos com firmeza. O corpo dos dois se chocando fazia um delicioso barulho, enquanto livros e papeis caíam pelo chão. Quando Renata percebeu que a pouca experiência de Thiago, que já gemia cada vez mais forte, poderia terminar numa gozada precoce do garotão, o afastou e sugeriu: “Quero ser comida na sua cama. Me leva pro seu quarto”. Os dois então atravessaram o corredor, nus, e entraram no quarto do rapaz. “Deita”, comandou Renata, indicando a cama de solteiro. Assim que Thiago se deitou, ela se encaixou e sentou sobre seu pau duro, iniciando um intenso vaivém com muitas reboladas. “Chupa meus peitos”, pedia, gemendo enquanto o rapaz mordiscava e chupava o bico de seus seios.


Foi ela quem sentiu então um poderoso e indescritível orgasmo se aproximar sem pedir licença. "Aaaaaaaaaaahhhhhhhhh! Tô gozandooooo! Gostoso, vai forte, me dá palmada!” A professora se sentiu levitar e ver estrelas, desabando sobre o corpo forte do rapaz, entre novos e menores orgasmos que faziam seu corpo se contorcer. Thiago tirou a camisinha e gemeu forte, quase um urro de prazer, deixando Renata ainda mais extasiada perceber o pau jorrar uma enorme quantidade de porra branca e quente sobre suas costas, bunda e coxas. Ela rebolava, enquanto ele esfregava o gozo em seu corpo e dava tapinhas em sua bunda.


Foi o tempo de os dois se recomporem e a mãe do rapaz chegou, estranhando o fato de a professora ainda estar em casa. “Estávamos revisando alguns pontos de dificuldade”, explicou Renata, fingindo seriedade. A história com Thiago foi bem parecida com a de Guilherme. Renata e o garotão saíram algumas vezes para transar, mas a diferença de idade logo os afastou, e as aulas particulares foram encerradas. Ela, porém, ficou ainda com mais certeza de que adorava um bom sexo com rapazes jovens e de pegada. Qual seria o próximo?


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