Estefânia se entrega a um grupo sedento por sexo

Ela poderia fugir, mas uma força maior a fazia ficar. Todos eles a rodearam, e logo ela sentiu braços fortes a envolverem por trás. O desejo a dominou, e ela resolveu se entregar por inteiro


Eu sabia que abrir aquela porta era uma decisão tomada por minha conta e risco. E, mesmo assim, eu a abri. Ao entrar naquele ambiente de aromas viciados, carregado de fumaça e álcool à meia-luz, vi várias silhuetas. Eram homens fortes e grosseiros, sem camisa, rindo alto, falando palavrões. Quando eles perceberam minha presença, houve alguns segundos de silêncio. Depois, se levantaram.


Eu deveria ter fugido pela mesma porta que entrei. Deveria ter gritado. Mas eu não pude. Eu não queria. O primeiro deles se aproximou curioso, contornou meu corpo, me admirando, e logo começou a alisar meus longos cabelos pretos. Eu olhava para o chão, tímida, enquanto o segundo homem se juntou ao primeiro e tocou no tecido de algodão do qual era feita minha curta túnica, que mal cobria minhas coxas grossas e meus seios fartos.


Enquanto eu me preocupava com este segundo, rude e barbudo, apalpando minhas vestes, não percebi que já estava rodeada por cinco ou seis deles. E foi então que senti braços fortes envolverem minha cintura, um aroma enjoativo de perfume barato tomar conta de minhas narinas e meus pés saírem do chão. Eu estava sendo envolvida por trás, tendo meu corpo erguido por um deles, enquanto outro, aquele de barba, segurava forte minhas pernas, as abria, e enfiava o rosto entre minhas coxas. Pensei em gritar ou me debater, mas só consegui gemer ao sentir uma língua voraz e sedenta explorar o meu sexo. Eu estava muito molhada.


Aquele que me erguia por trás rasgou minha túnica, atitude que deve ter sido encarada como uma deixa para que outros três começassem a apalpar, acariciar, lamber e chupar minha barriga e os meus seios. Nunca havia percebido meus mamilos tão eriçados, enquanto aquelas bocas sedentas se revezavam os mordiscando. O barbudo, com o gosto de minha vagina em seus pelos faciais, agora me beijava e mordia minha boca, enquanto um outro mordiscava minhas coxas e me chupava. Este era mais calmo e gentil, fazendo movimentos ritmados sobre meu clitóris inchado. Instintivamente, apertei sua cabeça entre minhas coxas, o que parece ter deixado todos os outros com mais desejo.



Homem de cabelo comprido e barba estilo guerreiro medieval


Fui colocada de volta ao chão de terra batida, e todos eles se despiram. Eu me vi no centro de um círculo formado por homens nus. Todos eles estavam com seus pênis eretos, nos mais variados tamanhos e formas. Alguns eram grossos, outros tortos, um era fino. Mas um deles se sobressaía no tamanho e na grossura, e percebi que foi o dono deste pênis enorme que havia me agarrado por trás. Era ele que agora se aproximava de mim, forçando gentilmente meu corpo para que eu me ajoelhasse no centro do círculo. Então, ele ofereceu seu enorme pênis para que eu o chupasse. Mais uma vez, pensei em resistir, mas a verdade é que minha boca estava cheia de saliva, e não consegui encontrar forças para reagir. Eu sugava aquele mastro grosso e comprido com volúpia, o deixando todo lubrificado por minha saliva. O homem, que parecia ser o líder, gemia de prazer e forçava minha cabeça contra o membro, que eu conseguia engolir por inteiro. Passei a língua pelo seu saco volumoso e senti aquele corpo enorme se arrepiar e ficar na ponta dos pés pelo prazer.


Com o canto dos olhos, percebi que todos os outros homens se masturbavam me admirando. O líder então fez sinal para que eu passasse a chupar o sujeito que estava à sua direita, aquele barbudo. Ele tinha um pênis fino e comprido, mas também o chupei com prazer. Após algum tempo, fui puxada pelo vizinho da direita, e o engoli, cada vez mais tomada por uma ébria sensação de devassidão. E assim foi, até que eu chegasse ao último da roda, aquele me chupara gentilmente. Seu membro se encaixava perfeitamente em minha boca, o cheiro de seu corpo era agradável. O chupei e masturbei, enquanto todos os outros começaram a me apalpar e a esfregar seus paus em meu corpo.


Com um gesto extremamente rude e aflito, o líder empurrou todos os utensílios que ocupavam a mesa de madeira onde instantes antes eles se embebedavam. Copos, pratos, cartas de baralho e armas rolaram pelo chão produzindo um grande barulho. Foi então que me vi sendo colocada sobre esta mesa, de barriga para cima, enquanto o líder segurava minhas pernas e se encaixava entre elas. Seu grande pênis roçou em meu clitóris, me fazendo estremecer. Enquanto o barbudo chegava pelo meu lado, me beijava e mordiscava meus seios, o líder enfiou todo seu sexo em mim. Senti dor e prazer ao perceber estar sendo penetrada por aquelas carnes grossas e quentes. Logo ele começou a fazer com mais e mais desejo e pressa, o que me arrancava gemidos de satisfação. Os demais se masturbavam, me acariciavam e observavam a cena. Eu secretamente queria todos eles.


O líder fez um sinal de que era a vez do barbudo, trazendo o pênis até minha boca para que eu o chupasse. O barbudo, ao invés de me possuir, se ajoelhou e lambeu meus lábios e clitóris com sofreguidão. Outros se juntaram a ele, e me vi chupando um pênis enorme enquanto vários homens lambiam minhas coxas e boceta, esfregavam as mãos pelos meus seios e apalpavam minhas nádegas.


O rapaz mais hábil e gentil pediu licença ao líder e me levantou da mesa, fazendo com que eu virasse o corpo e, de costas para eles, me apoiasse sobre os cotovelos no tampo de madeira. Nesta posição, empinei meu quadril e exibi a todos eles minhas nádegas de carnes fartas e duras. Eles parecem ter gostado do que viram, pois suspiraram e voltaram a me apalpar e beijar por todo corpo. Foi o rapaz que se encaixou entre meus rins, passeou o pênis pelo meu sexo molhado, apertado, e me penetrou. Ele puxava meus longos cabelos e me segurava firme, o que me deixou tomada pela volúpia.


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Eu gemia e puxava outros deles para junto de mim, os masturbando e chupando. A certa altura, estava com um pau em cada mão, outro na boca (era o líder, que se ajoelhara em cima da mesa para ficar de frente a mim), enquanto era comida por trás pelo rapaz cheiroso. Outros se masturbavam e me acariciavam, elogiando minha beleza de rosto e de corpo.

Toda esta situação me extasiou. O prazer foi tomando conta da minha mente, do meu coração e das minhas entranhas. Uma sensação desconhecida, parecida com uma explosão interior, seguida de um grande formigamento e de ondas de frio e calor tomaram conta de meu ser. Me senti levitar até o teto da taberna, ver milhares de pontos luminosos, e então desabar de volta em meu próprio corpo, suado e inerte sobre o chão batido.


Enquanto eu gemia e me recuperava daquele maravilhoso e desconhecido espasmo (torcendo secretamente para sentir outro o mais rápido possível), os homens voltaram a me rodear, me admirando e se tocando de uma forma ávida. Foi o barbudo o primeiro a urrar, jorrando sobre meu corpo seu líquido quente e esbranquiçado. O líder o seguiu, soltando uma enorme quantidade de sêmen nos meus seios. E assim o círculo todo foi me banhando, até que o gentil rapaz também terminasse, espirrando seu leite em minha boca entreaberta. Logo depois, ele próprio buscou sobre o fogão de lenha uma tigela com água quente e um pano macio.


Todos aqueles homens rudes então voltaram a me cercar, mas desta vez me banharam, me vestiram com uma nova túnica de seda e me enfeitaram com flores. Então fui convidada a me sentar e fui alimentada com fartura. Todos sorriam e me traziam mimos dos mais diversos, colocados em uma fina bolsa de lã.


A porta pela qual eu entrara duas horas antes voltou a se abrir. Com seu longo vestido azul e seu olhar altivo, a rainha Mércia observou todos aqueles homens com um misto de curiosidade e respeito. Então, me ofereceu a mão e me levou para sua carruagem, de volta ao palácio. “Obrigada, minha doce Estefânia”, ela me disse, após minutos de silêncio. “Possuir uma moça de coração puro faz parte da tradição do nosso batalhão imperial às vésperas de uma grande batalha. Com sua ajuda nesta noite, estou certa de que amanhã o capitão Aaron e seus soldados irão derrotar as hordas que ameaçam nossas fronteiras.”


Permaneci em silêncio, enquanto admirava pela janela da carruagem uma estrela brilhando mais do que todas as outras no firmamento escuro. A ela, fiz dois pedidos secretos: que o exército vencesse a batalha e que o rapaz gentil voltasse, para que, ao lado dele, eu voltasse a sentir meu corpo levitar e outro tipo de estrelas preenchessem minha visão e envolvessem meu corpo nu.