Na reforma do apê, me deliciei com a proprietária

Atualizado: 4 de out. de 2018

Eu sabia que, por trás daquele jeito tímido e retraído, se escondia uma mulher fogosa. E Andréa provou ser mesmo uma delícia.


Certa vez, fui chamado para coordenar a reforma em um apartamento onde moravam um casal, já entrando na terceira idade, e uma filha, que tinha cerca de 30 anos. Esta moça se chamava Andréa e, apesar de tímida e retraída, era bonita e atraente. Magra e com ombros e braços bem desenhados, tinha coxas firmes e um bumbum pequeno, mas durinho. A mesma coisa valia para os seios, que, se não eram grandes, eram empinados. Quanto ao rosto, Andréa tinha olhos castanhos, emoldurados por sobrancelhas claras e finas, um nariz marcante e uma boca bonita, que brilhava nas raras vezes em que ela sorria. Os cabelos também eram castanhos e lisos, com alguns fios alourados. Com o passar dos dias, fiquei sabendo que ela trabalhava com condicionamento físico, e por isso estava sempre com roupas de ginástica: camisetas, tops ou regatas justas e calças do tipo legging.


Eu tinha curiosidade para saber por que Andréa ainda morava com os pais e era solteira, enquanto os demais irmãos já haviam se casado e dado netos aos donos do apartamento. Ela, porém, parecia não se importar com a condição de “tia”. Afinal, conseguia manter uma rotina independente e continuar sendo mimada pelos pais. Tudo isso eu ia descobrindo aos poucos, já que Andréa era realmente tímida e de pouco papo. Ah, já ia esquecendo de dizer que meu interesse por ela se devia ao fato de que, apesar da timidez, sentia um grande interesse dela em mim. Por vezes a flagrava me olhando enquanto vistoriava o piso sendo quebrado ou enquanto eu tirava as medidas de uma parede. Eu gostava desse jogo, e comecei a desconfiar que, por trás desta postura retraída, se escondia uma mulher fogosa. Queria tirar a prova.


Aos poucos, comecei a puxar papo com ela. De início, a moça parecia desconfortável com minha aproximação, mas, como estávamos tratando de mudanças no quarto dela, havia um bom motivo para me aproximar. Comecei a ir melhor arrumado para a obra, de camisas sociais e sapatos, e senti que ela aprovou. Tenho estatura mediana e sou forte. Costumo receber elogios pelas minhas mãos firmes e pernas grossas, além de ter um rosto de traços marcantes e masculinos, com uma barba rala e cabelos lisos e rebeldes. Como sou simpático e sempre soube que é importante ouvir as mulheres, finalmente acabei conquistando a confiança de Andréa. Fiquei sabendo que ela estava solteira já há um ano, após um namoro malsucedido com um sujeito cafajeste. Enquanto ela me contava este fato, a sentir enrubescer e ficar com a voz alterada, o que me fez perceber que ainda estava abalada e carente. Eu disse que sentia muito, e que logo ela arranjaria alguém melhor e que a tratasse bem. Ela pareceu gostar do que ouviu e, para minha surpresa, respondeu de forma firme e direta. “Eu gosto de ser bem tratada”. A frase me soou com duplo sentido e fiquei excitado na hora.



Mulher em academia de ginástica

Em um sábado cedo, iria apenas passar pelo apartamento para vistoriar o andamento das obras. Estava ciente de que os donos estariam viajando, portanto abri a porta com a chave que estava comigo. Para minha surpresa, Andréa estava lá, dizendo que os pais haviam viajado. Ela usava um rabo-de-cavalo, camiseta justa e “legging”, enquanto tomava um copo d´água em meio à bagunça de materiais e entulhos. Por enquanto, o quarto dela era o único local livre do caos, e aproveitei para pedir licença e medir uma parede atrás da cama. Enquanto eu trabalhava, senti o olhar da moça novamente sobre meu corpo e comecei a ficar excitado. Estávamos a sós, sem previsão da chegada de ninguém, e esta percepção me deixou à vontade para tentar investir. Pedi ajuda para ela e, de forma proposital, fiz nossos corpos se esbarrarem, nossas mãos se tocarem e nossos olhares se cruzarem algumas vezes, sempre soltando faíscas. Até que criei coragem, ajeitei em sua orelha uma mecha de cabelo que fugia do rabo-de-cavalo, elogiei sua beleza e parti para um beijão.


Andréa aceitou completamente minha boca. Mais do que isso, ela soltou um gemido de puro tesão represado e me abraçou forte, jogando o corpo para trás, se apoiando na escrivaninha e abrindo as pernas para que meu corpo se encaixasse no dela. Foi inevitável que meu pênis, já endurecendo, roçasse em sua vagina. Ela então soltou outro gemido e começou a movimentar o quadril. Estava mesmo cheia de tesão. Eu desabotoei minha camisa com pressa, e Andréa passou a beijar e lamber meu peito e meus mamilos. Me arrepiei e fiquei louco de tesão, abrindo meu cinto e desabotoando minha calça jeans. Ainda comigo em pé, ela foi se agachando com a boca em minha barriga, umbigo, até chegar à cintura. Então, sem qualquer cerimônia, baixou minha calça e minha cueca, ficando cara-a-cara com meu membro duro.


Percebi então como ela estava sedenta. Com a boca repleta de saliva, Andréa engoliu meu pau com gosto e começou a chupá-lo de um jeito sôfrego, delicioso, soltando gemidos de puro prazer e entrega. Hummmm.... Aimmmm... Jamais esquecerei de ver o rosto dela “lá embaixo”, me olhando com cara de safada enquanto passava a língua ao redor da minha glande, toda molhada e vermelha. “Eu tava com água na boca”, ela ainda disse, safada.


A puxei para cima e dei um bom beijo naquela língua marota. Sempre gostei de sentir meu gosto na boca das mulheres, e Andréa mostrava que aproveitou bastante minha pica. Então levantei seus braços e tirei sua camiseta, revelando o par de seios durinhos sob um sutiã branco, logo também retirado. Com a área livre, caí de boca. Fiz movimentos circulares ao redor dos seios, até chegar aos mamilos, com biquinhos bem arrepiados. Os mordisquei, chupei e dei chicotadinhas com a ponta da língua, fazendo a gata gemer e ficar na ponta dos pés de tesão. Foi minha vez de ir descendo, lambendo barriguinha, umbigo, cintura, a finalmente baixar o legging preto, revelando uma pequena calcinha de rendinhas brancas.


Fiz Andréa se deitar e voltei a beijá-la todinha, dedicando um bom tempo à parte interna de suas coxas gostosas. Ao chegar à virilha, dei beijinhos ao redor da calcinha e a afastei para o ladinho. Adorei o que vi. Uma deliciosa bocetinha de pelinhos castanhos bem aparadinhos, apenas na parte de cima, enquanto os grandes lábios estavam totalmente depilados e lisinhos. Os pequenos lábios se destacavam rosadinhos, com um clitóris durinho e latejando, louco para ser acariciado e chupado. Ah, e como chupei! Que delícia era aquela xaninha! Andréia rebolava e soltava gritinhos enquanto passeava com a ponta da língua ao redor do se grelinho, ora alternando com movimentos circulares, ora verticais. Caí de boca, fazendo sucção no clitóris e aproveitando para enfiar o dedo, para deleite da gata. “Eu te trato bem?”, perguntei. “Trata, trata muito bem! Agora quero que você me coma forte!”, ela respondeu.


Puxei uma camisinha da carteira e a coloquei, enquanto Andréa admirava e masturbava meu pau. O encaixei na xaninha sedenta e voltei a envolver a gata em meus braços. Enquanto dava mais um beijo quente, meti o pau inteiro, sem pressa, mas de um jeito firme. E imediatamente comecei um vaivém firme, alternando com reboladas. Ela gemia na minha boca e se soltava completamente. “Me come! Gostoso! Faz forte, seu puto!”. Obedeci e comecei a dar estocadas bem rápidas e firmes, fazendo ela sentir meus 18cm quase saírem todinhos e voltando a entrar na boceta apertada e encharcada. Logo senti, para meu orgulho, que ela gozaria gostoso. Suas unhas cravaram em minhas costas, as pernas pareciam me espremer, e um grito ecoou por todo o apartamento. Vizinhos devem ter escutado, mas não estávamos preocupados. “Ahhhhhhhh!!!! Hummmmmm!! Aimmmm, tô gozaaandoooo!!!”.


Voltamos a nos beijar, enquanto eu acariciava o corpo gostoso e trêmulo ao meu lado. Andréa então pousou a mão em meu pau e começou a me punhetar. Doido de tesão, afinal, ainda não havia gozado, coloquei meus dedos sobre sua vagina e fiquei feliz da vida ao perceber que ela estava molhada e o clitóris todo assanhado novamente. “Quer ficar de quatro pra mim?”, perguntei. “Quero. Eu adoro!”, ela respondeu, já se virando e empinando a bundinha pro alto. Não resisti ao ver aquele cu apertadinho e aquela bucetinha lisa, aberta. Caí de boca, chupando muito a buça e depois aquele ânus delicioso. Andréa rebolava, até confessar: “Adoro dar o cuzinho, sabia? Dói, mas eu gosto! Um dia você come, tá?” Fiquei doidinho e orgulhoso por ter acertado meu palpite. Por trás daquela timidez aparente se escondia uma mulher decidida e fogosa, que sabia o que era bom.


Passeei com meu pau duro na bundinha, o esfreguei no cuzinho de forma provocante, mas meti mesmo foi na xoxotinha sedenta. Louco de tesão, comecei a meter muito forte, segurando Andréa pela cintura e dando tapinhas na bundinha. Quando senti o gozo chegando, a puxei pelo rabo-de-cavalo e aumentei a força e a velocidade. “Quero sempre te tratar bem!”, gritei. “Isso, me trata sempre assim que vou ser sua!”. Tirei o pau e a camisinha e jorrei muita porra em suas costas e bunda, enquanto urrava e gemia. Andréa rebolava e esfregava o gozo em seu corpo. Cuzinho e bocetinha inclusive.


Passamos o sábado inteiro nos pegando. Aliás, nos demos tão bem na cama que foi inevitável que aquilo se repetisse muitas outras vezes. A primeira, porém, é sempre a mais inesquecível e por isso a contei aqui.


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