Paulo cai nas garras da sádica Diana

Em meio à grande revolução, o major Paulo vira prisioneiro da lendária tenente Diana. Ela tem fama de arrancar confissões de um jeito bem especial...


O major Paulo foi conduzido no banco de trás de um furgão para o local onde ficaria preso até sabe-se lá quando. Pelo caminho, apesar de fazer parte de tudo aquilo, não deixou de se impressionar com as imagens que surgiam pelos pequenos vidros do veículo. Montes de concreto e de ferro retorcido, focos de incêndio aqui e ali, e o indefectível cheiro de fumaça. A cidade onde nascera e crescera estava hoje parcialmente destruída, graças a uma revolução que dividira seu território em dois.


De fato, Paulo sabia que seria capturado ou morto cedo ou tarde. O lado que defendia na revolução há muito vinha perdendo terreno e as batalhas se aproximavam do fim. A iminente derrota, na verdade, consistia na sua única esperança de continuar vivo. Não havia mais motivos para os “outros” fuzilarem ou torturarem inimigos tão combalidos e desanimados. O problema é que ficaria preso sob os cuidados da tenente Diana. Isso sim o preocupava.


Loura e belíssima, Diana era a protagonista de uma série de lendas que amedrontavam todos os seus inimigos (Paulo entre eles). Diziam que ela nunca sorria e que à noite arrancava os homens das celas, os despia, torturava e humilhava. Os que sobreviveram aos “cuidados” da tenente haviam ficado com sequelas físicas e mentais. Um soldado conhecido de Paulo foi dos poucos que conseguiu fugir deste cárcere, mas não sem traumas: o pobre homem ficou com a indesejável compulsão por envolver o próprio pênis entre as mãos, em qualquer hora e em qualquer lugar.


PRIMEIRO DIA

O furgão freou abruptamente justamente quando o major tentava adivinhar o que a tenente fazia de tão grave aos seus prisioneiros. Ao adentrar o pequeno prédio que serviria como sua prisão, Paulo percebeu que não ficaria exatamente em uma cela. A carceragem ficava em um prédio residencial adaptado, e, portanto, os presos ficavam trancados em pequenos quartos. Nestes aposentos, tudo que havia era um velho colchão sobre piso e um jarro de água. Paulo foi jogado para dentro de um destes quartos por volta das 15h. No início da noite, a pesada fechadura da porta se moveu e a tenente Diana surgiu na penumbra.


O major estava sentado sobre o colchão e não conseguiu deixar de admirar a figura da tenente inimiga. Diana de fato era bela. Belíssima. Cabelos na verdade castanhos claros e volumosos, presos em um rabo-de-cavalo, emolduravam um lindo rosto de traços fortes, mas harmoniosos. Os olhos negros contrastavam com os cabelos claros, e os lábios finos e bem desenhados mais pareciam os de uma modelo. Um conjunto militar, de camiseta verde-bandeira, calças camufladas e botinas beges davam um toque tão intimidador quanto sexy ao seu corpo. Eles evidenciavam os seios fartos, a cintura fina e a bunda volumosa e firme da combatente. “Hora de fazer suas necessidades e tomar uma ducha. Não queremos gente fedida aqui”, disse Diana, em tom seco e grave. Logo depois, caminhou com firmeza até Paulo e o levantou pelo braço. “Vamos!”. Ao cruzar o olhar com o do prisioneiro, porém, se espantou por completo.


Paulo era diferente de todos os homens que já haviam passado por lá. Seu olhar era bonito e bondoso. Os cabelos escuros e rebeldes combinavam perfeitamente com a barba mal feita e o queixo quadrado. Forte e alto, deveria ter sido um terror nas trincheiras da cidade, abatendo vários dos companheiros de Diana. Por isso mesmo, ela logo se recompôs e empurrou Paulo com firmeza para dentro do banheiro. Lá dentro, ele reparou que havia uma camiseta branca, uma calça cáqui e até mesmo meias e cueca embaladas em plástico. “Não é à toa que estão vencendo a revolução. Estão montados na grana estrangeira”, analisou o prisioneiro, com raiva no olhar. Após se aliviar e se banhar, Paulo chegou a sentir até mesmo uma ponta de felicidade, que logo foi interrompida ao se deparar, no quarto escuro, com um prato no qual se encontrava seu jantar: uma mistura de arroz meio queimado, feijão duro e parcos pedaços de batata mal cozida. A fome era muita para deixar sequer um grão no prato, e o sono era demais para reparar no colchão duro.


SEGUNDO DIA

Deviam ser umas 4h da manhã quando o major Paulo abriu os olhos, assustado. Alguém chutava seu colchão impacientemente. Era Diana, que segurava duas cordas. Com a primeira, amarrou as mãos do prisioneiro atrás das costas. Com a outra, laçou seu pescoço como um animal, o puxando para fora do quarto e o conduzindo para outro aposento, ainda menor e mais escuro. Lá, foi forçado e se sentar numa velha cadeira. “Onde suas tropas estão escondidas?”, perguntou a tenente Diana, sem rodeios. “Não sei. E mesmo se soubesse não diria”, respondeu Paulo. A reação de sua captora foi imediata: Diana enfiou as mãos dentro da calça e da cueca do prisioneiro e agarrou os testículos, os apertando com toda força. Paulo gemeu, quase caindo no chão. “Você já deve ter ouvido falar de mim. Sei como fazer você esquecer de como se usa isso aqui, esse saco pequeno e esse pau mole. Então da próxima vez que eu perguntar você responde alguma coisa útil.”


O major jamais entregaria seus companheiros, e por isso mesmo não disse nada de útil. Após uma hora de interrogatório, foi jogado de volta no colchão. Estava com o as bochechas quentes pelos tapas de Diana, as costelas doloridas pelos arranhões da tenente, o saco e o pênis latejando de dor. Era estranho sentir as mãos de Diana o apertando. Apesar da situação tenebrosa, ele seria capaz de jurar que havia alguma excitação por parte da tenente, como se ela de fato sentisse prazer sexual com o papel de dominante sádica.


TERCEIRO DIA

No dia seguinte, o capitão Paulo foi mantido o tempo todo dentro de seu quarto/cela. A vontade de urinar foi tanta que não viu alternativa a não ser se aliviar em um canto do aposento. Comida e água, ao menos, não faltaram. Novamente por volta das 4h da madrugada, o prisioneiro acordou com o barulho da porta se abrindo. Mais uma vez, viu o corpo altivo e bem desenhado de Diana surgir na penumbra. Desta vez ela trazia apenas um lampião a gás, que logo foi colocado no chão. “Que cheiro de mijo! Você urinou nas calças?”, perguntou a tenente, com cara de nojo. “Não. Me aliviei ali no canto. Não fui levado até o banheiro e não consegui segurar”, respondeu Paulo, um tanto intimidado. Diana deu uma volta pelo quarto e pegou a jarra d’água. “Se você quer o banheiro, tem que colaborar. Enquanto isso, não vou mais admitir mijo no chão. Da próxima vez, mija aqui”, disse, empunhando a jarra. “Mas essa é minha água”, respondeu o prisioneiro.


Diana então pousou o recipiente no chão, entre suas pernas. Para espanto absoluto do prisioneiro, desafivelou o cinto, desabotoou a calça e a baixou junto com a calcinha. A luz do lampião era suficiente para que Paulo conseguisse vislumbrar a boceta de pelos bem aparados e castanhos, rodeando lábios carnudos e rosados. Diana então se agachou sobre a jarra e começou a urinar. Um jato forte e caudaloso de urina começou a inundar o recipiente, enquanto Paulo admirava a xoxota de sua carcereira, com os lábios ainda mais evidentes e um clitóris que parecia latejar à medida em que os últimos pingos de urina caíam na jarra. Diana voltou a se levantar, puxou a calça e se dirigiu até a porta. “Você bebe água quando eu disse pra beber. Se tiver que beber mijo, vai beber meu mijo”, decretou, batendo e trancando a porta atrás de si.


Paulo estava boquiaberto, com o coração a mil. A despeito da preocupação por não saber quando voltaria a ter água para matar a sede, sentiu estar com o membro duro. Colocou a mão por dentro da calça e percebeu seu pau longo e grosso latejar, excitado com o que seus olhos testemunharam.



Homem jovem e moreno carrega arma

QUARTO DIA

É claro que nas 24 horas seguintes ninguém veio trazer água ao prisioneiro. Tudo que ele recebera fora um pedaço de pão velho e duro. Portanto, além da sede, a fome também castigava seu corpo. Trêmulo e sem esperanças, o major permaneceu o tempo todo deitado, olhando para o teto encardido. Pouco depois, chegou o momento da visita da tenente. Desta vez, Diana trazia nas mãos um grande cinto de couro, com uma enorme fivela. Enquanto Paulo observava o objeto, um homem alto e gordo também entrou no quarto, empunhando um fuzil numa mão e trazendo água na outra.


“Tire a roupa toda”, ordenou a tenente. Observando o cinto e o fuzil, o capitão achou por bem obedecer. Em poucos segundos, estava nu em pelo. Diana então passou o cinto ao redor do seu pescoço e o puxou com firmeza. “Paranhos, amarra as mãos dele atrás das costas, deixe a água aí num canto e pode ir embora”. O homem gordo obedeceu, imobilizando a mão e os braços de Paulo com um lacre de plástico. Depois, colocou o jarro no chão e saiu do quarto, batendo a porta.


“Vou te contar uma informação preciosa”, disse então a tenente, completando a frase a seguir. “Eu não preciso mais de você. Sua unidade já foi localizada e derrotada. Foram 12 homens capturados e três mortos. Que tal?”. Paulo nada respondeu, mas fechou os olhos imaginando seus companheiros. “O que eu faço com você, então?”, prosseguia Diana, parecendo se divertir com o jogo de poder. “Posso fazer o que quiser...” Dizendo isso, a tenente puxou o cinto com força, apertando o pescoço do prisioneiro e o fazendo se ajoelhar.


Diana então passou os olhos pela porta, como que para se certificar que ela estava trancada por dentro. Então, desabotoou a calça e a retirou totalmente, ficando apenas com a calcinha de algodão branco, camiseta e coturno. Paulo, intrigado, assistia à cena ajoelhado, curioso. Diana pegou o jarro d’água, se aproximou do major indefeso, ergueu a perna direita e a pousou sobre o ombro do prisioneiro. Então, afastou a calcinha para o lado e ordenou, com voz imperativa. “Quer água? Então me chupa. E é bom chupar gostoso!”


Apesar da situação, Paulo não se fez de rogado e caiu de boca. Enquanto Diana segurava forte sua cabeça contra seu corpo, ele passeou com a língua entre os lábios e o clitóris da tenente, alternando com chicotadas de língua e uma leve sucção. A tenente rebolava, deixando claro que aprovava. “Ai, gostoso... Chupa, vamos! Tesudo! Sabia que você era bom!” De vez em quando, a sádica puxava o cinto, deixando Paulo com uma certa dificuldade de respirar. Nestes momentos, ele a lambia e chupava com ainda mais sofreguidão. A tenente então verteu o jarro sobre a própria xoxota. “Quer água? Vai, não desperdice nem uma gota!” Morto de sede e de tesão, o prisioneiro unia o útil ao agradável, lambendo o sexo de Diana e bebendo sua água.


Molhado, nu e com os braços imobilizados atrás de suas costas, Paulo não conseguia se tocar ou acariciar Diana. Mesmo assim, uma forte ereção deixou seu pau grosso, de cerca de 18cm, totalmente duro e latejando. Ao perceber tal fato, a tenente se afastou e puxou o cinto para cima, fazendo Paulo se levantar. “Tá de pau duro, é? Eu deixei? Responda!”. “Não, mas não pude evitar”, respondeu o prisioneiro. Diana então pousou a mão direita no pênis e começou a acariciá-lo, olhando fixamente para o prisioneiro. Então, o fez se deitar no colchão de barriga para cima e se posicionou sobre seu membro duro, começando a se agachar.


Paulo logo estava com o sexo de Diana logo acima de seu pau. A tenente voltou a afastar a calcinha e roçou a boceta na cabeça do pênis de Paulo. Ele gemia e remexia o quadril, tentando penetrar naquela xana quente, molhada e apertada. Diana, porém, não permitiu que o prisioneiro a penetrasse. No lugar disso, levantou a camiseta e exibiu a Paulo seus seios, o obrigando a chupá-los com o mesmo capricho dedicado à sua xoxota. Alguns minutos depois, Diana se levantou. “Adeus, prisioneiro. Você é gostoso e tem pegada. Mas sabe quando vai me comer ou ser chupado por mim? Nunca...” E jogou o resto da água no pau do pobre homem. “Pra você se acalmar e apagar esse fogo...” Depois, foi embora.


Lá estava Paulo no colchão, com o pau duro e dolorido e sem sequer poder se tocar, já que suas mãos seguiam presas. Desesperado, ele até pensou em se virar de bruços e roçar o membro contra o colchão até chegar ao orgasmo, mas temeu ser alvo de chacotas e castigos se Diana e seus captores percebessem.

QUINTO (E ÚLTIMO) DIA

O major teve a sensação de que seu pinto jamais perderia a ereção. Mesmo horas depois do ocorrido, ele continuava em alerta, ansioso pelo toque e pelo sexo de Diana, que não retornava. Assim, ele adormeceu e acordou horas depois, com o gordo Paranhos deixando água, comida e o levantando para desamarrar seus braços dormentes. O prisioneiro olhou para baixo, para o próprio corpo, e respirou aliviado ao perceber que o pênis já estava mole novamente. “Cadê minha roupa?”, ele perguntou, cobrindo o membro com as mãos. “A tenente quer que você fique assim”, respondeu Paranhos, se encaminhando para a porta. “Adeus, talvez você escape dessa.”


As últimas palavras de Paranhos deixaram Paulo aflito. De fato, ele ouvia através da porta muitos ruídos de passos e de objetos encaixotados. Na rua, veículos estacionavam e aceleravam a todo instante. Não restavam dúvidas de que uma grande operação de mudança estava em andamento.

À noite, o silêncio se fez. Tudo estava tão quieto que o major julgou ter sido esquecido naquela prisão. Forçou a porta, mas ela não cedeu. Minutos depois, Diana reapareceu. Olhou para a expressão aflita no rosto do prisioneiro, para o seu corpo nu e sorriu. “Está com medinho, major?”. Então, sacou uma pequena pistola do bolso e a apontou para o prisioneiro. Paulo julgou que seria morto naquele instante. Porém, a tenente tinha outras ideias. “Sabia que houve um grande contra-ataque do seu grupo, major? Sabia que agora somos nós que estamos em fuga, já que vocês, seus desgraçados, conseguiram apoio aéreo e vão atingir este território a qualquer instante?”


Paulo sentiu um misto de emoções. Por um lado, estava feliz da vida. Por outro, sabia que aquela reviravolta acabava com suas chances de sair a curto prazo – ou mesmo vivo – daquela prisão. “Esse prédio aqui pode ser bombardeado a qualquer instante”, prosseguiu Diana. “Eu poderia te deixar trancado aqui, esperando pela primeira bomba te mandar pelos ares. Mas não vou fazer isso.” Mal terminou de falar, a tenente amarrou as mãos de Paulo e cobriu seu rosto com um capuz preto. Depois, voltou a laçar seu pescoço com uma corda e o puxou, nu, para fora do quarto/cela.


O prisioneiro passou por salas e corredores aparentemente desertos, uma vez que não ouvia qualquer ruído que não fosse o barulho do coturno de Diana e de seus pés descalços sobre o piso frio. De repente, Diana parou de puxá-lo. Paulo ouviu o barulho de uma porta se abrindo e uma grande lufada de ar fresco inundou seu corpo e seus pulmões. Após dias, estava ao ar livre. Mas onde? Diana o puxou para este ambiente externo e o prisioneiro agora conseguiu ouvir tiros e bombas distantes, além de gritos masculinos. Em algum lugar próximo dali, uma batalha estava em pleno andamento.


Ainda com o rosto encoberto, Paulo sentiu Diana o pressionando contra uma parede fria e prendendo suas mãos em uma espécie de argola chumbada ao concreto. O major pensou que seria fuzilado, devorado por algum cão faminto ou abandonado. Nada disso. O que sentiu naquele momento foi a mão de Diana acariciando seu peito, sua barriga, descendo até seu membro. A boca da tenente passou a mordiscar seu pescoço. “O que é isso? Podemos ser bombardeados, vamos embora!”, gritou Paulo. “Eu não aguento mais essa revolução”, respondeu Diana, com uma nova voz, desta vez trêmula e hesitante. “Se for pra morrer, que seja assim...”



Mulher guerreira e jovem aponta arma

EPÍLOGO

Dizendo isso, ela se agachou e colocou o pênis ainda flácido de Paulo inteiro em sua boca molhada. Apesar do perigo, o membro do prisioneiro respondeu quase que imediatamente, endurecendo por completo entre seus lábios quentes. Diana passeava com a língua ao redor da glande vermelha e brilhante de Paulo, que gemia sob o capuz. Ele então percebeu que a tenente havia se despido e, nua, acomodava seu pau entre seus seios e o masturbava com eles enquanto lambia sua barriga. Paulo moveu sua perna até a virilha de Diana e sentiu em sua pele a boceta quente e ensopada da tenente, que emitiu um gritinho com aquele contato inesperado em seu sexo.


A tenente se ergueu rapidamente e se afastou. Aflito, Paulo ouviu um ruído de móvel se arrastando e ficou aliviado ao perceber que Diana seguia por perto. Ela, de fato, arrastou uma pesada mesa até o lugar onde o prisioneiro estava preso. Ao se ajoelhar em cima de tal mesa, ficou na altura exata para ser penetrada de quatro pelo prisioneiro. Paulo delirou ao perceber tal movimentação, e a mão de Diana ajeitando sua piroca em sua xana e forçar o corpo para trás, até ser penetrada por completo. Ambos gemeram alto quando o pau entrou todo na bocetinha de Diana. Ela, ao sentir o saco grande e quente do major beijando seu grelo. Ele, ao sentir a bunda carnuda rebolar grudada em seu corpo. Diana acelerava os movimentos e gemia, enquanto Paulo bradava. “Vamos, me solte, deixa eu te pegar de jeito!”. Diana, porém, fingia nada escutar e se dedicava exclusivamente à metelança. “Que pau gostoso! Continua assim!”.


A tenente então se ergueu e finalmente livrou Paulo do gancho na parede, mas não desamarrou suas mãos. Então, o fez se sentar em uma cadeira, se virou de costas para ele, voltou a ajeitar o pau na boceta e se sentou com volúpia. Agora Diana quicava no pênis, fazendo com que sua bunda carnuda rebolasse em cheio no corpo do prisioneiro, que gemia e remexia os quadris em desespero. “Vamos, me solta! Está uma delícia, mas eu quero te pegar!” A aflição de Paulo parecia divertir Diana, que aumentava a velocidade do vaivém e gemia, massageando o clitóris.


Ela então se virou de frente e voltou a se sentar sobre o major, passeando o clitóris no corpo nu e quente do prisioneiro. “Quero que você chupe meus seios enquanto me come, mas pra isso vou ter que erguer seu capuz.” Os olhos de Paulo sofreram com a claridade súbita, mas ele logo começou a lamber e a chupar os mamilos eriçados dos fartos seios de Diana, alternando com mordiscadas e chicotadas com a língua. “Delícia, não paraaaa se desgraçado!”.


Só então Paulo se deu conta de onde estavam: em um grande terraço, três andares acima da rua. Poderiam ser facilmente identificados e alvejados por inimigos em prédios ao redor, ou mesmo por um ou outro helicóptero que passava ao longe. “Sua louca!”, ele disse, sem perder o tesão. “Se é pra morrer, que seja trepando”, respondeu a tenente, entre gemidinhos.


Num esforço sobre-humano que quase lhe arrancou a pele dos pulsos, Paulo conseguiu se desvencilhar da corda que o mantinha preso e envolveu Diana em seus braços, erguendo o corpo de supetão e a mantendo em seu colo. Diana soltou um grito e fez menção de pegar a pistola que repousava sobre a mesa onde instantes antes estava de quatro sendo penetrada. O prisioneiro a deteve, a jogou contra a parede e voltou a penetrá-la com força, iniciando um vaivém forte e cheio de pegada. “Estou louco por você!”, ele sussurrou no ouvido de sua carcereira, que gemia cada vez mais alto. “Eu também estou! Vai, me come! Mete que sou sua!”, gritava Diana, se deixando levar por um intenso orgasmo, que deixou seu corpo entre pequenas convulsões e sua vista repleta de estrelinhas. Paulo acelerou o ritmo com violência e urrou do fundo de sua alma. “Uhhhhhhh! Ahhhhhh! Gostosa!”, jorrando dentro do corpo de Diana jatos fortes e quentes de porra branca há muito acumulada.


Em poucos instantes, começou o bombardeio. O prédio no qual estava foi pelos ares. Dados como mortos, embora seus corpos nunca tenham sido encontrados, Paulo e Diana são considerados heróis de cada um dos lados daquela guerra insana. Ela, por não ter abandonado o posto. Ele, por jamais ter cedido às torturas.


Cerca de dez meses depois, em outro país, um casal de refugiados, com um bebê recém-nascido no colo, tentava reconstruir a vida com novas identidades...

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